Dias Comuns

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21 de setembro de 2011

O caráter político do jogo de tabuleiro: War (Risk)


Desde pequeno sempre joguei War. É o meu jogo de tabuleiro preferido, tanto por envolver a sorte dos dados, como pela parte psicológica da coisa, pressionando os outros jogadores a realizar ou não realizar determinadas jogadas. Já presenciei vários "maremotos" e "terremotos" promovidos por jogadores DESPEITADOS.

Daí sempre fiquei pensando em alguns aspectos políticos do jogo que vocês provavelmente já devem ter pensado. São os seguintes:
a) Por que Cuba está presente no WAR II e não no I? Isso trouxe para um jogo um desnivelamento, pois agora são 43 países ao invés dos 42 habituais. Se jogassem 6 pessoas, uma ficaria com territórios a mais.
b) Eu sempre pensei que o surgimento dos aviões no War II fossem para atacar Cuba. Faz sentido? Eu sempre lembro da crise dos misseis...
c) Um continente de três países (América do Norte) é fragmentado em vários estados para mostrar uma superioridade.
d) Na vida real a África é o continente com mais países enquanto no jogo fica relegada como uma quarta força, a frente apenas da América do Sul e Oceania. Reflita
e) Engraçado também observar que Vladivostok é tido como a ameaça a América do Norte, já que faz "fronteira" com os mesmos no jogo. Engraçado que é o único local que dá para atacar do outro lado de um mapa plano. Só que o globo é terrestre, né? Por que não a Austrália atacar o Chile, por exemplo?

Se tiver a fim de jogar War forever alone, recomendo este jogo em flash: Dice Wars. Se tiver amigos, visite o WarNet Game, site brasileiro que proporciona uma jogatina desenfreada de War.
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