Dias Comuns

qualquer coisa aleatória que passa na cabeça

31 de outubro de 2011

Pequenos comentários da viagem


- Saímos umas 16h30m de Natal para chegar em João Pessoa em um show que começava as 17h. Chegamos as 18h30 lá. Na metade da última música da última banda (Enter Sandman do Metallica). Não encontramos nossos amigos.

- Na estrada, na ida, vimos uma queimada gigante. Parecia o olho de Sauron de Senhor dos Aneis.



- Numa lan em que passamos 3 minutos pra ver se tinha alguém de Jampa no meu MSN, Breno foi perguntar ao cara se ele não faria o preço fracionado (eram 2 reais por 15 minutos). O cara mandou a gente pro inferno pra ver se lá era mais barato (na verdade, ele falou pra nós pegarmos um taxi, ir pra mangabeira e ver se encontrávamos mais barato por lá). Que mal educado!

- No show, a galera de Jampa é muito devotada. Não sei se era por causa do Halloween, mas tava todo mundo FANTASIADO DE METALEIRO. Lembrei e deu saudade da época do #Natal-Metal do #Metal da época do IRC. A proposito, Natal devia ter um local igual ao Espaço Cultural. A área é enorme ali, tanto pra quem vai pro show, como quem quer ficar só batendo papo do lado de fora.


- Outra vez, no trânsito ainda, Breno foi pedir informação com o carro em movimento. O carro que tava ao lado, com uma mulher, de janela aberta, assim que viu Breno fazendo sinal com a mão, acelerou e fechou o vidro rapidamente. Ri alto. Maior sobrada do mundo. (Mas depois ela respondeu)

- Breno foi xingado um monte de vezes pelos outros motoristas. Como não conhecíamos bem o trânsito da cidade, rodávamos em circulo algumas vezes e entravamos em contra-mão. João Pessoa é ruim pra dirigir, viu? :( Teve uma hora que um motoqueiro xingou ele: "puta que pariu, que boy lerdo do caralho".

- Na hora de voltar, pedimos ajuda pra sair da cidade e chegar na BR. Um cara mandou a gente seguir ele, só que ele foi pra estrada de Cabedelo... tivemos que dar o retorno lá no fim do mundo.

- Mas a melhor parte mesmo foi brincar de narrador e comentarista genérico de F1 na volta.

- A pior foi o baculejo.

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