Dias Comuns

qualquer coisa aleatória que passa na cabeça

13 de novembro de 2011

Mais um grande sonho

Num primeiro eu sonho, eu acobertava um seqüestro. Não sabia quem era o seqüestrador nem a seqüestrada. Parece que sou cruel. Breno me ajudava nisso! Meu melhor amigo mesmo, até no mundo do crime. Ele indicava um local que era um antro de prostitutas. Era pra lá que o seqüestrador deveria levar a seqüestrada. Não sei porque. Daí perto desse local, havia uma agência da Caixa (econômica federal) que passava por problemas e eu deveria depor (eu tinha algum envolvimento, mas não sei qual). Eu acabava não indo nas duas vezes em que fui chamado (na verdade, foi uma remarcação, já que eu não tinha ido na primeira vez). O sonho muda de foco e agora eu estou dirigindo um carro e usando uma máscara. Saio do carro e começo a caminhar. Nesse bairro tem muitas igrejas e escolas. Tinha uma escola chamado MAGO. Minha roupa era de padre, mas a máscara era bem demoníaca, bem assustadora. Todos que me viam, me davam apoio, como se eu tivesse fazendo algum tipo de protesto silencioso. Para sair do bairro, eu precisava passar por uma igreja onde estava acontecendo um culto, celebração, não sei como chama. E aí todos me olhavam, mas voltavam rapidamente as suas atividades normais. Assim que eu saia, um dos padres aparecia. Ele lembrava muito Boris Casoy. E ele dizia que as supostas coisas milagrosas que Jesus havia feito e estavam descritas a bíblia era porque o mesmo estava possuído. E que, por isso, não contavam. Nessa mesma hora, no sonho, tive um flashback de um assassino que julgava estar com alguma entidade incorporada e negava o crime que tinha feito. Depois dessa conversa non-sense (para o eu-acordado que agora escreve), entrei no carro e voltei a dirigir. E não lembro mais de nada desse sonho.

Em outro sonho (ou talvez no mesmo, sei lá), por algum motivo eu ia para Fortaleza. Ia eu e tia none. Daí tava acontecendo uma greve gigantesca por lá e a cidade se assemelhava a Recife no sentido de ter sido criada sobre um rio. Havia várias pontes gigantescas que ligavam a cidade. Por causa da greve, havia um enorme engarrafamento. As pessoas saiam de casa as 3h da manhã, mas nem assim conseguiam chegar a tempo para o seu trabalho. Eu dizia que elas eram preguiçosas, que podiam ir a pé, que mesmo que chegassem suadas no trabalho, ainda chegariam a tempo. Era melhor do que esperar um ônibus. Dizia também que a distância do bairro onde moro até Ponta Negra era pequena (na vida real já andei essa distância com os meus amigos, não pareceu ter demorado tanto mesmo). Acontecia um acidente no carro em que eu ia com tia none e nossas coisas acabavam caindo num dos rios da cidade. A gente aproveitava que tava na merda mesmo e ficava tomando banho nesse rio. Isabela, um amiga minha de fortaleza, chegava para nos ajudar, junto com o pai e a mãe dela (que nunca vi na vida). Eu e tia none ficávamos nadando no rio e brincando com os pingüins. Sim, havia pingüins nos rios de fortaleza. Eles deixavam a gente cutucar a barriguinha deles e tudo. Era uma pele bem macia. Eu não estava aperriado. Mas isso mudou quando eu olhei o fundo do rio e vi minha estante de livros lá no fundo. Fiquei desesperado (lembrei de um fato com Breno em que ele menosprezava o valor dos meus livros e dizia pra eu comprar uma barraca! Absurdo! :(). Daí o sonho muda e estou na casa de Bela junto com tia none e o casal protagonista do anime Itazura na Kiss. Estávamos todos comendo LAMEN e eu suplico a Bela que ela me ajude a recolher os livros debaixo do rio e que eles possam ficar em sua casa. Ela diz que ajudaria no resgate, mas não havia espaço para os livros na casa. Que mesquinha! Como, aparentemente, eu não tinha um lar para voltar, liguei imediatamente pra Breno. Ele me oferecia dinheiro pra voltar pra Natal e me estabelecer, mas eu dizia que já tinha e que minha única preocupação no momento era a de ter um lugar para os livros. Breno dizia que não havia espaço na casa dele (ele continuava morando no mesmo canto em Natal), mas que ia dar um jeito e que eu podia confiar nele. E eu confiava, eu sabia que ele ia conseguir. E fim.
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