Dias Comuns

qualquer coisa aleatória que passa na cabeça

18 de novembro de 2011

Yume

Eu não sei se ia escolher apartamentos pra comprar ou visitar gente que morava nesses apartamentos, mas acabava indo parar em um com meu pai. Daí a gente conversava com as pessoas do prédio e tudo mais. Elas diziam que aquela localidade era cheia de assaltos e sequestros. Eu achava o local horrível, meu pai falava que era até bonzinho. Daí acabava a visita e íamos voltar pra casa. Meu pai dirigindo, claro. E eu digo "UFA", porque pelo menos em sonhos eu não tenho mais que dirigir. Daí ele resolve dar um cavalo de pau e o pneu do carro fura enquanto o carro está girando. O mesmo pneu que na vida real tem dado problemas. Pra refletir. Daí o carro capota um monte de vezes e ele pergunta se, aquela altura, eu já tinha quebrado o pescoço. Não. E o carro continua capotando, até que ele consegue dar um cavalo de pau inverso e o carro perde um pouco da velocidade e pára. Como em filmes, o carro estaciona em frente a uma borracharia. Um pneu tá furado e outro tá ruim, mas ainda dá pra usá-lo. O borracheiro diz que o horário do expediente acabou e vai embora, nos deixando a ver navios. Bem, mas em todo sonho tem esse passe de mágica e instantaneamente estamos em casa. E ai minhas tias davam uma surra verbal nele. Por ter sido inconsequente. E disseram que eu nunca tinha feito nada daquilo e era responsável (só em sonho mesmo).

No outro sonho, estava eu e uma garota, que tentou suicídio 10 vezes, no terapeuta. Ela era bem medrosinha - não era a toa - e se assustava facilmente. Tinha um cabelo meio ruivo, grande e preso em um rabo-de-cavalo. O terapeuta começava a tirar fotos da gente. Dizia que era pra um portfólio (QUE?). Depois de terminado, eu percebia que a sala tinha várias câmeras escondidas. Era como se eu já tivesse ido lá antes. E eu avisava pra menina. De repente, o terapeuta apertava um botão na parede e começava a sair aquele gás que dá sono (oxido nitroso). E nós dois apagávamos. Acordávamos num hospital. Aparentemente sem nenhuma sequela física ou mental. E aí o sonho acabava.
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