Dias Comuns

qualquer coisa aleatória que passa na cabeça

11 de fevereiro de 2012

Relação medico e paciente

Há muuuuuuuuuuuuuuuuuito tempo atrás (esse post estava em rascunho desde 2007) li aquele livro de auto-ajuda chamado "O futuro da humanidade" do famigerado Augusto Cury. Na mesma época também assisti ao filme Patch Adams, aquele com Robin Williams. Acho interessante essa temática que mostra a relação supostamente ideal de como deve ser o relacionamento entre o médico e o paciente.


Patch Adams:Após uma tentativa de suicídio e voluntariamente ser internado em um hospital psiquiátrico, Hunter "Patch" Adams descobre um belo dom de poder ajudar as pessoas usando o bom humor. Dois anos depois, Patch entra em uma universidade de medicina para se formar como um respeitável médico e ajudar o mundo colocando alegria no coração de seus pacientes. Em uma classe cheia, com pessoas desconfiando de suas notas e julgando mal seu modo de alegrar os doentes, Patch vai lutar contra um desafio, mas com isso vai pôr uma mensagem dentro da universidade que não só contagiará de alegria seus amigos, como também o mundo todo, pois ele provará que o amor é contagioso. (Fonte)

Em ambas as mídias, é retratada a busca de uma relação mais humana entre os dois. Por fazerem coisas fora do comum, os personagens "vanguardistas" destas novas experiências são tratados de forma cruel pelos seus semelhantes/companheiros. Ambos enfrentam dificuldades de pôr em prática
seus novos métodos de trabalho.


O futuro da humanidade: conta a trajetória de Marco Polo, um jovem estudante de medicina de espírito livre e aventureiro como o do navegador veneziano do Século XIII, em quem seu pai se inspirou ao escolher seu nome.

Ao entrar na faculdade cheio de sonhos e expectativas, Marco Polo se vê diante de uma realidade dura e fria: a falta de respeito e sensibilidade dos professores em relação aos pacientes com transtornos psíquicos, que são marginalizados e tratados como se não tivessem identidade.

Indignado, o jovem desafia profissionais de renome internacional para provar que os pacientes com problemas psiquiátricos merecem mais atenção, respeito e dedicação - e menos remédios.

Acreditando na força do diálogo e da psicologia, ele acaba causando uma verdadeira revolução nas mentes e nos corações das pessoas com quem convive.

E falando em médicos e seu cotidiano, recentemente descobri um blog chamado Meus Nervos. Lá, um médico desenha imagens do seu cotidiano em forma de tirinhas. Recomendo. A realidade (dele) não se parece muito com as utopias do livro e filme.

Postar um comentário