Dias Comuns

qualquer coisa aleatória que passa na cabeça

27 de abril de 2012

Dorothy em sonho

Era um lugar com muita gente. Semelhante a um galpão enorme. Várias mães e sua prole. A água estava envenenada e as mães acabavam morrendo. As crianças ficavam desesperadas, correndo pra todos os lados. Escolhi uma delas. Uma menina. Dorothy. Ela não tinha nenhuma identificação. Mas me contou que estava na segunda série, sabia ler, escrever, falar e andar. Tinha apenas três anos. Trazia ela para casa, não sabia para onde levar e não podia deixá-la lá. O tal galpão estava totalmente tumultuado. Eu ficava preocupado com a falta de documentos dela, queria regularizar a situação. Tentei voltar ao local da tragedia, mas não encontrei nada. Era um local de vacinação? Provavelmente, mas não tenho certeza. Ela aprendeu rápido quando a ensinei usar computadores. Parecia muito comigo quando era mais novo.
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