Dias Comuns

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19 de julho de 2012

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo)

Hugo é um filme que faz uma homenagem ao mesmo. Mas isso você só percebe da metade para o fim do mesmo. É nessa hora que a história faz algum sentido e te chama a atenção. Antes disso é totalmente maçante. Chato até.


A história se passa em Paris, na década de 1930. Hugo é uma criança que mora em uma estação de trem e convive com o perigo iminente de ser pego pelo inspetor do local e enviado para um orfanato. Isso porque seu pai, um relojoeiro, morreu em um acidente, deixando o filho para ser cuidado pelo tio relapso.

O proprietário de uma loja na estação é o mais afetado pelos furtos de Hugo e, certa vez, pega-o roubando. Ao perceber a habilidade de Hugo com as maquinas pede para que o mesmo trabalhe em sua loja, evitando assim entregá-lo ao inspetor. O dono da loja é o padrinho de Isabelle, uma garotinha louca para participar de aventuras. E é aí que a história vai começar...


Uma das metáforas que o filme faz é sobre o proposito e o sentido da vida. Estamos aqui para realizar alguma coisa. Precisamos fazer algo. Temos que ter um objetivo. O de Hugo é consertar as coisas. Especificamente consertar o automato (uma espécie de robô) no qual ele e seu pai trabalhavam. Hugo acredita que, antes de morrer, seu pai lhe deixou um legado. E é por isso que ele PRECISA descobrir reparar o robô e descobrir qual é a mensagem que o mesmo tem para ele. Para isso não mede esforços para conseguir as peças que faltam para ajeitar o aparelho, furtando inclusive.

Outro ponto importante que percebi foi a questão artista que entra no ostracismo e acaba por dar a volta por cima com a ajuda do outro (mesmo sem querer). Reconhecimento, superação, bla bla bla. Esse é o lance metalinguístico do filme.


Tem um monte de ator e atriz famos@s no filme: Ben Kingsley (o ator que fez Gandhi e o psiquiatra de Shutter Island), Sacha Baron Cohen (Borat, Bruno, Ali G), Chloë Grace Moretz (a gatinha Hit Girl em Kick Ass), Christopher Lee (Conde Dooku, SARUMAN) e Jude Law como o pai de Hugo. O diretor é Martin Scorsese. Mesmo com tudo isso, com toda essa grife, não achei o filme essas coisas. E olhe que venceu 5 Oscar...

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