Dias Comuns

qualquer coisa aleatória que passa na cabeça

14 de novembro de 2014

ENEM e League of Legends


Fiz o ENEM esse final de semana passado por motivos de NÃO SEI e meu resultado foi bem bosta, segundo o gabarito oficial: 99 de 180 questões. Levando em consideração que dessas questões acertei 74 só nas de Ciências Humanas e Linguagens, sou um ótimo historiador e um péssimo CALCULADOR. Ser amigo de meninas que cursam química e matemática não me ajudou em nada nessas provas. Zero de conhecimento absorvido por OSMOSE (a parte da biologia eu fui mediano).

Enquanto realizava a prova, pensei em todo sistema de segurança que deve ser feito para que a mesma não vaze antes da hora e nas possíveis fraudes que podem ocorrer durante a aplicação do concurso.

Imaginei também como seria trabalhoso e quantas pessoas estariam envolvidas e articuladas para conseguir que alguém não capaz intelectualmente ingressasse na faculdade. Alguém beeeeeeem tapado, sabe?

Com esse devaneio em mente e o vicio de League of Legends na cabeça, associei as supostas fraudes em concursos públicos em geral com o que ocorre no joguinho de bonecos: Elojob.


Elojob, para os leigos sobre o jogo, é quando uma pessoa utiliza a conta de outra com intuito de aumentar o MMR. O MMR é um calculo que a produtora do jogo faz para medir a habilidade do jogador baseado em seus jogos. Se alguém bem melhor joga na conta de um ruinzinho, vai ganhar muito mais partidas, certo? Bem simples. E como no League of Legends existe uma espécie de campeonato interno do jogo, as pessoas mais bem posicionadas ganham recompensas por serem boas.

Pode parecer um crime sem vitimas, mas quando as pessoas REAIS voltam a jogar em suas contas, que foram artificialmente melhoradas por outras pessoas, não conseguem manter o mesmo ritmo de jogo, correto? Falta dedo (mecânica), faltam decisões melhores (raciocínio e estratégia). E aí essa pessoa acaba estragando a experiência de jogo dos outros quatro humanos do time (League of Legends é um jogo de equipe).

Moral da história: não seja uma fraude.

Dica para concursos: não tenha medo de marcar quatro alternativas "A" no gabarito de um concurso.

Dica para concursos [2]: se uma questão parece fácil demais e óbvia demais, ela é fácil demais e óbvia demais. Não procure pelo em ovo.
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