Dias Comuns

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9 de julho de 2017

NOVAIS, Fernando A. O brasil nos quadros do antigo sistema colonial. IM; MOTA, Carlos Guilherme. Brasil em perspectiva. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1988. Cap I, p47-63

De 1500 a 1800, o Brasil, colônia portuguesa, estava relacionado ao contexto europeu da expansão comercial e colonial europeia, sendo aqui utilizado o sistema colonial mercantilista.
Quando os europeus chegaram ao novo mundo, a exploração comercial da terra foi a forma mais utilizada de adquirir suas riquezas. Só depois que veio a exploração colonial, ou seja, além de explorar as terras, ainda traziam europeus para residir na américa.
A colonização, segundo os padrões europeus, é a intervenção direta dos mesmos na produção, bem como já dito anteriormente, a vinda de europeus brancos para as novas terras (e não a miscigenação) para residir nas colônias. Contudo, mesmo com a colonização, a exploração continua.
Os modos que os europeus encontraram para valorizar a terra foram dois: a agricultura  na América portuguesa e a mineração na América espanhola.
A expansão mercantil está diretamente ligada a formação dos estados modernos. Estes estados tinham um papel financiador (das colônias), além do poder ficar centralizado. A unificação dos estados aumenta a exploração ultramarina, acarretando disputas entre as novas nações  no contexto do mercantilismo.
O monopólio do comercio nas colônias acontece, no Brasil, através do “pacto colonial”. Isto trazia diversos lucros aos europeus. Isto também trouxe a mudança do  “eixo econômico” do Oriente para o Atlântico. No Brasil, o principal produto agricola era a cana-de-açucar.
O lucro proporcionado pelo novo mundo trouxe uma inflação de preços na Europa (a revolução dos preços). Contudo, o salário, não aumentou na mesma proporção.
A economia colonial é considerada altamente especializada, usa a mão-de-obra escrava negr, além do uso de nátivos na produção agrícola.
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