19 de dezembro de 2016

Baleias

No seu iOS e Android tem uma lojinha cheia de aplicativos e jogos. Alguns são pagos e outros não. Vamos falar sobre jogos grátis.

("Não existe lanche grátis", disse Igor, quando me negou um sanduiche de camarão internacional.)

Boa parte da gratuidade desses joguinhos se sustenta devido ao modelo econômico utilizado chamado Freemium. Funciona quando uma minoria de usuários é responsável por investir/gastar mais dinheiro, proporcionalmente, do que a maioria. Uma pirâmide de cabeça para baixo. O pouco sustenta o muito.

League of Legends é um jogo freemium: sua utilização é livre. Joga-se pelo tempo que quiser sem precisar pagar um centavo. E como o jogo é subsidiado? Os jogadores mais viciados (eu, antigamente) compram skins (roupinhas para os personagens que nada afetam seus atributos, só a parte cosmética). 

Sim, é só isso. 10 reais num mês, 20 no seguinte e no final do ano, SEM PERCEBER, mais de 200 reais em diversão com um só jogo. 

Quando meu notebook quebrou, passei a me interessar, obrigatoriamente, por games feito para o celular. Dois me chamaram atenção: DC Legends e Star Wars - Galaxy of Heroes. Eles sao Freemium, só que, pra mim, há dois grandes PORÉNS.

Primeiro: Enquanto no LoL recebe-se o produto inteiro (a skin com nova falas, efeitos, cores, animações diferentes, etc), nesses outros dois jogos citados recebe-se apenas PARTE dos produtos. Como assim? Imagine que no Natal sua família te dê, ao invés do boneco do Max Steel, apenas a mão do boneco. O fragmento de um todo! E toda vez que você comprasse uma nova caixa esperando vir o brinquedo completo, só vem partes dele. Algumas até repetidas! E, diferente das figurinhas dos álbuns, não tem como trocar. Chato, né?  

Segundo: Diferente do LoL, não existe uma competição com pessoas reais, mas sim quem consegue pagar mais pra ter o melhor personagem (talvez) e lutar contra a inteligência artificial do personagem de outra pessoa (que segue passos programados, sem improviso). Não tem um humano do lado de lá, poxa! Qual a graça de um jogo comunitário onde não há interação? Até no Pokemon Go tem! E em um jogo que Batuta me indicou, Clash Royale, é possível lutar em tempo real contra uma pessoa de carne e ossomem batalhas amistosas (fora isso, também é inteligência artificial, mas ei!, pelo menos a tecnologia existe)

Conclusão: que bom que existem pessoas que ganham bem o suficiente e são impulsivas para financiar minha diversão virtual como jogador F2P. A essas baleias - do inglês "Whales", termo que designa a minoria que sustenta o modelo Freemium - dou os meus agradecimentos: MUITO OBRIGADO!

(Mas se você me perguntar, diria para investir seu dinheiro em outros jogos)

P.s: DLC é outra forma da industria de games arrancar nosso escalpo. Qual a dificuldade de lançar um jogo completo? Tô falando daqueles DLC lançados uma semana ou um mês depois do jogo original. Não precisa disso...

11 de novembro de 2016

Abrace a insônia dentro de você

Insônia é quando você bota a cabeça no travesseiro e, de repente, seu cérebro parece que ingeriu taurina, te fazendo pensar em mil coisas e é aí que você deixa de dormir para traçar vários planos inconcretizaveis.

Acontece bastante comigo, por essa definição.

Nesses momentos existem dois caminhos: lutar contra o pensar não-pensando (difícil!) ou ceder ao imperativo biológico e fazer alguma coisa. 

Estou optando pela segunda. Ao invés de me revirar na cama procurando um sono que nunca vem, vou ler. Ou ver um filme. Ou jogar um jogo. Ou arrumar o quarto. Ou escrever no blog. 

Se são duas horas da manhã e eu preciso acordar as seis, e sei que, caso durma, vou acordar mais cansado do que se não tivesse dormido, então por que insistir? Abrace a insônia. 

(No dia seguinte faça uma atividade física pro seu corpo ficar exaurido e voltar a programação normal. Funciona comigo)

9 de novembro de 2016

As sugestões que as pessoas dão

Creio ser natural do ser humano querer compartilhar sua felicidade com os outros. Esses pedacinhos alegres da vida vem em diversas formas: uma aprovação em concurso, passar aquela fase difícil de um jogo, a energia da casa voltar quando seu corpo só queria um pouco de ventilador, encontrar 10 reais no chão, um torrent ter muitos seeders.

Uma maneira mais simples de mostrar seu entusiasmo e contentamento para o mundo é indicar um filme, um livro, uma série, um jogo. Nessas horas, contudo, vejo sempre o receio das pessoas de embarcarem de cabeça na recomendação do coleguinha.

Tenho divagacoes a respeito. Em relação ao influenciado me pergunto: porque tanta hesitação? Por que protelar ou, mais comum, simplesmente ignorar a sugestão? E para quem está induzindo: que bem faz propor algo? Por que a pessoa precisa ver/ler/assistir/jogar o que você quer? Qual o seu propósito com isso?

5 de novembro de 2016

Selecão natural no ENEM

Todo ano é a mesma coisa: milhares de pessoas eliminadas pela seleção natural por não terem a capacidade de realizar um planejamento minimo de descobrir onde será realizada a prova, sair cedo de casa e não saber como funciona o horário de verão.

E eu acho que o governo faz só de sacanagem pra eliminar os imbecis. Se esperassem um pouquinho, ninguém daria como desculpa o horário de verão.

4 de novembro de 2016

Egito e o dia de finados

Tava pensando sobre dia de finados, a celebração de quem morreu, em porque as pessoas ainda enterram ao invés de cremar os corpos (quero ser cremado e que botem minhas cinzas num jarrinho de plantas!) e em uma dessas divagações aleatórias me peguei imaginando porque doar os órgãos não é o padrão. Sabe sua carteira de identidade escrito "não doador de órgãos e tecidos"? Então. Devíamos ser todos doadores. Por que não é assim? Será que as pessoas acham que vão ressuscitar? Pra mim não faz nenhum sentido. No velório de alguém a gente só vê o rosto; o corpo é coberto por flores e ainda há uma roupa, ninguém fica nu. Não há *risco" de ver as cicatrizes das incisões na retirada dos órgãos. Então por que tanta gente acha um horror doar?

Isso me lembra aquele povo. Os egípcios. Naquela época fazia sentido para eles. Mas hoje? Sei não.

2 de novembro de 2016

Virei um Mobile Player?

Desde que meu notebook deixou de funcionar (não sei o que, não fiz orçamento, suspeito da placa de vídeo ou HD), realizo meu contato com a REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES através de tres dispositivos: celular, tablet e netbook. Cada um cumpre uma função específica.

Começando pelo último: nele obtenho as séries e filmes para deleite pessoal. No penúltimo leio aqueles livros que sempre planejei, mas o computador tirava minha atenção. Por ele também uso o feedly pra não ficar tão alienado (ou me informar dentro da bolha).

É no primeiro que mora o perigo.

Passada a febre do Pokémon Go, desenvolvi o hábito de, a cada seis horas, dar um olhadinha no Star Wars: Galaxy of Heroes. São dois jogos que eu cheguei por último, nem tem mais tanto hype, maioria dos meus coleguinhas nem jogam mais. Já eu, sem ter outra opção...

Galaxy of Heroes é um caso sério: o jogo consiste em lutas baseadas em turnos (idêntico aos antigos RPGs de Final Fantasy). Esse tipo de batalhas, ao lado dos MOBAS e Hack'n'Slash, são as que mais me atraem.

E é sobre atração esse texto: estou aguardando ANSIOSAMENTE o lançamento de DC Legends, um jogo que, pelos trailers, será semelhante ao SWGOH. Desde que descobri sobre, me cadastrei na "pré venda" (é de graça) para ganhar a Mulher Maravilha no lançamento. Detalhe é que nada entendo do universo DC (ou Marvel). Servem só como estética para o que procuro (semelhante ao sucesso de Pokémon Go, que só rendeu downloads por ser Pokémon).

O jogo está programado para sair em novembro. Hoje já é dia 2 e ainda nada. E sabe lá quanto tempo não escrevo aqui, mas se isso me motivou, acho que você pode ter uma ideia do que eu possa ter me transformado.

P.S: do computador sinto falta do LoL e de abrir várias abas ao mesmo tempo. O netbook de Isadora é mais lento que meu iPad 1.

9 de setembro de 2016

Minha jornada Pokémon - Dia 1 e 2

Tudo começou quando o celular da minha tia quebrou. Ela falou para eu comprar um novo e que ficaria com o meu antigo. Beleza. Comprei um Lenovo Vibe K5 SOMENTE PARA JOGAR POKÉMON. E era o melhor custo-beneficio também. 

Meu celular é pré-pago e não costumo botar crédito. Então só me restava jogar aqui em casa no começo. Falei tanto de Pokémon para minha tia que deixei ela escolher e capturar o primeiro: Bulbassauro. Depois disso, aqui nas redondezas de casa, onde pegava o wifi, não encontrei nenhum.

Meu primeiro Pokémon EFETIVAMENTE capturado foi o Venonat. Dois na verdade.


Aconteceu em uma clinica para alergia (fui fazer exames). Lá tinha wifi e esse menino chamado LUCAS berrando porque a mãe e a avó não deixavam ele mexer o braço. Talvez o mundo real tenha afetado o virtual e feito o Venonat aparecer diante de tanta choradeira. Esse foi meu primeiro dia nesta aventura Pokémon.

O segundo foi hoje, capturei vários enquanto me deslocava para encontrar com Mariana. Uma foto para cada um, sem contar os repetidos.

Caterpie atravessando a rua na faixa:


Eevee no jardim:


Ratata na rua:


Mariana posando com o Weedle:


Bellsprout crescendo entre o piso da cidade:


Krabby e a dança do siri:


Exeggcute fazendo a vigilância da loja:


Clefairy pegando uma carona na bicicleta:


Mariana e o Pidgey



1 de setembro de 2016

Gosto meio roxo

Um dos personagens do League of Legends que eu comprei por motivos que fogem o kit do personagem dentro do jogo foi a Lulu. Na época do seu lançamento, lá em 2012, as falas dela eram super fofinhas, especialmente sua risadinha:


Essa semana, entretanto, descobri um vídeo que mudou minha percepção de fofura sobre a Lulu:

25 de agosto de 2016

Terremoto


Ontem

[12:49] Júlio: andré, comente http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/08/23/terremoto-de-magnitude-62-atinge-regiao-no-centro-da-italia.htm    
[12:54] André: Itália é famosa por ter esses tremores                      
[12:54] André: Terão replicas ai ainda, com ctz                          
[13:33] Hygor: Réplicas são as respostas de outros terremotos?                      
[13:38] Danilo: sim. Qdo tem um terremoto, ai outros terremotos vão opiniar                      
[13:39] PV: o trabalho do geologo eh conversar com eles e chegar a um acordo                      
[13:39] PV: e evitar mais destruições                      
[13:40] Hygor: Não                      
[13:42] André: Kkkkk                      
[13:47] Túlio: Auahauahauhaua                      
[15:08] Hygor: Ahauahaua                      
[15:08] Hygor: Tipo um debate

Hoje

[10:43] Hygor: Vandall, discurse sobre o atentado dos terremotos na Itália                                             [10:47] André: Não to acompanhando. Rolou oq por la hoje?                      
[10:58] PV: eh, Vandall, essa história está muito mal explicada                      
[11:03] Igor: terremoto, v and                      
[11:03] Igor: morreram umas 250 pessoas                      
[11:07] André: Ontem, né                      
[11:07] André: Queria saber se hoje tiveram réplicas                      
[11:07] André: Deve ter tido                      
[11:07] André: Deve ter nos prox 5 dias                      
[11:07] Igor: ah                      
[11:07] Igor: nao sei                      
[11:17] Hygor: Teve uma                      
[11:17] PV: depois de 5 dias perde o direito de resposta ne                      
[11:17] Hygor: Vandall que sabe aí                      
[11:17] Hygor: Quantas réplicas tem direito                      
[11:18] Júlio: UAHUAHUAUAHUAHUAAH

12 de julho de 2016

Uma mensagem de alerta nunca foi tão verdade

"Talvez as mensagens recebidas demorem para chegar". Isso nunca foi tao verdade como agora. Dois anos depois.