Essa semana o Reddit normal não abria mais no iOS 5.1.1. Pedia para instalar o APP (que não era instalável nesse sistema operacional). Felizmente consegui acessar através do old.reddit.com.
Já com o YouTube... não teve jeito. O m.youtube.com, versão para mobile, não abre mais os vídeos. Triste demais.
YouPorn funciona.
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quinta-feira, 19 de setembro de 2019
sábado, 14 de setembro de 2019
Senha com letra maiúscula
Odeio serviços que pedem para você criar uma conta te obrigando a usar uma letra maiúscula na senha.
sábado, 15 de dezembro de 2018
Notebook
Eu lembro que um dos motivos de ter comprado um notebook anos atrás foi por causa de Age of Empires II. Um jogo que nem jogava muito, pra ser sincero.
Uma vez PV me chamou pra jogar junto com outras pessoas enquanto beberíamos e comeríamos. Cada um levaria seu pc/note, montaríamos a rede e nos divertiríamos. Na época eu não tinha o notebook, levei o da minha tia emprestado, já que Age ainda é um jogo bem leve, mesmo para um computador sem placa de vídeo.
Foi um trabalhão montar a rede e eu não lembro de termos jogado nada. Quase certeza que não jogamos, só bebemos. Mas mesmo assim ficou essa ideia na cabeça de ter um notebook pra levar pra qualquer lugar e jogar com a galera, igual um bom filme adolescente.
NUNCA ACONTECEU.
Meu notebook ficou no meu quarto sempre.
Pra não dizer que NUNCA aconteceu de, uma única vez em cinco anos de notebook, amigos virem aqui em casa e jogarmos LoL, cada um em seu note. Dessa vez eu tirei ele do quarto e botei na sala.
Foi muito divertido. Queria repetir mais vezes, mas acho que não ocorrerá.
Uma vez PV me chamou pra jogar junto com outras pessoas enquanto beberíamos e comeríamos. Cada um levaria seu pc/note, montaríamos a rede e nos divertiríamos. Na época eu não tinha o notebook, levei o da minha tia emprestado, já que Age ainda é um jogo bem leve, mesmo para um computador sem placa de vídeo.
Foi um trabalhão montar a rede e eu não lembro de termos jogado nada. Quase certeza que não jogamos, só bebemos. Mas mesmo assim ficou essa ideia na cabeça de ter um notebook pra levar pra qualquer lugar e jogar com a galera, igual um bom filme adolescente.
NUNCA ACONTECEU.
Meu notebook ficou no meu quarto sempre.
Pra não dizer que NUNCA aconteceu de, uma única vez em cinco anos de notebook, amigos virem aqui em casa e jogarmos LoL, cada um em seu note. Dessa vez eu tirei ele do quarto e botei na sala.
Foi muito divertido. Queria repetir mais vezes, mas acho que não ocorrerá.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Placa de vídeo
Desde que meu notebook deu pau no final do ano passado, nunca mais consegui instalar os drivers dá placa de vídeo (AMD RADEON 8850M).
Tentei várias soluções, nenhuma delas resolveu.
Penso em mandar ajeitar a placa, mas não deve compensar financeiramente, isso se tiver jeito e se realmente for um problema de hardware (porque sempre considero que não encontrei a solução certa no software; é o que mantém a esperança)
Depois penso em comprar um desktop, mas é fio demais. Estabilizador/nobreak, gabinete, monitor, fio do teclado, mouse, headset, caixa de som... Esqueci algo? Não quero mais fios na minha vida.
(Uso dois fios: a fonte que liga o notebook na tomada e o mouse; headset opcional, a noite, para não fazer barulho).
Um ALL-IN-ONE não tem fios, é lindo, mas não tem as especificações do meu notebook. Será que roda bem os jogos? Nao conheço ninguém que tenha para essa função (jogos). E são caros. Fora a manutenção: quem é que conserta se der pau?
Só que, in(felizmente), o único jogo que gosto de jogar é League of Legends. Que roda tranquilo no meu notebook. Então não preciso consertar ou adquirir nada. Não até que ele quebre completamente.
Então percebo que o problema está em mim. Em me sentir incomodado em ver algo quebrado, tentar consertar, não conseguir. E isso fica martelando. Como se quando consertasse todos os problemas se resolvessem.
Não é assim que funciona.
Tentei várias soluções, nenhuma delas resolveu.
Penso em mandar ajeitar a placa, mas não deve compensar financeiramente, isso se tiver jeito e se realmente for um problema de hardware (porque sempre considero que não encontrei a solução certa no software; é o que mantém a esperança)
Depois penso em comprar um desktop, mas é fio demais. Estabilizador/nobreak, gabinete, monitor, fio do teclado, mouse, headset, caixa de som... Esqueci algo? Não quero mais fios na minha vida.
(Uso dois fios: a fonte que liga o notebook na tomada e o mouse; headset opcional, a noite, para não fazer barulho).
Um ALL-IN-ONE não tem fios, é lindo, mas não tem as especificações do meu notebook. Será que roda bem os jogos? Nao conheço ninguém que tenha para essa função (jogos). E são caros. Fora a manutenção: quem é que conserta se der pau?
Só que, in(felizmente), o único jogo que gosto de jogar é League of Legends. Que roda tranquilo no meu notebook. Então não preciso consertar ou adquirir nada. Não até que ele quebre completamente.
Então percebo que o problema está em mim. Em me sentir incomodado em ver algo quebrado, tentar consertar, não conseguir. E isso fica martelando. Como se quando consertasse todos os problemas se resolvessem.
Não é assim que funciona.
terça-feira, 18 de abril de 2017
Whatsapp Web
Eu deixo meu celular no quarto, bem longe de onde fico com meu notebook, e o site do Whatsapp Web nunca cai. Quando trago o celular para o meu lado, do lado do computador, ele cai.
Alguém explica o inexplicável?
Alguém explica o inexplicável?
terça-feira, 6 de outubro de 2015
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Eu ainda tenho a primeira versão do iPad
Não lembro em que ano foi, talvez 2013, que comprei de um ex-namorado de uma ex-amiga um iPad. É o primeiro. Não tem câmera! A última atualização dele foi a 5.1.1 e depois disso mais nada. Pra você ter uma ideia, o aplicativo nativo do YouTube não funciona mais! (Mas, pelo menos, existe uma versão alternativa na AppStore, UFA!)
Até hoje uso ele para as mesmas coisas de quando adquiri: ler eBooks e navegar na internet antes de dormir. Só que com o passar do tempo, os sites foram ficando cada vez mais pesados e alguns simplesmente travam o Safari, reiniciando o App. O site do GloboEsporte, por exemplo, vive travando.
As vezes, pelo consumismo, tenho vontade de possuir uma versão melhor, mas logo ela passa. Nunca vou sair com ele pra tirar fotos ou filmar: tenho uma câmera pra isso. É possível conviver com algumas travadinhas no Safari e um portfólio irrisório de aplicativos que ainda rodam nessa versão.
Mas que é chato, é.
Até hoje uso ele para as mesmas coisas de quando adquiri: ler eBooks e navegar na internet antes de dormir. Só que com o passar do tempo, os sites foram ficando cada vez mais pesados e alguns simplesmente travam o Safari, reiniciando o App. O site do GloboEsporte, por exemplo, vive travando.
As vezes, pelo consumismo, tenho vontade de possuir uma versão melhor, mas logo ela passa. Nunca vou sair com ele pra tirar fotos ou filmar: tenho uma câmera pra isso. É possível conviver com algumas travadinhas no Safari e um portfólio irrisório de aplicativos que ainda rodam nessa versão.
Mas que é chato, é.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Nordestão
O mais legal desse anuncio publicitário para contratação de gente para o Nordestão é que me fez lembrar que já tinha lido a noticia sobre a pesquisa que tenta explicar porque conseguimos ler as palavras mesmo com as letras embaralhadas. Em síntese: se a primeira e última letra estiverem no local certo, tá tranquilo! Conseguiremos ler. Talvez tenhamos dificuldade se não conhecermos a palavra (numa linguá que não seja a materna, por exemplo), mas fora isso não tem uma dificuldade elevada.
O título da reportagem é Breaking the Code: Why Yuor Barin Can Raed Tihs.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
O melhor APP do MUNDO! (Segundo a ONU)
Esse semestre fui OBRIGADO, devido a reformulação da grade de História, a pagar uma nova disciplina: Libras. Pra quem não sabe, Libras é a língua brasileira de sinais (língua, não linguagem!).
Nada melhor do que pagar uma disciplina com uma profunda conhecedora do tema, né? Quem mais adequado do que uma pessoa surda? Pois então! Quem já fez cursos de outras línguas (inglês, espanhol, francês, alemão, etc), sabe como é DIVERTIDO ter um falante original.
Estou penando bastante na matéria. Faltei uma aula, a primeira, e na seguinte parecia que TODOS já sabiam se comunicar através das mãos. Me senti bastante DESESPERADO e um pouco tapado. A aula é um silêncio enorme, como disse um amigo meu (Batuta) "parece uma coreografia sem música". A analogia que fiz foi com os jutsus de Naruto, mas enfim...
Comentei então com amigos sobre a dificuldade que tava tendo pra aprender e um deles (Tweek), me indicou algo simplesmente genial: um aplicativo feito por BRASILEIROS chamado HAND TALK (falar com as mãos, numa tradução livre). Neste aplicativo você digita (ou tira foto, ou captura um áudio) o que quer falar e um interprete virtual mostra como devem ser feito os sinais. Uma ideia tão simples e que faz tanta diferença! Não é a toa que ele foi eleito pela ONU o melhor app do mundo. Não é pouca coisa, hein?
Recomendo bastante! Tenho certeza que ficará muito mais fácil para mim aprender LIBRAS (no fim do semestre digo se foi mesmo).
Nada melhor do que pagar uma disciplina com uma profunda conhecedora do tema, né? Quem mais adequado do que uma pessoa surda? Pois então! Quem já fez cursos de outras línguas (inglês, espanhol, francês, alemão, etc), sabe como é DIVERTIDO ter um falante original.
Estou penando bastante na matéria. Faltei uma aula, a primeira, e na seguinte parecia que TODOS já sabiam se comunicar através das mãos. Me senti bastante DESESPERADO e um pouco tapado. A aula é um silêncio enorme, como disse um amigo meu (Batuta) "parece uma coreografia sem música". A analogia que fiz foi com os jutsus de Naruto, mas enfim...
Comentei então com amigos sobre a dificuldade que tava tendo pra aprender e um deles (Tweek), me indicou algo simplesmente genial: um aplicativo feito por BRASILEIROS chamado HAND TALK (falar com as mãos, numa tradução livre). Neste aplicativo você digita (ou tira foto, ou captura um áudio) o que quer falar e um interprete virtual mostra como devem ser feito os sinais. Uma ideia tão simples e que faz tanta diferença! Não é a toa que ele foi eleito pela ONU o melhor app do mundo. Não é pouca coisa, hein?
Recomendo bastante! Tenho certeza que ficará muito mais fácil para mim aprender LIBRAS (no fim do semestre digo se foi mesmo).
segunda-feira, 24 de junho de 2013
A TV, A Tomada e A Ironia
Ontem compramos uma TV nova. Ela é cheias dessas novas tecnologias: acessa internet, possuí saída HDMI e USB, óculos para assistir em 3D, lava, passa e faz café. Dá até para sentir o cheiro das coisas que estão na tela!
(O 3D é a alegria da casa. Minhas tias param, olham pra TV pra algum comercial de comida e uma delas diz "Você sentiu? Eu senti... acho que essa TV emite cheiros também... fiquei com fome agora!")
Daí fomos "montar" a TV, né. Escolhemos um local bem adequado na sala, medimos a distância do sofá até ela, botamos o encaixe, ficou tudo perfeito. Só que aí fomos ligá-la na tomada e... SURPRESA!
NÃO TEMOS O NOVO PADRÃO DE TOMADAS EM CASA. E a TV vem neste novo padrão.
Bateu o desespero. Afinal tínhamos gasto mais de UM MILHÃO DE REAIS EM BARRAS DE OURO QUE VALEM MAIS DO QUE DINHEIRO e sequer possuíamos um adaptador. Que custa, sei lá, CINQUENTA CENTAVOS?
Ontem não teve TV aqui.
(Mas hoje contornamos o problema.)
terça-feira, 4 de junho de 2013
Como converter vídeos de um formato para outro
Você aí, que quer fazer um determinado tipo de arquivo de vídeo rodar no seu celular e não consegue? SEUS PROBLEMAS ACABARAM.
O FormatFactory é um programa GRATUITO que fornece a possibilidade de converter quaisquer tipos de arquivos de vídeo para os seguintes formatos: mp4, avi, 3gp, rmvb, gif, wmv, mkv, mpg, vob, mov, flv, swf.
Por que isso é importante?
Imagine que você quer ver algum filme ou seriado em seu aparelho, mas os APPS que o mesmo contem não suportam "rodar" determinado arquivo. Convertendo-o, é possível!
Ou então você quer pegar uma cena e transformá-la em um GIF ANIMADO para por no seu TUMBLR: fácil! É só escolher a opção para transformar em .GIF.
Talvez você tenha um site de séries e animes e queira deixar os arquivos em um formato menor para que as pessoas com internet discada possam ter a oportunidade de baixar os arquivos. Tranquilo! Nada como transformá-los em RMVB.
Quem sabe o seu antigo DVD PLAYER rode apenas formatos DIVX, então você pode converter todos os seus vídeos para .AVI e assim assisti-los!
As possibilidades são infinitas!
Mas como fazer?
1. Baixe o programa: FormatFactory;
2. Instale-o;
3. Escolha para qual formato você quer converter seu arquivo. No exemplo, transformei um arquivo de altíssima qualidade (720p) em um .flv (formato comum de vídeos do YouTube);
Clique na imagem para ampliar
3.1. Escolha o formato do arquivo;
3.2. Clique em "Adicionar arquivo" e escolha-o;
3.3. Após selecionado, o arquivo aparecerá;
3.4. Clique em "Ok".
3.5. Para concluir, clique em "Click to Start" e aguarde.
3.6. Após alguns minutos: sucesso! Transformei um arquivo de 919mb em um de 198mb. Uma economia de mais de 700mb! Para quem tem aquele computador velho, com HDs pequenos, seria um espaço bastante considerável, né?
O programa tem muito mais opções que vão além da conversão de vídeos. É possível converter formatos de áudio, de imagens, editar vídeos, fundir vídeos, criar arquivos .iso... um ótimo programa DE GRAÇA!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Compre já o seu MECHA
Você que já assistiu séries como Mobile Suit Gundam Wing, Code Geass, Neon Genesis Evangelion, Tengen Toppa Gurren Lagann, RahXephon e sempre teve vontade de pilotar aqueles ROBÔS GIGANTES, seus problemas acabaram. Eles começaram a ser vendidos no Japão. E é até baratinho, apenas R$2,5 milhões.
Um mecha (メカ meka?, abreviatura de mechanical, inglês para mecânico) é um robô gigante (geralmente bípede) controlado por um piloto ou controlador, comuns em algumas obras de ficção científica, mangá e anime. Um mecha geralmente é uma máquina de guerra ou combate com pernas, cujos principais oponentes são monstros gigantes ou outros mechas. Geralmente são construídos em formato antropomórfico (de ser humano) ou de animais. (Fonte)Os "Kuratas", nome dado aos robôs produzidos pela empresa Suidobashi Heavy Industries, alcançam até 4 metros de altura, funciona a gasolina, pesa em torno de 4,5 toneladas e tem velocidade máxima de apenas 10km/h.
O vídeo abaixo ensina como pilotar um dessas BELEZURAS.
Vivemos no futuro! A parte mais legal do vídeo é quando o robô atira ao identificar o sorriso do piloto. Cuidado para não sorrir demais e cometer uma CHACINA!
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Obsolescência programada e eu
Dia desses li um ótimo texto de AUTOCRÍTICA feito pelo "Kid" (o Izzy Nobre do Hoje é um bom dia) no qual o mesmo falava sobre seu vicio em tecnologia. Em especial, os aparelhos novos da Apple (iPhone, iPad, iQualquercoisa). Ele disse que não consegue deixar de comprar os novos aparelhos, mesmo que apenas poucas funções sejam acrescentadas numa versão mais nova.
Eu seria muito mais feliz se me contentasse em usar o mesmo celular por mais de um ano, ou não precisasse acumular tantos aparelhos eletrônicos sempre que eles são lançados (...) Acho que eu deveria começar a praticar origami ou alguma coisa assim, porque dar 500-600 dólares pra Apple de 6 em 6 meses tá foda.Dias depois vi um artigo na Wired explicando porque ainda é possível vender o iPad 1 (sem câmeras, sistema operacional antigo e processador mais LERDO, por exemplo) por 250 dólares. Um valor considerado alto, mesmo o aparelho sendo usado e estando a três gerações "defasado". Lembrando que o aparelho custava 499 dólares em 2010.
O artigo dizia que muitas pessoas não estavam atrás de todas aquelas funções MÁGICAS, mas apenas queriam acessar a internet. E em comparação a um notebook/netbook, um tablet é mais prático de se levar. Como se o iPad substituísse esses aparelhos.
“We are shocked at how well the iPad has held its value thus far,” says Nicholas Fiorentino, CEO of Totem, a San Diego company that resells mobile devices to business users. His company is still doing a brisk original iPad business. “There are a lot of people who don’t need all the bells and whistles that the iPad 2 and iPad 3 have,” he says.E então me lembro de um termo que ouvi por aí chamado "Obsolescência programada". Vamos a definição da Wikipédia.
Corporate users have often written custom software for the large-screened iPads, and that makes the iPad mini a non-starter for many in the corporate world, Fiorentino says. “A lot of them don’t need a front-facing camera or a Retina Display,” he says of his iPad 1 buyers. “All of them just need a mobile screen.”
Obsolescência programada é o nome dado à vida curta de um bem ou produto projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido. A obsolescência programada faz parte de um fenômeno industrial e mercadológico surgido nos países capitalistas nas décadas de 1930 e 1940 conhecido como "descartalização". Faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos.Repare que o verbete fala em obrigatoriedade, mas o que EU mais observo é a compulsão por querer algo mais recente, seja pelas funções do aparelho (já que o antigo é "defasado"), seja pelo status que isso proporciona no seu meio social.
A obsolescência programada foi criada, na década de 1920, pelo então presidente da General Motors Alfred Sloan. Ele buscou atrair os consumidores a trocar de carro frequentemente, tendo como apelo a mudança anual de modelos e acessórios. Bill Gates, fundador da Microsoft, também adotou esta estratégia de negócio nas atualizações do Windows.
Associei isso tudo a minha vida. Recentemente adquiri o iPad 1 por módicos R$400 (usado), mais barato que os 250 dólares sugeridos pela Wired. E estou bastante satisfeito com ele. Penso em atualizar quando o meu cair e quebrar. O mesmo posso dizer da minha câmera digital, uma Sony Cybershot DSCW5. Comprei ela em 2005, não cai no mito do megapixel, e só penso em adquirir uma nova quando esta partir dessa pra melhor. A TV (uma Samsung de resolução 1366x768), que uso como monitor, foi adquirida em 2007 e existe até hoje.
Claro que isso se deve a minha situação financeira, né? Se eu tivesse dinheiro sobrando, possivelmente iria me interessar por aparelhos mais novos. Por outro lado, sempre fui bastante econômico, então eu iria pensar muito e comparar demais os produtos antes de adquirir efetivamente comprar.
Outro ponto que deve ser observado é que, geralmente, aparelhos mais novos são mais econômicos (uma geladeira mais nova consome menos energia que uma antiga, por exemplo). E se você for uma pessoa descuidada, o dinheiro que gastaria na manutenção de um produto (um computador, por exemplo), poderia ser revertido em um upgrade ou a compra de um novo.
Não sou uma pessoa consumista.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
O Cache do Google sumiu. E agora? Tem volta? Como acessar o cache do Google?
Dia desses (ontem) tava conversando com Ana Clara e no meio da nossa conversa lembrei de um artigo sobre o assunto que estávamos discutindo. Depois de muito tempo consegui encontrar o link (tava na timeline do facebook), mas não consegui acessá-lo. Dava erro 404.
Procurei então por um trecho do texto no Google, mas também nada. TODAS as páginas mostravam só aquele pequeno excerto, mas nunca o texto integral. Comecei a ficar DESESPERADO, né? Era uma QUESTÃO DE HONRA encontrar o link.
Então lembrei do cache do Google. Mas o que é esse cache?
Ou seja, o cache salva o conteúdo de alguns (milhões de) sites, de tempos em tempos, para classificá-los na hora em que alguém busca por alguma palavra. Fácil, né?
Antigamente o cache do Google era facilmente encontrado. Ficava logo abaixo dos resultados da pesquisa. Veja a imagem abaixo.
Só que agora ele está menos visível. Não aparece mais desse jeito. Por que? Não sei, mas com certeza dificultou um pouco o link que eu queria encontrar. C'est la vie.
Mas então... como posso acessar ou recuperar sites baseados no cache do Google? Observe a imagem abaixo. Ao pesquisar por alguma palavra, no exemplo "Dias Comuns", o Google me mostra as páginas que contem o que procuro. Deixe o mouse sobre o resultado da busca que você quer. Ao fazer isso, aparecerá aquela seta (>>, marcada com o número 1). Clique nela e, logo em seguida, a página em cache estará disponível logo ao lado.
Essa é uma das vantagens do cache do Google: poder acessar um site que está offline ou que foi apagado recentemente. Outro ponto positivo é a possibilidade de, numa possível migração de dados, recuperar algum conteúdo que ficou para trás.
E, ah, o link que eu tava atrás era esse aqui. Procure por "O Brasil Não É um País Ocidental". Era uma conversa sobre conceituação de certas palavras.
Procurei então por um trecho do texto no Google, mas também nada. TODAS as páginas mostravam só aquele pequeno excerto, mas nunca o texto integral. Comecei a ficar DESESPERADO, né? Era uma QUESTÃO DE HONRA encontrar o link.
Então lembrei do cache do Google. Mas o que é esse cache?
Para exibir nos resultados de busca para determinada palavra o seu site, o Google armazena em seus servidores, em seu CACHE, uma versão das páginas que o seu robô Googlebot encontra. A última versão de uma página armazenada no cache do Google pode ser encontrada digitando-se cache:(url a ser pesquisada) na busca do Google. É baseado no CACHE que o Google calcula o posicionamento de seu site, e não no conteúdo atual de seu site, que pode ter sido alterado desde a última visita do Googlebot a seu site. (Fonte)
Ou seja, o cache salva o conteúdo de alguns (milhões de) sites, de tempos em tempos, para classificá-los na hora em que alguém busca por alguma palavra. Fácil, né?
Antigamente o cache do Google era facilmente encontrado. Ficava logo abaixo dos resultados da pesquisa. Veja a imagem abaixo.
Só que agora ele está menos visível. Não aparece mais desse jeito. Por que? Não sei, mas com certeza dificultou um pouco o link que eu queria encontrar. C'est la vie.
Mas então... como posso acessar ou recuperar sites baseados no cache do Google? Observe a imagem abaixo. Ao pesquisar por alguma palavra, no exemplo "Dias Comuns", o Google me mostra as páginas que contem o que procuro. Deixe o mouse sobre o resultado da busca que você quer. Ao fazer isso, aparecerá aquela seta (>>, marcada com o número 1). Clique nela e, logo em seguida, a página em cache estará disponível logo ao lado.
Essa é uma das vantagens do cache do Google: poder acessar um site que está offline ou que foi apagado recentemente. Outro ponto positivo é a possibilidade de, numa possível migração de dados, recuperar algum conteúdo que ficou para trás.
E, ah, o link que eu tava atrás era esse aqui. Procure por "O Brasil Não É um País Ocidental". Era uma conversa sobre conceituação de certas palavras.
domingo, 17 de junho de 2012
Como conectar a várias redes de IRC ao mesmo tempo ao iniciar o mIRC? (Connecting to multiple servers on startup)
Eu, que ainda entro no IRC, acho muito chato ficar digitando /server -m para entrar nos canais que gosto. Desde o fim da BRASnet, houve uma fragmentação enorme em relação aos canais e redes de IRC. Daí nunca OS BONS estão todos na mesma rede. Enfim.
Passo 1: siga a imagem abaixo ou aperte AL+R com o mIRC aberto.
Passo 2: cole código da imagem a seguir, substituindo o exemplo pelas redes e canais que você deseja conectar.
Passo 1: siga a imagem abaixo ou aperte AL+R com o mIRC aberto.
Passo 2: cole código da imagem a seguir, substituindo o exemplo pelas redes e canais que você deseja conectar.
on *:START:{
server irc.network.net -j #blabla,#2
server -m irc.blablabla.com -j #warez,#movies
server -m irc.trololo.org -j #mp3,#tv
}
sábado, 16 de junho de 2012
Usos do Celular em Sala de Aula
A relação entre educação e tecnologia na contemporaneidade é um assunto riquíssimo a ser estudado. Pensa-se em tecnologia em educação como algo moderno, inovador, que facilite a aprendizagem. Ressalvo que temos que ter em mente que tecnologia não é apenas esses aparatos movidos à eletricidade. Um quadro-negro e um giz é, sim, uma forma de tecnologia. Uma sala iluminada é tecnologia, principalmente no Brasil e na escola pública, onde escolas não oferecem infraestrutura adequada para a prática docente. Não devemos desprezar essas “tecnologias” por parecerem arcaicas. Elas estão tão presentes no nosso cotidiano que não percebemos, ainda assim sua ausência é sentida a primeira vista.
Todavia, neste texto, enfocaremos o lado tecnológico no sentido de novas descobertas no ramo cientifico que podem ser utilizadas em sala de aula. Seja datashow, computadores, tablets, internet, etc.
A tecnologia (celular) em sala de aula.
Escola pública e privada tem um grande ponto em comum: os professores ficam bastante irritados quando um celular toca durante a aula. Quem, como aluno ou professor, não vivenciou essa situação? O silêncio é rompido pela música da moda ou um clássico, em versão polifônica, de Beethoven ou Mozart.
O celular, como aparato tecnológico, torna-se um problema quando não é utilizado corretamente em sala de aula, mas suas aplicações práticas podem corrigir isso. É possível acessar a internet, tirar fotos, fazer filmagens, gravações, anotar rascunhos de informações, ouvir músicas e, veja só, fazer ligações.
Como o professor pode trabalhar com isso?
Com imagens e fotos: em uma aula de artes ou história é possível procurar imagens de pinturas clássicas e pedir aos alunos que a reproduzam. As fotos seriam tiradas com o aparelho e depois impressas e postas num mural.
Com filmagens: os alunos podem encenar cenas de determinados períodos históricos (a morte do Romano Júlio César no senado) baseados no que aprenderam em sala de aula e/ou assistido em filmes de época. É possível até pedir que um dos alunos promovesse uma edição no computador de modo a presentear a turma com todas as cenas em um único DVD.
Com gravações: para verificar o impacto das noticias na população (seja em sua rua, bairro ou cidade), os alunos podem coletar depoimentos sobre o que as pessoas acham de um determinado assunto. Assim seria possível mostrar a pluralidade de opiniões e os diferentes pontos de vistas. O trabalho seria baseado em perguntas pontuais.
Com música: analise de letras de músicas de determinados períodos históricos ou que remetam a tal época podem ser feitas pelos alunos em conjunto com o professor, de modo a serem percebidos os principais assuntos retratados. Músicas populares que falem sobre o momento atual ou que são voltadas a determinado público também são dignas de analise.
Recentemente o governo disse pretender distribuir tablets (pequenos aparelhos eletrônicos, uma espécie de computador em miniatura) em escolas públicas. Sobre isso, a seguinte citação:
Um tablet, se bem manuseado, pode auxiliar a promover o conhecimento a determinados alunos, mas por ser uma tecnologia nova, é difícil prever os impactos gerais. Um tablet pode vir a substituir um livro didático e um computador ao mesmo tempo, mas é apenas isso que ele é. Um substituto. Sem um professor capacitado que sirva como mediador, o tablet é apenas um aparelho.
Um outro exemplo a esse respeito é o uso de datashow: este veio substituir o giz e o quadro-negro pelos slides do PowerPoint. É, sem duvida, mais prático, mais organizado, talvez até mais didático, mas também é um substituto. O conteúdo e a forma de expô-los são mais importantes.
Ninguém há de ser contra a implantação dessas tecnologias, desde que a infraestrutura física e pessoal exista na escola pública. Não é o caso na maioria delas, por isso muitos são contra a distribuição. Alegam que precisam resolver os outros problemas. Mesmo considerando esta como uma medida populista, acredito que a distribuição é um avanço. Não é por ser omisso com a infraestrutura básica que não se deve reconhecer estes poucos avanços.
Não basta trazer para a sala de aula a tecnologia. É preciso saber como utiliza-la e não apenas repetir as mesmas aulas de antigamente com um material tecnológico melhor. É preciso dialogar com o moderno e não aceitar que o novo irá te ensinar. De que adianta ter uma enciclopédia infinita a um clique (Wikipédia) e não conseguir se prender a leitura, não checar as fontes citadas no artigo, não refletir sobre o tema, não fazer conexões com a sua realidade?
Todavia, neste texto, enfocaremos o lado tecnológico no sentido de novas descobertas no ramo cientifico que podem ser utilizadas em sala de aula. Seja datashow, computadores, tablets, internet, etc.
A tecnologia (celular) em sala de aula.
Escola pública e privada tem um grande ponto em comum: os professores ficam bastante irritados quando um celular toca durante a aula. Quem, como aluno ou professor, não vivenciou essa situação? O silêncio é rompido pela música da moda ou um clássico, em versão polifônica, de Beethoven ou Mozart.
O celular, como aparato tecnológico, torna-se um problema quando não é utilizado corretamente em sala de aula, mas suas aplicações práticas podem corrigir isso. É possível acessar a internet, tirar fotos, fazer filmagens, gravações, anotar rascunhos de informações, ouvir músicas e, veja só, fazer ligações.
Como o professor pode trabalhar com isso?
Com imagens e fotos: em uma aula de artes ou história é possível procurar imagens de pinturas clássicas e pedir aos alunos que a reproduzam. As fotos seriam tiradas com o aparelho e depois impressas e postas num mural.
Com filmagens: os alunos podem encenar cenas de determinados períodos históricos (a morte do Romano Júlio César no senado) baseados no que aprenderam em sala de aula e/ou assistido em filmes de época. É possível até pedir que um dos alunos promovesse uma edição no computador de modo a presentear a turma com todas as cenas em um único DVD.
Com gravações: para verificar o impacto das noticias na população (seja em sua rua, bairro ou cidade), os alunos podem coletar depoimentos sobre o que as pessoas acham de um determinado assunto. Assim seria possível mostrar a pluralidade de opiniões e os diferentes pontos de vistas. O trabalho seria baseado em perguntas pontuais.
Com música: analise de letras de músicas de determinados períodos históricos ou que remetam a tal época podem ser feitas pelos alunos em conjunto com o professor, de modo a serem percebidos os principais assuntos retratados. Músicas populares que falem sobre o momento atual ou que são voltadas a determinado público também são dignas de analise.
Recentemente o governo disse pretender distribuir tablets (pequenos aparelhos eletrônicos, uma espécie de computador em miniatura) em escolas públicas. Sobre isso, a seguinte citação:
“É como se os objetos técnicos pudessem, por um passe de mágica, garantir qualidade na educação. Em muitos casos, ocorre transposição, para novos meios, dos conteúdos tradicionalmente ensinados nas salas de aula” (Fonte)
Um tablet, se bem manuseado, pode auxiliar a promover o conhecimento a determinados alunos, mas por ser uma tecnologia nova, é difícil prever os impactos gerais. Um tablet pode vir a substituir um livro didático e um computador ao mesmo tempo, mas é apenas isso que ele é. Um substituto. Sem um professor capacitado que sirva como mediador, o tablet é apenas um aparelho.
Um outro exemplo a esse respeito é o uso de datashow: este veio substituir o giz e o quadro-negro pelos slides do PowerPoint. É, sem duvida, mais prático, mais organizado, talvez até mais didático, mas também é um substituto. O conteúdo e a forma de expô-los são mais importantes.
Ninguém há de ser contra a implantação dessas tecnologias, desde que a infraestrutura física e pessoal exista na escola pública. Não é o caso na maioria delas, por isso muitos são contra a distribuição. Alegam que precisam resolver os outros problemas. Mesmo considerando esta como uma medida populista, acredito que a distribuição é um avanço. Não é por ser omisso com a infraestrutura básica que não se deve reconhecer estes poucos avanços.
“Uma educação de qualidade demanda, entre outros elementos, uma visão crítica dos processos escolares e usos apropriados e criteriosos das novas tecnologias.” (Fonte)
Não basta trazer para a sala de aula a tecnologia. É preciso saber como utiliza-la e não apenas repetir as mesmas aulas de antigamente com um material tecnológico melhor. É preciso dialogar com o moderno e não aceitar que o novo irá te ensinar. De que adianta ter uma enciclopédia infinita a um clique (Wikipédia) e não conseguir se prender a leitura, não checar as fontes citadas no artigo, não refletir sobre o tema, não fazer conexões com a sua realidade?
quarta-feira, 6 de junho de 2012
A Internet é democrática, não anárquica (ou conheça algumas figuras da internet que vão contra as regras sociais virtuais)
Muito se vem discutindo acerca de legislações que coíbam a pirataria na internet. Já fecharam o MegaUpload e outros sites do gênero e a CAÇADA não tem data para acabar. Há um senso bastante comum em conceituar a internet como uma terra sem lei, sem dono.
Isso não é bem assim.
Por romper com os paradigmas da sociedade, a Internet AINDA é um espaço novo onde a sociedade atua. É verdade que não há um consenso sobre leis (ou até mesmo leis!) que regulem as relações sociais ocorridas nesse ambiente. Por ser um espaço desterritorializado, fica difícil apontar um culpado. Exemplo: uma empresa com sede no Rio de Janeiro (Brasil) oferece um site para hospedar arquivos. Um garoto em Pequim (China) transfere as MP3 de seu computador este site, de modo a torná-las acessíveis onde quer que esteja. Algumas dessas músicas possuem copyrights. Uma jovem em Miami (Estados Unidos) faz o download de uma dessas músicas protegidas por direitos autorais. Detalhe: o servidor da empresa carioca está localizado em Frankfurt (Alemanha). Os advogados da banda querem iniciar uma ação, mas contra quem? A empresa? A pessoa que hospedou? A que fez o download? Ao local onde estavam hospedadas? TODOS ELES AO MESMO TEMPO? Essa última opção parece ter sido a habitual, mas será a correta?
Isso mostra como não há ainda um consenso e que as empresas estão atirando para todos os lados de modo a reaver o suposto lucro perdido. Não é a toa que a SOPA, PIPA e outros leis estão sendo discutidas nos EUA e suas aprovações podem gerar um EFEITO DOMINÓ ao redor do planeta. Quando há interesses financeiros envolvidos, todo mundo quer a sua fatia.
Vamos sair um pouco desse plano econômico e tentar pensar apenas no social. Lembra do Orkut? Tá, muito velho, mas havia COMUNIDADES por lá. Ok, ok, o Facebook tem os tais GRUPOS, mas isso não é nem de longe tão organizado como eram/são as comunidades. Esqueça essas duas redes sociais e pense nos FORUNS ou nas LISTAS de e-mail. O que todas elas têm em comum? Um líder ou um grupo de liderança.
Cada um desses grupos possui regras singulares para gerenciar o comportamento de seus membros. São, geralmente, proibidos SPAM, ofensas pessoais, divulgação de links que não envolvam a temática da comunidade, flamewar, demonstrações públicas de discriminação, pornografia, religião, política e outros assuntos de teor que possa vir a ser ofensivo.
As pessoas que vão de encontro a estas “leis” são bastante conhecidas e recebem diversas denominações:
Hater: é aquele que odeia e fala mal de tudo. Está em vários grupos para dizer como tal banda é ruim, tal ator é uma farsa... ETC. Hater vem do inglês Hate, cujo significado é Ódio. "Um hater não tem opinião, ele simplesmente é contra o que é certo, ou a favor do que ninguém é".
Troll: é quem inicia um debate usando um argumento completamente errôneo ou falacioso de modo a gerar revolta por parte dos conhecedores do tema. Em outras palavras: aquele que gosta de ver o circo pegar fogo e faz questão de começar o incêndio. Lembram-se daquele print screen de uma comunidade no Orkut de um cara dizia que a indústria hollywoodiana era aproveitadora por querer fazer um livro pegando carona no sucesso do filme SENHOR DOS ANEIS? Vale salientar que o Troll tem a COMPLETA NOÇÃO do que está fazendo. Caso contrário é apenas uma pessoa ingênua. Acredito que haja uma divisão: pode ser um troll “do bem”, fazendo as pessoas verem que seus argumentos são idiotas ou um troll “do mau”, onde age apenas para causar polêmica.
Spammer: é o divulgador de links. Geralmente trata-se de um perfil falso divulgando sites de como aumentar seu pênis, sua libido, sua conta corrente, como ganhar dinheiro, como trazer seu amor em uma hora... Contudo, também pode ser uma pessoa real que faz SPAMS pontuais, seja divulgando seu próprio site, seja pedindo para as pessoas clicarem em determinado link para ajudá-lo a ganhar uma promoção, seja pedindo para repassar uma corrente por ter medo de ficar solteiro para sempre.
"É fake": Acreditam que tudo é fake. Nada é real. O homem não foi a lua, e tudo é uma questão de efeitos especiais. Sempre justificam as informações, principalmente as imagens, com a seguinte trindade: Adobe After Effects, Photoshop e Sony Vegas. Ninguém o leva muito a sério.
Perfis falsos (fake): Diferente do item anterior, os perfis falsos são criados por dois motivos distintos: o primeiro é acessar uma determinada rede social pelo conteúdo que ela contem, mas não necessariamente manter relacionamentos na mesma. Podem também ser usados para stalkear (seguir obsessivamente) determinadas pessoas. O segundo motivo para criar um perfil falso é promover intrigas.
Cheater: esse tipo se encontra mais no âmbito dos jogos. É banido por usar códigos de trapaça de modo a se sobressair em relação aos outros jogadores. É quem estraga a brincadeira.
Isso não é bem assim.
Por romper com os paradigmas da sociedade, a Internet AINDA é um espaço novo onde a sociedade atua. É verdade que não há um consenso sobre leis (ou até mesmo leis!) que regulem as relações sociais ocorridas nesse ambiente. Por ser um espaço desterritorializado, fica difícil apontar um culpado. Exemplo: uma empresa com sede no Rio de Janeiro (Brasil) oferece um site para hospedar arquivos. Um garoto em Pequim (China) transfere as MP3 de seu computador este site, de modo a torná-las acessíveis onde quer que esteja. Algumas dessas músicas possuem copyrights. Uma jovem em Miami (Estados Unidos) faz o download de uma dessas músicas protegidas por direitos autorais. Detalhe: o servidor da empresa carioca está localizado em Frankfurt (Alemanha). Os advogados da banda querem iniciar uma ação, mas contra quem? A empresa? A pessoa que hospedou? A que fez o download? Ao local onde estavam hospedadas? TODOS ELES AO MESMO TEMPO? Essa última opção parece ter sido a habitual, mas será a correta?
Isso mostra como não há ainda um consenso e que as empresas estão atirando para todos os lados de modo a reaver o suposto lucro perdido. Não é a toa que a SOPA, PIPA e outros leis estão sendo discutidas nos EUA e suas aprovações podem gerar um EFEITO DOMINÓ ao redor do planeta. Quando há interesses financeiros envolvidos, todo mundo quer a sua fatia.
Vamos sair um pouco desse plano econômico e tentar pensar apenas no social. Lembra do Orkut? Tá, muito velho, mas havia COMUNIDADES por lá. Ok, ok, o Facebook tem os tais GRUPOS, mas isso não é nem de longe tão organizado como eram/são as comunidades. Esqueça essas duas redes sociais e pense nos FORUNS ou nas LISTAS de e-mail. O que todas elas têm em comum? Um líder ou um grupo de liderança.
Cada um desses grupos possui regras singulares para gerenciar o comportamento de seus membros. São, geralmente, proibidos SPAM, ofensas pessoais, divulgação de links que não envolvam a temática da comunidade, flamewar, demonstrações públicas de discriminação, pornografia, religião, política e outros assuntos de teor que possa vir a ser ofensivo.
As pessoas que vão de encontro a estas “leis” são bastante conhecidas e recebem diversas denominações:
Hater: é aquele que odeia e fala mal de tudo. Está em vários grupos para dizer como tal banda é ruim, tal ator é uma farsa... ETC. Hater vem do inglês Hate, cujo significado é Ódio. "Um hater não tem opinião, ele simplesmente é contra o que é certo, ou a favor do que ninguém é".
Troll: é quem inicia um debate usando um argumento completamente errôneo ou falacioso de modo a gerar revolta por parte dos conhecedores do tema. Em outras palavras: aquele que gosta de ver o circo pegar fogo e faz questão de começar o incêndio. Lembram-se daquele print screen de uma comunidade no Orkut de um cara dizia que a indústria hollywoodiana era aproveitadora por querer fazer um livro pegando carona no sucesso do filme SENHOR DOS ANEIS? Vale salientar que o Troll tem a COMPLETA NOÇÃO do que está fazendo. Caso contrário é apenas uma pessoa ingênua. Acredito que haja uma divisão: pode ser um troll “do bem”, fazendo as pessoas verem que seus argumentos são idiotas ou um troll “do mau”, onde age apenas para causar polêmica.
Spammer: é o divulgador de links. Geralmente trata-se de um perfil falso divulgando sites de como aumentar seu pênis, sua libido, sua conta corrente, como ganhar dinheiro, como trazer seu amor em uma hora... Contudo, também pode ser uma pessoa real que faz SPAMS pontuais, seja divulgando seu próprio site, seja pedindo para as pessoas clicarem em determinado link para ajudá-lo a ganhar uma promoção, seja pedindo para repassar uma corrente por ter medo de ficar solteiro para sempre.
"É fake": Acreditam que tudo é fake. Nada é real. O homem não foi a lua, e tudo é uma questão de efeitos especiais. Sempre justificam as informações, principalmente as imagens, com a seguinte trindade: Adobe After Effects, Photoshop e Sony Vegas. Ninguém o leva muito a sério.
Perfis falsos (fake): Diferente do item anterior, os perfis falsos são criados por dois motivos distintos: o primeiro é acessar uma determinada rede social pelo conteúdo que ela contem, mas não necessariamente manter relacionamentos na mesma. Podem também ser usados para stalkear (seguir obsessivamente) determinadas pessoas. O segundo motivo para criar um perfil falso é promover intrigas.
Cheater: esse tipo se encontra mais no âmbito dos jogos. É banido por usar códigos de trapaça de modo a se sobressair em relação aos outros jogadores. É quem estraga a brincadeira.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Algumas notas sobre a compra de produtos exclusivamente virtuais
Cada vez mais as pessoas estão conectadas a internet. Celulares, tablets, computadores, smartphones, note e netbooks, sei lá, mil formas.
Um dos pontos que acho fantástico nisso é a capacidade de comparar preços de centenas de lojas simultaneamente, encontrando e adquirindo aquela peça com o melhor custo/beneficio. Ainda há, claro, aqueles que tem medo de efetuar compras online, mas ainda assim se valem do preço encontrado na internet para pechinchar no "mundo real".
Excetuando os produtos de necessidades básicas, os físicos (geladeiras, fogões, vasos sanitários, etc), nós humanos somos bastante voltados para o entretenimento. Gostamos de TER livros, música (cds/vinis), filmes, séries, jogos de videogame... mas a internet já está modificando os hábitos dos consumidores. Penso que o FETICHE de possuir algum desses objetos está diminuindo, em razão da praticidade e do minimalismo das pessoas, aliado aos suportes tecnológicos que permitem armazenar bibliotecas inteiras num aparelhinho do tamanho de um livro.
Tudo começou com aquele tocador de músicas da MAÇÃ. O pessoal passou a deixar os CDS de lado e escolher, faixa por faixa, o que iria comprar e, consequentemente, o que iria ouvir. Nada de comprar um album por causa de duas ou três canções.
Daí vieram outros rompimentos. No mundo dos games, por exemplo, o STEAM é o principal exemplo. Jogos super baratos que podem ficar armazenados na nuvem ou serem baixados para o seu computador. Geralmente, quanto mais antigo o jogo, mais barato se torna. E ele está lá a sua disposição, apenas esperando o seu LOGIN no aplicativo.
No campo das séries de TV e filmes temos o Netflix, que cobra uma mensalidade de R$15,00 por mês e oferece um amplo catalogo de obras que podem ser assistidos quantas vezes quiser.
Em relação a leitura temos como preponderante o site da Amazon, vendendo milhares de e-books e criando o seu próprio e-reader (aparelho para ler os e-books), o KINDLE.
Esses quatro exemplos são fundamentais para mostrar que é possível combater a pirataria através de um preço bacana. Se o valor for convidativo e o tempo escasso, as pessoas estarão dispostas a pagar por um serviço "original" ao invés de burlar a lei.
Mas esse não é meu ponto.
O que eu estava pensando é que com a gradual substituição dos suportes físicos para suportes virtuais, um mercado irá ficar bastante abalado: o dos sebos, dos produtos usados e seminovos.
Não será mais possível trocar com seu amiguinho algum jogo, a não ser que você ofereça sua senha para o mesmo LOGAR em sua conta na nuvem; Os livros vendidos em sebos se tornarão mais escassos, pois não haverá motivos para sua impressão: é mais prático, menos empoeirado e mais organizado catalogá-los em seu tablet. Se você tiver a oportunidade de criar uma biblioteca, HOJE é a sua chance. Os livros comprados em sebos se tornam mais baratos a medida que vão passando de mão em mão. Não será o caso dos e-books; O mesmo caso valerá para a música, filmes e séries.
Era só isso. Uma constatação bem óbvia. Isso se o mundo seguir sem nenhuma grande ruptura tecnológica em relação ao presente ou um acontecer algum desastre apocalíptico e ficarmos sem energia.
Um dos pontos que acho fantástico nisso é a capacidade de comparar preços de centenas de lojas simultaneamente, encontrando e adquirindo aquela peça com o melhor custo/beneficio. Ainda há, claro, aqueles que tem medo de efetuar compras online, mas ainda assim se valem do preço encontrado na internet para pechinchar no "mundo real".
Excetuando os produtos de necessidades básicas, os físicos (geladeiras, fogões, vasos sanitários, etc), nós humanos somos bastante voltados para o entretenimento. Gostamos de TER livros, música (cds/vinis), filmes, séries, jogos de videogame... mas a internet já está modificando os hábitos dos consumidores. Penso que o FETICHE de possuir algum desses objetos está diminuindo, em razão da praticidade e do minimalismo das pessoas, aliado aos suportes tecnológicos que permitem armazenar bibliotecas inteiras num aparelhinho do tamanho de um livro.
Tudo começou com aquele tocador de músicas da MAÇÃ. O pessoal passou a deixar os CDS de lado e escolher, faixa por faixa, o que iria comprar e, consequentemente, o que iria ouvir. Nada de comprar um album por causa de duas ou três canções.
Daí vieram outros rompimentos. No mundo dos games, por exemplo, o STEAM é o principal exemplo. Jogos super baratos que podem ficar armazenados na nuvem ou serem baixados para o seu computador. Geralmente, quanto mais antigo o jogo, mais barato se torna. E ele está lá a sua disposição, apenas esperando o seu LOGIN no aplicativo.
O armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas x ou de armazenar dados. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da Internet - daí a alusão à nuvem
No campo das séries de TV e filmes temos o Netflix, que cobra uma mensalidade de R$15,00 por mês e oferece um amplo catalogo de obras que podem ser assistidos quantas vezes quiser.
Em relação a leitura temos como preponderante o site da Amazon, vendendo milhares de e-books e criando o seu próprio e-reader (aparelho para ler os e-books), o KINDLE.
Esses quatro exemplos são fundamentais para mostrar que é possível combater a pirataria através de um preço bacana. Se o valor for convidativo e o tempo escasso, as pessoas estarão dispostas a pagar por um serviço "original" ao invés de burlar a lei.
Mas esse não é meu ponto.
O que eu estava pensando é que com a gradual substituição dos suportes físicos para suportes virtuais, um mercado irá ficar bastante abalado: o dos sebos, dos produtos usados e seminovos.
Não será mais possível trocar com seu amiguinho algum jogo, a não ser que você ofereça sua senha para o mesmo LOGAR em sua conta na nuvem; Os livros vendidos em sebos se tornarão mais escassos, pois não haverá motivos para sua impressão: é mais prático, menos empoeirado e mais organizado catalogá-los em seu tablet. Se você tiver a oportunidade de criar uma biblioteca, HOJE é a sua chance. Os livros comprados em sebos se tornam mais baratos a medida que vão passando de mão em mão. Não será o caso dos e-books; O mesmo caso valerá para a música, filmes e séries.
Era só isso. Uma constatação bem óbvia. Isso se o mundo seguir sem nenhuma grande ruptura tecnológica em relação ao presente ou um acontecer algum desastre apocalíptico e ficarmos sem energia.
domingo, 27 de maio de 2012
Descobrir links ocultos de URL para sites de download
Sabe quando você está prestes a baixar algum arquivo importante - um filme, uma música, um seriado, um ebook, um programa, um jogo, etc - e o link oferecido pelo site pede para manda você cadastrar seu celular em algum lugar ou clicar em tal propaganda ou algo semelhante? Provavelmente você já passou por esses tipos de links encriptados e talvez nem tenha conseguido efetuar o download do arquivo desejado.
Entendo que essa burocracia toda é para angariar cliques para o site que teve o mérito de organizar/divulgar os links. Compreensível que eles queiram ganhar com publicidade. Mas ninguém deve ser COAGIDO a clicar nesses links. Na VIDA REAL, saímos da frente da TV nos intervalos comerciais e quase sempre pulamos o anunciante antes do vídeo do YouTube.
Existem diversos sites que evitam você cair nessas CILADAS (quem é que gosta de receber propaganda pelo celular? ninguém sabe no que mais cadastram seu número! além disso, nunca se sabe se onde você está clicando é seguro ou não). O mais famoso (pra mim) é o Desprotetor.com.
Basta você entrar no site, botar o link encriptado que deseja desproteger e pronto. O Desprotetor te dará o link EXATO de onde baixar o arquivo. Eficiente, né?
Entendo que essa burocracia toda é para angariar cliques para o site que teve o mérito de organizar/divulgar os links. Compreensível que eles queiram ganhar com publicidade. Mas ninguém deve ser COAGIDO a clicar nesses links. Na VIDA REAL, saímos da frente da TV nos intervalos comerciais e quase sempre pulamos o anunciante antes do vídeo do YouTube.
Existem diversos sites que evitam você cair nessas CILADAS (quem é que gosta de receber propaganda pelo celular? ninguém sabe no que mais cadastram seu número! além disso, nunca se sabe se onde você está clicando é seguro ou não). O mais famoso (pra mim) é o Desprotetor.com.
Basta você entrar no site, botar o link encriptado que deseja desproteger e pronto. O Desprotetor te dará o link EXATO de onde baixar o arquivo. Eficiente, né?
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Black Cloak (Black Hat SEO)
SEO é uma sigla inglesa que significa Search Engine Optimization. Algo como Optimização dos mecanismos de busca. Os sites usam de artimanhas de modo a serem indexados por mecanismos de busca (Google, Bing, etc), tornando-se assim um dos primeiros resultados na busca feita pelos usuários.
Um desses truques é o chamado "Keyword Stuffing". Consiste em utilizar no código-fonte da página palavras-chaves que possuam - ou não - ligação com o site. É como se eu enchesse o código do Dias Comuns de palavras referentes a pornografia. Como a internet foi feita para a pornografia, é seguro dizer que meu site logo galgaria posições dentro dos rankings dos buscadores. Porem isso acontece apenas a curto prazo, pois os robôs que monitoram isso logo iriam perceber a não relação entre o meu conteúdo com as palavras-chaves e me baniriam dos resultados da pesquisa.
Black Cloak significa Capa Preta, a proposito. Hat é Chapéu/Cartola. Contribuição de PV neste post. Para mais informações acerca de técnicas de SEO, visite este link
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