"Ruas armadilhas" (trap streets) são ruas falsas criadas em mapas (físicos ou digitais, como o Google Maps) para proteger direitos autorais, impedindo que empresas copiem o trabalho dos cartógrafos; elas podem ser inexistentes, mal sinalizadas ou com nomes errados, e a ideia é que, se alguém as copiar, o erro aparecerá, provando a infração.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
A pobreza impede de sonhar
domingo, 15 de agosto de 2021
Morte e Luto
Alright, here goes. I'm old. What that means is that I've survived (so far) and a lot of people I've known and loved did not. I've lost friends, best friends, acquaintances, co-workers, grandparents, mom, relatives, teachers, mentors, students, neighbors, and a host of other folks. I have no children, and I can't imagine the pain it must be to lose a child. But here's my two cents.
I wish I could say you get used to people dying. I never did. I don't want to. It tears a hole through me whenever somebody I love dies, no matter the circumstances. But I don't want it to "not matter". I don't want it to be something that just passes. My scars are a testament to the love and the relationship that I had for and with that person. And if the scar is deep, so was the love. So be it. Scars are a testament to life. Scars are a testament that I can love deeply and live deeply and be cut, or even gouged, and that I can heal and continue to live and continue to love. And the scar tissue is stronger than the original flesh ever was. Scars are a testament to life. Scars are only ugly to people who can't see.
As for grief, you'll find it comes in waves. When the ship is first wrecked, you're drowning, with wreckage all around you. Everything floating around you reminds you of the beauty and the magnificence of the ship that was, and is no more. And all you can do is float. You find some piece of the wreckage and you hang on for a while. Maybe it's some physical thing. Maybe it's a happy memory or a photograph. Maybe it's a person who is also floating. For a while, all you can do is float. Stay alive.
In the beginning, the waves are 100 feet tall and crash over you without mercy. They come 10 seconds apart and don't even give you time to catch your breath. All you can do is hang on and float. After a while, maybe weeks, maybe months, you'll find the waves are still 100 feet tall, but they come further apart. When they come, they still crash all over you and wipe you out. But in between, you can breathe, you can function. You never know what's going to trigger the grief. It might be a song, a picture, a street intersection, the smell of a cup of coffee. It can be just about anything...and the wave comes crashing. But in between waves, there is life.
Somewhere down the line, and it's different for everybody, you find that the waves are only 80 feet tall. Or 50 feet tall. And while they still come, they come further apart. You can see them coming. An anniversary, a birthday, or Christmas, or landing at O'Hare. You can see it coming, for the most part, and prepare yourself. And when it washes over you, you know that somehow you will, again, come out the other side. Soaking wet, sputtering, still hanging on to some tiny piece of the wreckage, but you'll come out.
Take it from an old guy. The waves never stop coming, and somehow you don't really want them to. But you learn that you'll survive them. And other waves will come. And you'll survive them too. If you're lucky, you'll have lots of scars from lots of loves. And lots of shipwrecks.
Por que perdemos o sono?
The brain is like a group of people talking to each other. When you're watching TV, the part of your brain that watches TV says "Shut up guys, I'm watching TV," so you can focus without thinking about cake or math. As a result, the others sit silent, grow bored, and fall asleep, until only the TV watcher part of the brain is left. Left by himself, he too gets bored and falls asleep.
When you're in bed, assuming you aren't counting sheep or something, the entire brain is kind of in free time mode, and any part of the brain can speak up if it wants to. They start talking to each other, and even if one of them starts to drift to sleep, the others wake it up either by deliberately talking to the sleepyheads or just being noisy. Eventually more and more of the parts of the brain fall asleep from sheer exhaustion no matter how loud the others are, and eventually the last one passes out and you are asleep.
segunda-feira, 27 de julho de 2020
Tesla Amaldiçoado
domingo, 15 de abril de 2018
Sobre o tamanho das pizzas
Quando você chega em uma pizzaria e pergunta sobre o tamanho delas, muito provavelmente o atendente vai dizer que a maior tem um número X de fatias. 12, por exemplo.
Só que isso não quer dizer quase nada. É como se alguém dissesse que seu carro comporta 5 pessoas, sem dizer qual tipo de carro é.
Minha ideia é que haja uma UNIVERSALIZAÇÃO do tamanho padrão das pizzas. Elas devem ser medidas não em número de fatias, mas sim em centimetros. "O diametro mede 40cm".
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Pacote de jogos no Steam
No League of Legends, por outro lado, se você comprar um pacote de skins e tiver uma delas, será descontado automaticamente o valor proporcional.
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Aldeia Potemkin
No filme "A entrevista" (The Interview) é mostrado um cenário fictício para impressionar os dois americanos que vão entrevistar o líder da Coreia do Norte.
A controversa origem desse termo remonta o século 18. Grigory Potemkin, um militar russo, governava uma região que tinha sido destruída em guerras previas. Tinha como objetivo reconstruir o local e dar condições para que as pessoas pudessem viver por lá novamente. Entretanto, havia uma tensão contra o império Turco-Otomano e os recursos seriam dirigidos para a maquina de guerra, esvaziando os investimentos na restauração.
Potemkin teve então uma ideia para impressionar os aliados da Rússia numa futura guerra: a imperatriz Catarina II embarcaria numa viagem com estes aliados, passando pelos rincões da futura república socialista e Potemkin criaria aldeias moveis que transpareceriam artificialmente a melhoria rápida dos locais devastados por guerras anteriores. Se isto fosse feito com sucesso, os aliados, contentes com o que estavam vendo, certamente aplicariam recursos na futura batalha.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Por que as smurfs são chamadas de smurfs? A origem do termo SMURF para jogos online
Acontece muito em League of Legends.
Mas por que esse nome? O que os seres azuis fizeram para terem seu nome associado a essa pratica?
Há muitos anos atrás, na época do Warcraft 2, 1996, havia um cara, Shonglor, bastante bom no jogo. Shlonglor era também o criador de site voltado ao game. Sua fama como dono aliada a sua habilidade fazia com que as pessoas enchessem muito seu saco para jogar contra ele.
Incomodado com algumas das consequências de ser famoso e também sem encontrar adversários a altura no jogo, Shlonglor junto com seu colega Warp criaram duas novas contas e os apelidos das mesmas eram, respectivamente, "Papa Smurf" e "Smurfette".
E é dessa escolha curiosa de nicks a origem do termo Smurf.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Palavras em outras línguas quando você não lembra o equivalente nacional
Sabe quando você fala uma palavra em inglês, ou em outra língua, porque nem lembra/esquece o significado em português do Brasil? Acontece comigo, principalmente com o uso da palavra "boring". Significa "entediante", mas ninguém diz isso na vida real (eu nunca vi). Quando penso nela, lembro das séries e filmes americanas que não cansam de usa-la.
E vocês?
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Ice Bucket Challenge (Desafio do Balde de Gelo)
Tá rolando pela internet uma brincadeira chamada Ice Bucket Challenge que consiste numa aposta de modo a chamar atenção para a doença esclerose lateral amiotrófica:
uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos, e com a sensibilidade preservada. (Wikipédia)
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Keelhauling
Descobri o termo assistindo THE LAST SHIP, um seriado que estreou este ano, sobre um navio da marinha americana que estava no ártico concomitante a explosão de vírus que dizima a população mundial. Uma espécia de THE WALKING DEAD sem zumbis.
A cena abaixo, que não é do seriado mencionado, dá uma ideia de como ocorre o Keelhauling.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Cerveja, Yakult e Minibis
Por outro lado, estão comendo menos Bis. Logo criaram essa coisa minuscula chamada Minibis (sério, o Bis já é pequeno!).
O consumo de Yakult se mantem inalterado, então não vemos diferença nas embalagens. Tá longe o dia que veremos Yakult em "litrão".
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Gustav Gun
Schwerer Gustav e Dora são os nomes pelos quais ficaram conhecidos os canhões ferroviários 80 cm K (E) alemães. Os canhões foram desenvolvidos no final dos anos 30 pela Krupp, com o objetivo de destruir alvos fortificados. Pesavam cerca de 1344 toneladas, e podiam disparar projéteis de até 7 toneladas a uma distância superior a 37 km.
Em combate, o canhão era montado num chassis especial, apoiado por dois vagões-plataforma em dois pares de trilhos pesando no total 1350 toneladas e era movido por duas locomotivas a diesel DB Baureihe V 188. Podia arremessar dois tipos de projétil: uma granada de alto explosivo de 4,8 toneladas que viajava a 820 m/s e com um alcance de 48 Km e uma granada anticoncreto de 7 toneladas que podia atingir um alvo a 38 Km de distância em menos de um minuto.
Jesse: Como isso se chama mesmo?
Walter: Termite.
Jesse: E isso cortará uma fechadura? Porque obviamente terá uma grande fechadura.
Walter: Na Segunda Guerra Mundial, os alemães tinham a maior peça de artilharia do mundo, Gustav Gun, e pesava 1000 toneladas.Gustav era capaz de atirar um projétil de 7 toneladas e acertar um alvo com precisão a 37 quilômetros de distância. Quer dizer, pode soltar bombas nele todos os dias por um mês sem ao menos desativá-lo. Mas, se você mandar um comando, um homem, com um saco disto, ele pode atravessar 10 cm de aço maciço e destruir aquela arma para sempre. Então, sim. Acho que irá arrombar qualquer fechadura que encontrarmos.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Abandone um livro
Existe uma "corrente" da "VIDA REAL" chamada "abandone um livro" (ou algo assim, não lembro ao certo ao nome) que consiste em abandonar um livro em algum local público para que outra pessoa encontre-o e leia-o. Essa pessoa deve fazer o mesmo com algum livro dela para a corrente ter continuidade.
Pois a imagem acima representa bem o que aconteceu comigo ontem na universidade. Avistei um livro num banco vazio do setor 2. Meu setor é o de humanas, onde as pessoas são cheias dessas invenções (no bom sentido). Onde as pessoas leem (teoricamente) e debatem (muitas vezes baseado no profundo achismo).
Enfim. Eu ia pegar o tal livro. Nem me recordo qual era o título dele. Só que antes resolvi BATER UMA FOTO. Claro, né. Pra mostrar a todos leitores como sou pedante e, também, para ilustrar esse post.
Fui impedido.
Quando estava ajeitando as configurações da câmera, um rapaz chegou todo ESBAFORIDO, mas com uma expressão de alivio. "Ufa!", consegui ler seus pensamentos. Percebi que ele não tinha esquecido propositalmente, mas sim acidentalmente.
Quase eu roubava um livro e ainda seria pego em flagrante.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
O poder de uma marca
Red Bull é uma bebida que eu gosto bastante. Pena que é muito cara para os meus bolsos furados, mas sempre que possível compro uma ou duas latinhas.
Um dos meus sonhos é fazer o que Jim Carrey realizou no filme Yes Man: uma OVERDOSE de Red Bull, só para ver se ficarei tão ligadão como ele ficou (acho que é mais coerente eu sofrer um ataque cardíaco).
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Compre já o seu MECHA
Você que já assistiu séries como Mobile Suit Gundam Wing, Code Geass, Neon Genesis Evangelion, Tengen Toppa Gurren Lagann, RahXephon e sempre teve vontade de pilotar aqueles ROBÔS GIGANTES, seus problemas acabaram. Eles começaram a ser vendidos no Japão. E é até baratinho, apenas R$2,5 milhões.
Um mecha (メカ meka?, abreviatura de mechanical, inglês para mecânico) é um robô gigante (geralmente bípede) controlado por um piloto ou controlador, comuns em algumas obras de ficção científica, mangá e anime. Um mecha geralmente é uma máquina de guerra ou combate com pernas, cujos principais oponentes são monstros gigantes ou outros mechas. Geralmente são construídos em formato antropomórfico (de ser humano) ou de animais. (Fonte)Os "Kuratas", nome dado aos robôs produzidos pela empresa Suidobashi Heavy Industries, alcançam até 4 metros de altura, funciona a gasolina, pesa em torno de 4,5 toneladas e tem velocidade máxima de apenas 10km/h.
O vídeo abaixo ensina como pilotar um dessas BELEZURAS.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Usando a tecnologia para se tornar um vidente OU a primeira propaganda feita para incentivar os stalkers
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
O Turco
Esse breve contexto é só para contar uma historinha semelhante.
O Turco foi o nome de um automato falso que jogava xadrez. Porem na época de sua invenção, por volta de 1770, as pessoas não sabiam que o automato era uma fraude, ou seja, que não era realmente automatizado, mas sim controlada por alguém.
A maquina, operada por um enxadrista habilidoso por dentro, venceu a maioria de suas partidas contra jogadores humanos (Só não iriam ser jogadores extraterrestres, né?), incluindo personalidades como Napoleão Bonaparte e Benjamin Franklin. E as pessoas que presenciavam as exibições públicas de O TURCO ficavam "Ohhhhhhh!". Não é a toa, né? Uma maquina de inteligência artificial ainda hoje surpreende as pessoas, que dirá naquela época. Uma analogia forçada que podemos fazer são as partidas de xadrez entre o computador Deep Blue e Garry Kasparov
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Fazer o migué
Bom mesmo eram os namoros de quando eramos crianças. Funcionava da seguinte maneira: uma menina, conhecida como INTERMEDIARIA, chegava e perguntava a você, conhecido como PRETENDENTE, se gostava de FULANA DE TAL. Caso a resposta fosse positiva, a intermediaria iria correndo contar sua resposta para fulana. Ela vinha, te abraçava, dava um beijinho no seu rosto e pronto. Tava namorando. Easy, easy.
Daí você cresce e cria problemas, vários obstáculos e etapas no meio do caminho, tornando tudo mais complicado.




















