Dias Comuns

qualquer coisa aleatória que passa na cabeça

9 de fevereiro de 2013

O Nevoeiro (The Mist)

Suspense, suspense, suspense! Um final surpreendente!
Criaturas bizarras! Munições suficiente!
Alguém para se odiar! Muitos sustos pra tomar!
Cuidado, cuidado. Pro Nevoeiro não te pegar!
Esse filme eu recomendo. Você vai adorar.

Quando comecei a ver The Mist, achei que era um spin-off de The Walking Dead. Três atores da série no filme: Andrea, Dale e Carol! Mas tem explicação: Frank Darabont, o diretor de The Mist, colaborou na primeira temporada da série, além de dirigir o piloto. Ah, tá!


Mas calma, calma! Deixe eu te falar um pouco sobre a história. Numa cidadezinha genérica dos Estados Unidos acontece uma tempestade violenta. Olha a imagem acima. Muita coisa é destruída, né? Os moradores, com receio de que uma outra pior possa acontecer, se deslocam para o supermercado mais próximo a fim de comprar alimentos e provisões.

O bicho começa a pegar quando um nevoeiro ENORME vem em direção a cidade. Quer dizer, seria normal, mas quando a população começa a ver o exercito fugindo A RODO da instalação militar que havia na cidade... bem, o nevoeiro começa a se tornar algo preocupante.


Sabe a impressão que tive sobre The Walking Dead? Ela começou a passar depois disso. Ora, aquele lugar só podia ser uma FILIAL de Silent Hill! Aquele nevoeiro não era a toa. Pior: criaturas estranhas começaram a surgir. Cada monstro bizarro! Eram geneticamente modificados? Criados a partir de magia negra? Ou apenas coisas inexplicáveis que simplesmente ESTAVAM lá? Mistério misterioso!

Se você já esteve dentro de um nevoeiro, deve saber que não dá para ver NADA. Fica relativamente impossível dirigir, caminha-se aos tropeções. Melhor é ficar quieto no seu canto, né? Foi isso que os indivíduos da cidade fizeram. Já estavam no supermercado, havia comida em abundância, por que sair e voltar pra casa nessas condições? Ainda mais com criaturas a ESPREITA.


O filme então desenvolve-se no ambiente do supermercado, isolado do mundo exterior. O que fazer então? Afinal, se correr o bicho pega, se ficar o bicho vai comer. Como combater as pragas? Como fugir da cidade? Tem espaço pra todo mundo?


O desenrolar do longa foi bom demais. Dezenas de pequenos sustinhos seguidos de ação. Era aquele clima tenso de Silent Hill com as munições intermináveis de Resident Evil. Susto, correria, tiros, silencio, susto, correria, tiros, silencio...

Falei dos três atores de The Walking Dead, mas quem roubou a cena o filme inteiro foi a CRENTE. Creditava os monstros a uma ira divina e conseguiu convencer algumas pessoas que era isso mesmo. E que alguém deveria servir de SACRIFÍCIO para apaziguar essa raiva. A atriz fez o papel tão bem, mais tão bem, que era inevitável não odiá-la.


Já nos créditos de encerramento aparece escrito na tela "baseado em obra de Stephen King". EU NÃO SABIA DISSO! Agora faz todo sentido o final ter sido DAQUELE jeito: Surpreendente, chocante e ótimo. Nunca li nada do autor, mas acho que devo rever meus conceitos, devo estar perdendo alguma coisa.

Em suma: filme ótimo, trilha sonora digna, sustos, ação, alguém para se odiar e um final inesperado. Está na minha lista dos melhores filmes. Recomendo!

A seguir, a música que toca nos créditos finais:

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