26 de novembro de 2013

Sobre festas e presentes

Quando era menor, presentes eram sempre uma constante: se dava presentes nos aniversários, nas festas de fim de ano, nos amigos secretos, no dia das crianças... toda ocasião era a correta para (me) presentear.


Não sei se isso tem a ver com a idade, mas reparei que nunca mais presenteei ou fui presenteado nessas datas especificas. Talvez seja difícil escolher um presente; talvez os gostos se tornem mais refinados/específicos; talvez esteja tudo muito caro.

A minha ideia é de que as pessoas, pelo menos as que conheço, parecem não ligar mais (ou não demonstram que se importam) para isso. O que tem valido, cada vez mais, é a PRESENÇA. E se minha hipótese estiver certa, por que a presença vale tanto?

Provavelmente o fator PRESENCIAL é valorizado porque a maior parte das interações ocorridas é feita através da internet, né? Os amigos e colegas se falam semanalmente via facebooks e whatsapps da vida para, no fim de semana, se encontrarem. Só que não é possível ter TODOS ao mesmo tempo, devido a diversidade dos grupos sociais (uns são os amigos da pelada, enquanto outros são os que jogam online. É difícil, a principio, incluir um individuo de um grupo nas conversas do outro).

Desta forma, quando alguém se dispõe a DAR AS CARAS em um ambiente de confraternização, mesmo sem uma LEMBRANCINHA, esta pessoa está demonstrando através de sua presença, o quanto a outra é importante para ela.

Chega-se então a conclusão que o mais importante presente que se pode almejar é conseguir reunir em torno de si as pessoas que lhe querem bem e lhe são queridas.
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