16 de julho de 2014

The Blacklist

Depois de MUUUUUUUITO tempo sem pegar novas séries para assistir (já via muitas e desisti de várias por não me chamarem mais atenção), decidi que era o momento de ver se alguns dos novos seriados que estava de olho era bons mesmo. Um deles era The Blacklist.


A primeira impressão que tive da série foi visual: ao ver o poster da série, não consegui tirar da cabeça uma relação com Death Note. Mais especificamente com o mordomo de L, Watari, no segundo episódio da série. Essa imagem abaixo:


Então fui atrás da sinopse da série e, meu deus, mais coincidências:
O criminoso mais procurado do mundo, de repente, se entrega e se oferece para delatar aqueles com quem já trabalhou, inclusive um terrorista que todos achavam estar morto. Mas tem um pequeno detalhe: ele só fará isso, se trabalhar com uma agente novata do FBI, alguém com quem aparentemente ele não tem nenhuma ligação.
Tal como Kira (killer) era o criminoso do desenho, Raymond "RED" Reddington é o do seriado. 

"Parece ser bom", pensei. Estava certo! Logo de cara já são mostradas questões a serem respondidas: o que RED fez para ser o mais procurado? Por que ele se entregou? Por que agora? O que ele quer ganhar com isso? Qual a relação dele com a agente LIZZY? 

Toda a história desde o primeiro episódio dá a entender que Red é o pai dessa agente e ela foi adotada e não sabe. Só que isso é TÃO EXPLICITO, TÃO NA CARA E TÃO ÓBVIO para os espectadores, que não pode ser verdade, né? Ou pode, vai saber. Talvez eu esteja tão acostumado com reviravoltas roteirísticas que quando te escancaram algo na minha cara, não consigo ver. DIVAGO.


A série é bastante corrida, os casos semanais são muito bem bolados e é por causa de um deles, que fiquei chocado, que tive o IMPETO de escrever. Aconteceu no décimo terceiro episódio da primeira temporada. 

O The Blacklist do título se refere a Lista Negra de criminosos pelos quais Red busca encontrar por algum motivo ESCUSO. Neste capítulo, o FBI investiga um agência de adoção. Supõe-se que as crianças oferecidas aos futuros país foram, na verdade, sequestradas de seus pais biológicos. 

O DUPLO TWIST CARPADO do episódio acontece quando notam que ninguém dá por falta das crianças. Nenhum comunicado, nenhum cartaz de desaparecido, nada. Se a agência faz isso mesmo, então alguém tem que se pronunciar.

Ou não.

Não há ninguém para se pronunciar pelo simples fato de que não são as crianças que foram sequestradas, mas sim as mães. ANTES DE TEREM OS FILHOS. As mulheres são raptadas, mantidas em coma, alimentadas por tubo com uma dieta pré-natal, enquanto o restante dos músculos do corpo atrofiam. 


É algo bem chocante.
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