segunda-feira, 29 de setembro de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
1001 maneiras de se maquiar em menos de 60 segundos
"De maquiagem e boné(Fonte: Vagalume)
Essa é a imagem que você quer ter
Quando você tiver
Quase 20 anos
E fizer seus verdadeiros planos?
Tira logo essa franja
Munhequeira rosa e laranja
Já vai sabendo que você vai rir demais
Quando parar e olhar pra trás
E ver suas foto atuais
E reze pra nunca chover
Se apressa que o verão vem (maquiagem vai cair)
Se apressa que o verão vem aí (e essa moda nunca mais vai de novo outra vez existir)
Se apressa que o verão vem aí"
Isto é um trecho de uma música. Quem lê pensa até que é uma banda de rock tirando sarro dos emos, mas não, não é isso. É a própria banda emo. (lê-se emo ponto) que mostra que o "movimento emo" (não entendam no termo pejorativo) faz parte de uma moda passageira (todas as modas são passageiras, perdoe a redundância). Deve ser a mesma sensação quando vemos, em fotos, nossos país com aquelas grandes costeletas nos anos 80.
p.s.: Uma coisa que admiro bastante nesses tipos de bandas são os títulos de suas canções. Sempre longos. Devia existir um incentivo por parte do governo para a produção de curtas-metragens baseados apenas nos títulos da música. Fora o exemplo do título, temos também "Essa música diz tanto que nem sei como não tem meu nome" do Dance of Days e "Cada poça dessa rua tem um pouco de minhas lágrimas" do Fresno.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Drummond recebe novo par de óculos
A estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade, que fica em Copacabana, ganhou novos óculos nesta segunda-feira. A doação do acessório, que custa R$3 mil, foi feita pela empresa Essilor, que recentemente adotou a estátua. O monumento, que desde sua inauguração já teve o acessório roubado cinco vezes, estava sem óculos desde maio. Na ocasião, a prefeitura chegou a dizer que estudava com a CET-Rio a instalação de uma câmera de segurança num ponto da Avenida Atlântica, para inibir a ação de vândalos.(Fonte: O Globo Online)
Sugiro que, em uma prova de vanguardismo, insiram lentes de contato ao invés de óculos no Carlinhos.
sábado, 23 de agosto de 2008
O herói olímpico
No inicio das olimpíadas, a rede globo (Galvão Bueno) tentou pregar a ideia que um herói olímpico é qualquer brasileiro que estivesse presente na competição. QUALQUER UM.
Após o fim dos jogos de vôlei de areia (antigamente chamado de praia, mas que hoje em dia não é realizado, necessariamente, perto do mar), ele disse que quem tem condições de chegar a olimpíada deve ganhar medalha. Quem é apoiado por um patrocinador forte, pelo governo (vôlei, ginástica) ou por uma confederação (futebol) tem obrigação de conseguir um pódio. De preferência o primeiro lugar, porque brasileiro não se contente com menos.
O herói tornou-se, então, aquele que chegou sem apoio, sem crédito, as vezes até gastando do próprio bolso para conseguir se manter no esporte. Herói também é aquele que teve sua vara roubada, mas não desistiu. Ou que passou por problemas de doping, mas superou as adversidades e conseguiu o ouro.
Dois pesos, duas medidas. "Rico" tem obrigação de ser o melhor, "Pobre" não. Mas se acontecer, é um herói. Se o "Rico" falhar é porque não tem o "poder mental". Sim, o psicológico afeta um atleta, mas atribuir todos os deslizes e "amareladas" à um "poder mental" que falta nos brasileiros (o tal do complexo de vira-lata cunhado por Nelson Rodrigues) e que americanos, chineses e britânicos possuem é forçar muito a barra.
Após o fim dos jogos de vôlei de areia (antigamente chamado de praia, mas que hoje em dia não é realizado, necessariamente, perto do mar), ele disse que quem tem condições de chegar a olimpíada deve ganhar medalha. Quem é apoiado por um patrocinador forte, pelo governo (vôlei, ginástica) ou por uma confederação (futebol) tem obrigação de conseguir um pódio. De preferência o primeiro lugar, porque brasileiro não se contente com menos.
O herói tornou-se, então, aquele que chegou sem apoio, sem crédito, as vezes até gastando do próprio bolso para conseguir se manter no esporte. Herói também é aquele que teve sua vara roubada, mas não desistiu. Ou que passou por problemas de doping, mas superou as adversidades e conseguiu o ouro.
Dois pesos, duas medidas. "Rico" tem obrigação de ser o melhor, "Pobre" não. Mas se acontecer, é um herói. Se o "Rico" falhar é porque não tem o "poder mental". Sim, o psicológico afeta um atleta, mas atribuir todos os deslizes e "amareladas" à um "poder mental" que falta nos brasileiros (o tal do complexo de vira-lata cunhado por Nelson Rodrigues) e que americanos, chineses e britânicos possuem é forçar muito a barra.
domingo, 17 de agosto de 2008
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