terça-feira, 19 de maio de 2009

Comentários em fotos do Orkut

Acho muito chato essa opção de clicar em ver mais nas fotos do Orkut. Todos os comentários deveriam ser mostrados de uma vez só ou, então, existir uma opção de ver todos os comentários. Passar 10 minutos clicando na foto mais famosa do orkut só pra ler os comentários é uma perda de tempo muito grande.

Facilite, Orkut.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A utilidade do Twitter

Depois de uns meses usando o twitter, descobri algumas funcionalidades do serviço.

A primeira é que, para os grandes sites, o twitter serve como uma forma de rss mais elaborada. Você cria um título chamativo e depois aponta um link no formato tiny url e pronto. Fica mais divertido seguir informações uteis no twitter e depois, se desejar, ver a notícia completa no site.

E só. Só isso. E, mesmo assim, ele está me entretendo muito.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

No Ar

Ontem e hoje, na TV Tropical, a matéria que Helô fez sobre internet, na qual sou entrevistado, foi ao ar. Isso é trágico. Mudei de número, esqueci de avisá-la e fiquei sem saber se minha aspiração global tropical atingiu as expectativas.

Alguns amigos viram reportagem e vieram comentar comigo. Também quero ver. Apelo: Heloisa, upe a reportagem no YouTube! Colabore!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Espera que o tempo arde outra vez..

Pessoal, vou narrar um acontecimento aqui pra vocês com toda a honestidade possível, em detalhe. Como todos aqui da comunidade sabem, estávamos com uma banda nova formada, com o excelente baterista Zé Junqueira, e tínhamos já cerca de 7 músicas ensaiadas. Estávamos entrando na fase final de composição de um total de 10 músicas para gravar um disco. Disco esse, diga-se de passagem, que temos de crédito no estúdio Rocklab, o mesmo em que gravamos o Tribunal Surdo e o Redenção dos Corpos, com o grande produtor Gustavo Vazquez. Até aqui, tudo bem. Na sexta-feira, feriado de 1º de maio, o Zé me ligou e me contou que havia sido chamado para entrar na banda Pedra Letícia, com vantagens financeiras que ele não tinha, obviamente, tocando com a gente. Ele então tomou a acertada decisão de se juntar ao Pedra Letícia, o que eu, no lugar dele, provavelmente teria feito também. Foi muito honesto com a gente e, bom que se diga, não houve nenhum tipo de grilo ou indisposição por causa da saída dele. Pelo contrário, dou e vou sempre dar a maior força pra ele porque é um músico de mão cheia e merece participar de uma banda que está estourando aí por esse Brasilzão de quem? De meu Deus.

Aí ficamos eu, Pedro e Thiago naquela situação: o que fazer? Arrumar outro baterista e começar do zero de novo, ter todo aquele processo de conhecer uma nova pessoa, e etc. Confesso que pensei até em parar de ter banda. Deu uma descrença e um cansaço. Então eu liguei pro Thiago e falei pra ele que tínhamos duas opções: arrumar um novo baterista pra banda nova ou encher o saco do Pierre pra que ele voltasse a tocar com a gente. Dei a opção do Pierre porque, depois de quase 1 ano sem tocar, ele vez ou outra me confidenciava uma certa saudade da vida em banda. Nesta mesma sexta-feira, fui até a casa do Pierre. Falei pra ele o que estava acontecendo com a banda nova e disse pra ele que seria uma motivação única se a gente voltasse a tocar junto e aproveitasse o disco que a gente tem de crédito no estúdio pra gravar um novo disco do Violins.

Confesso que fui sem muita esperança, porque o Pierre é o cara mais doido que eu conheço. Mas é aquele doido do coração maior, o doido de natureza, que é impossível você não amar e querer estar perto. Tão doido que já tinha vendido a sua bateria, ferragens, caixa, etc. Ele tinha parado de tocar totalmente. Mas naquela tarde acho que ele sentiu novamente que era hora de voltar a tocar, de fazer parte de uma banda de novo, de compor músicas de novo. E me disse que ia pensar e me respondia em breve. Passaram-se dois dias e ele me ligou e disse: "cara, passei o dia aqui ouvindo os discos, e to com muita vontade de voltar a tocar de novo. Vamos voltar a tocar."
Era o que eu, pessoalmente, precisava de ânimo pra continuar tendo banda. Voltar a gravar com essas mesmas pessoas um disco é uma coisa que eu já não esperava mais e que veio numa hora muito massa pra todos nós. Fui com o Pierre numa loja de instrumentos de Goiânia e compramos tudo que ele tinha vendido. Marcamos uma reunião pra sábado último e definimos o que a gente está com vontade de tocar e compor. Chegamos fácil a um consenso. Marcamos um primeiro ensaio de retorno para sábado próximo, coincidentemente dia do aniversário do Pierre.
Sei que às vezes pode parecer meio loucura a história de percalços dessa banda. Mas é tudo muito sincero. Um dia, deu vontade de parar de tocar e descansar de tudo, sair daquele hábito já corriqueiro demais. Passado um tempo, a vontade de fazer tudo de novo voltou e a gente se joga nisso de novo sem medo do julgamento alheio. Até porque a gente vai fazer esse disco simplesmente porque a gente gosta muito de tocar junto. E, se tiver alguém que vá ouvir e se identificar, a gente só tem a agradecer.


Violins voltou. Da comunidade do Orkut.