sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Enquanto isso, em uma partida de League of Legends

Situação: nosso time estava vencendo fácil, apesar disso um dos nossos companheiros de equipe jogava 10 minutos e ficava AWAY por uns 5. Isso fez com o que o jogo, que era pra terminar antes dos 30 minutos, durasse quase até 50. Eu, já puto pelo CORPOMOLISMO, ficava dizendo "vamos se juntar e terminar isso", mas quando parecia que iriamos finalmente andar em grupo, o cara voltava a ficar AFK. Contudo, vencemos.


Diálogo pós-jogo:

blackoff (11:56): E N FIQUE PUTO N
   Q VC Q CHAMOU O LVL 20 AFK
   fiquei mto puto com o bixo
   toda hora ele ficava afk po

kursch (11:56): eu também
   eu to puto com isso, pô
   por isso que eu tava falando pra acabar o jogo
   pra ver se o bicho ia

blackoff (11:57): hauuahhua
   =p

kursch (11:57): a gente tudo lá junto
   pronto pro combate
   o bicho virava pra base
   olhava o horizonte
   e meditava
   ...

blackoff (11:58): ahuauhauhauhuhauhauha
   "por que a guerra existe?"
   "estou fazendo o correto?"
   MALPHITE PULA
   AUHUHAUHA

kursch (12:00): AUHAUHUAHUAHUAHAUH

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Live Action de League of Legends? Confira as primeiras imagens!

Quem joga League of Legends e assiste ao Summoner Showcase, percebe que a arte dos fãs em relação as propriedades do jogo beiram ao profissionalismo: são bonecos, maquetes, roupas, acessórios, animações, músicas... tudo com a temática referente aos Campos da Justiça.

Comentava-se, nos bastidores, que a Riot poderia investir mais nessa área de entretenimento. O primeiro passo foi repassar a venda de camisas oficiais para o site J!NX. Aparentemente as coisas não vão parar por aqui!

Com a vinda oficial do jogo para o Brasil, o segundo passo seria promover pequenos trailers que seriam divulgados aos poucos na mídia. Porem, diferente do que foi feito para promover a Season One no exterior, com um trailer feito em CG Cinemático, a chegada ao Brasil parece seguir um foco diferente.


Trailer de divulgação da Season One

Ao invés de animações, estuda-se a possibilidade de criar pequenos trailers com pessoas reais explorando alguns personagens famosos da "Liga". A suspeita é de que seja uma forma de medir a popularidade do jogo de modo a criar uma pequena minissérie sobre o jogo, semelhante a animação Chinesa "LaLaLa Demacia". Podemos sonhar com um filme?!

A primeira imagem que vazou foi a da Heróina Nidalee, A Caçadora Bestial:


Comparem com o desenho do personagem:


E aí, o que acharam? Quais personagens vocês gostariam de ver?

A empresa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Invictus

Invictus nos traz a inspiradora história de como Nelson Mandela (MORGAN FREEMAN) uniu forças com o capitão da equipe de rúgbi da África do Sul, Francois Pienaar (MATT DAMON), para ajudar a unir a nação.

Recém-eleito, o presidente Mandela sabe que seu país permanece dividido racial e economicamente após o fim do apartheid. Acreditando ser capaz de unificar a população por meio da linguagem universal do esporte, Mandela apóia o desacreditado time da África do Sul na Copa Mundial de Rúgbi de 1995, que faz uma incrível campanha até as finais.


Percebemos no filme como o esporte foi usado para tentar apaziguar a tensão racial (e social) presente na África do Sul pós-apartheid.

O Rugby, apenas mais um esporte no mundo, ganha um papel importante: torna-se um elemento unificador da nação. O país pára para assistir e torcer por sua seleção. O Rugby tornou-se para a África do Sul o que o futebol e a Copa do Mundo representa para o Brasil: aquele momento em que todos param tudo para ver o time jogar e trazer um pouco de orgulho por pertencer a nação.


Só que também rola a crítica. Não no filme, a minha mesmo. O esporte como elemento do pão e circo. Que distraí a população dos reais problemas. Faço a analogia com o Brasil, onde o futebol serve para fins políticos. Quem nunca ouviu falar sobre a Copa de 1970 e a Ditadura? O estado usou do esporte para ganhar apoio popular e esconder suas mazelas. Só que o pão e circo não é essa coisa ruim por "natureza". Mandela mostrou que é possível utilizar o esporte para fins benéficos: a identificação do povo com o seu país. Nem que seja por um momento e mesmo que isso não resolva todos os problemas do país, já é um passo dado. Porque não existe solução mágica. Não podemos deixar de fazer o mínimo só porque não podemos fazer o máximo.


Outro ponto bacana que o filme aborda é a figura de Nelson Mandela não como um santo, mas sim como um ser humano cheio de problemas familiares, mas que mesmo assim tenta fazer o possível para cumprir as obrigações que o povo lhe concedeu.


Por fim, mais um paralelo com o Brasil. Na África do Sul, antes do campeonato mundial de Rugby, os torcedores negros do país não torciam para a seleção nacional, pois ela representava a memória do apartheid (as cores, o hino, etc). Então Mandela resolveu que o time deveria excursionar pelo país e interagir com a torcida, trazendo a mesma para torcer ao seu lado ao invés de contra. Daí eu penso no futebol hoje no Brasil, onde a nossa seleção faz mais amistosos fora do Brasil do que em seu próprio território. Um exemplo do que não se deve fazer caso queira o torcedor jogando ao seu lado.

Um time. Uma seleção.

Abaixo o trailer do filme. Recomendo muito para quem gosta de filmes com temáticas esportivas.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

23 anos em 7 segundos


"A derrota de um time é a derrota da gente" (Toquinho)

Várias torcedores famosos e ex-jogadores dão depoimento sobre os 23 anos de jejum de títulos do Corinthians até o título do campeonato paulista contra a Ponte Preta em 1977 com o gol de Basílio. Essa época foi marcada, inclusive, pelo crescimento da torcida. Curioso, né? Sem vencer, o time ganha torcida...


Juca Kfouri, Toquinho, Andres Sanchez, Rosenberg, Hortencia, Celso Unzete, Washington Olivetto entre outros depõem sobre suas histórias pessoais em concomitante ao período de jejum.

O documentário também conta com imagens da época, do que estava acontecendo no Brasil, de alguns jogos do Corinthians nesse período, desde o último campeonato ganho em 54 até o titulo em 77.


“Foi o maior deslocamento em tempo de paz na história da humanidade” (Juca Kfouri, sobre a Invasão Corintiana ao Maracanã em 1976, pela semifinal do campeonato brasileiro contra o Fluminense.)

Também são apresentadas várias histórias de bastidores na época sem títulos. Fala também sobre as manias dos torcedores e dos jogadores como: se vestir só de preto-e-branco nos dias do jogo, não deixar coisas verdes entrarem em casa, diminuir o som do rádio quando o adversário ataca e aumentar quando o Corinthians ataca, etc.


Por fim, o vídeo a seguir mostra o gol de Basílio que representa o fim do jejum de títulos.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo)

Hugo é um filme que faz uma homenagem ao mesmo. Mas isso você só percebe da metade para o fim do mesmo. É nessa hora que a história faz algum sentido e te chama a atenção. Antes disso é totalmente maçante. Chato até.


A história se passa em Paris, na década de 1930. Hugo é uma criança que mora em uma estação de trem e convive com o perigo iminente de ser pego pelo inspetor do local e enviado para um orfanato. Isso porque seu pai, um relojoeiro, morreu em um acidente, deixando o filho para ser cuidado pelo tio relapso.

O proprietário de uma loja na estação é o mais afetado pelos furtos de Hugo e, certa vez, pega-o roubando. Ao perceber a habilidade de Hugo com as maquinas pede para que o mesmo trabalhe em sua loja, evitando assim entregá-lo ao inspetor. O dono da loja é o padrinho de Isabelle, uma garotinha louca para participar de aventuras. E é aí que a história vai começar...


Uma das metáforas que o filme faz é sobre o proposito e o sentido da vida. Estamos aqui para realizar alguma coisa. Precisamos fazer algo. Temos que ter um objetivo. O de Hugo é consertar as coisas. Especificamente consertar o automato (uma espécie de robô) no qual ele e seu pai trabalhavam. Hugo acredita que, antes de morrer, seu pai lhe deixou um legado. E é por isso que ele PRECISA descobrir reparar o robô e descobrir qual é a mensagem que o mesmo tem para ele. Para isso não mede esforços para conseguir as peças que faltam para ajeitar o aparelho, furtando inclusive.

Outro ponto importante que percebi foi a questão artista que entra no ostracismo e acaba por dar a volta por cima com a ajuda do outro (mesmo sem querer). Reconhecimento, superação, bla bla bla. Esse é o lance metalinguístico do filme.


Tem um monte de ator e atriz famos@s no filme: Ben Kingsley (o ator que fez Gandhi e o psiquiatra de Shutter Island), Sacha Baron Cohen (Borat, Bruno, Ali G), Chloë Grace Moretz (a gatinha Hit Girl em Kick Ass), Christopher Lee (Conde Dooku, SARUMAN) e Jude Law como o pai de Hugo. O diretor é Martin Scorsese. Mesmo com tudo isso, com toda essa grife, não achei o filme essas coisas. E olhe que venceu 5 Oscar...