Depende do adversário.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
"Vi no face..."
Um dos meus hábitos é ficar prestando atenção nas conversas dos outros. Principalmente quando estou sozinho. É uma forma de me manter antenado ao que está acontecendo no mundo.
Quarta-feira agora houve uma paralisação do trânsito de Natal devido a uma manifestação da galera dos transportes alternativos. E, claro, muita gente reclamou. Porque, veja só, todos os que reclamaram USAM CARROS. Na minha concepção, protesto só funciona efetivamente se mexer com as pessoas. Senão elas não sabem o que tá acontecendo, o que estão reivindicando, nada. Parar o trânsito em locais que privilegiam o individualismo dos carros frente a coletividade dos transportes (sejam alternativos ou não) é uma forma bastante efetiva.
Mas voltando ao assunto de ouvir conversas dos outros: estava eu na UFRN e um grupo de pessoas falava sobre essa manifestação. Uma das garotas dizia que até o percurso das ambulâncias foi interrompido e pessoas, no plural, morreram por causa do protesto. Um colega dessa menina interpelou, "é sério isso? não tava sabendo..." ao que a garota respondeu "é sim, procura no facebook...".
Longe de desconsiderar as informações que são dadas na rede social, mas muitas, MUITAS mesmo, são dadas sem nenhum embasamento e compartilhadas sem critério. A frase atribuída a Goebbels, o rapaz responsável pela propaganda nazista na segunda guerra mundial, "uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade", faz bastante sentido nessas horas.
Peloamordeapolo, apurem suas informações! Até a Wikipédia é mais confiável que as informações desencontradas no Facebook. Não encontrei em um canto sequer, nos jornais onlines daqui da cidade, menção a estas pessoas que morreram e estavam em ambulâncias (o que só engrossaria o coro daqueles que acharam ruim a manifestação, "eita, uma pessoa morreu, tudo culpa deles!"). Se nem a "imprensa oficial" relatou, fica difícil acreditar.
A proposito, existe um site MUITO bom chamado e-farsas que procura desvendas essas farsas que as pessoas publicam na internet como se fossem verdade. Recomendo!
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Despertador
Antes de dormir, boto meu celular nos locais mais improváveis e difíceis de pegá-lo. Tudo isso para ter uma enorme dificuldade em encontrá-lo quando o despertador toca no dia seguinte. Faço isso para que consiga me manter acordado, mas nunca dá certo, mesmo tendo que por uma cadeira, subir nela e esticar toda minha mão para encontrar o celular que vibra e toca incessantemente EM CIMA DO GUARDA-ROUPA.
Esse esforço é todo em vão, pois logo em seguida dou um cochilo ao invés de ficar acordado (meu objetivo inicial).
E o pior mesmo é, quando acordo, sequer lembro que tinha feito todo esse exercício para encontrar e desligar o alarme. "Como esse celular veio parar debaixo do meu travesseiro?" penso eu.
Nunca tenho a resposta.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Evoland
Há muito tempo atrás, por volta de junho ou julho, aconteceu uma promoção de férias no Steam. Aproveitei para ver como era comprar jogos OFICIALMENTE, tendo em vista que os únicos que adquiri dessa maneira remontam a época do lançamento do NINTENDO 64. Comprei pelo menos uns 5, cada um por, no máximo, 10 reais cada. Entre esses jogos encontrava-se um RPG genérico chamado Evoland.
Até recentemente não tinha jogado NENHUM dos que comprei. Sim, puro consumismo (em minha defesa posso alegar que "estava tão baratinho, nem ia fazer falta!"). Então, 5 dias atrás, com as férias em vias de chegar, fui testar cada um deles. Bem, essa era a ideia, porque não consegui! Viciei em Evoland!
E por que me viciei tanto? A medida que joguei os primeiros 15 minutos do jogo, percebi que este nada mais era do que uma HOMENAGEM aos famosos RPG. O próprio game vai evoluindo conforme a historia avança, saindo de gráficos preto-e-branco pixelizados para formas coloridas e em 3D.
(Tenho esse problema de baixar jogos a partir das screenshots e do gênero. Por exemplo: nunca vou baixar um FPS, também conhecido como "jogo de tiro", ou algum MMORPG, aqui descrito como "jogo infinito que consome minha vida". Hack'n'slash e RPG sempre serão minhas escolhas principais)
Eu só exclamava "que massa!", "que irado!", "essa cena lembra muito..." e todos os RPGs que joguei vinham na cabeça. O jogo torna-se mais e mais divertido a medida que o player (jogador) vai desbloqueando as novas features (recursos) da história. Por exemplo nessas duas imagens abaixo:
Ri alto nessas cenas. O jogo reflete, de forma cômica, diversos aspectos: se por um lado mostra como nós, jogadores, nos deslumbrávamos com as tecnologias da época ("Parece real!" e apontávamos para um gráfico, hoje, tratado como inferior), por outro foca a questão antropológica (Invadir casas de estranhos não é visto com bons olhos em nossa sociedade. Tampouco quebrar os vasos da casa de alguém em busca de itens poderosos).
E eu continuava rindo!
Além disso, o jogo também conta com várias referências a cultura pop: ora através de frases de Shigeru Miyamoto (criador de Mario, Donkey Kong, Zelda, entre outros) dentro das casas de certos personagens, ora com isso:
Que, pra quem não percebeu a referência, é a frase que Gandalf fala para o Balrog em Senhor dos Aneis:
Até recentemente não tinha jogado NENHUM dos que comprei. Sim, puro consumismo (em minha defesa posso alegar que "estava tão baratinho, nem ia fazer falta!"). Então, 5 dias atrás, com as férias em vias de chegar, fui testar cada um deles. Bem, essa era a ideia, porque não consegui! Viciei em Evoland!
E por que me viciei tanto? A medida que joguei os primeiros 15 minutos do jogo, percebi que este nada mais era do que uma HOMENAGEM aos famosos RPG. O próprio game vai evoluindo conforme a historia avança, saindo de gráficos preto-e-branco pixelizados para formas coloridas e em 3D.
(Tenho esse problema de baixar jogos a partir das screenshots e do gênero. Por exemplo: nunca vou baixar um FPS, também conhecido como "jogo de tiro", ou algum MMORPG, aqui descrito como "jogo infinito que consome minha vida". Hack'n'slash e RPG sempre serão minhas escolhas principais)
Eu só exclamava "que massa!", "que irado!", "essa cena lembra muito..." e todos os RPGs que joguei vinham na cabeça. O jogo torna-se mais e mais divertido a medida que o player (jogador) vai desbloqueando as novas features (recursos) da história. Por exemplo nessas duas imagens abaixo:
Você tem 256 cores exibidas. Bem parecido com gráficos reais, né?
"Você obteve a habilidade de entrar nas casas: agora podes invadir livremente a privacidade das pessoas!"
Ri alto nessas cenas. O jogo reflete, de forma cômica, diversos aspectos: se por um lado mostra como nós, jogadores, nos deslumbrávamos com as tecnologias da época ("Parece real!" e apontávamos para um gráfico, hoje, tratado como inferior), por outro foca a questão antropológica (Invadir casas de estranhos não é visto com bons olhos em nossa sociedade. Tampouco quebrar os vasos da casa de alguém em busca de itens poderosos).
E eu continuava rindo!
Além disso, o jogo também conta com várias referências a cultura pop: ora através de frases de Shigeru Miyamoto (criador de Mario, Donkey Kong, Zelda, entre outros) dentro das casas de certos personagens, ora com isso:
Que, pra quem não percebeu a referência, é a frase que Gandalf fala para o Balrog em Senhor dos Aneis:
Tá claro que tô apaixonado pelo jogo, né?
Tenho ciência de que a narrativa é totalmente genérica, focando na jornada do herói que, ao longo do seu caminho, encontra outros companheiros com diferentes motivações, porem com o mesmo objetivo: lutar contra o mal. Mas e daí?
As referências pop são o grande charme e diferencial de Evoland para outros jogos do gênero: brincar e rir de si mesmo. Sem os clichês, o jogo passaria totalmente despercebido!
Tenho ciência de que a narrativa é totalmente genérica, focando na jornada do herói que, ao longo do seu caminho, encontra outros companheiros com diferentes motivações, porem com o mesmo objetivo: lutar contra o mal. Mas e daí?
As referências pop são o grande charme e diferencial de Evoland para outros jogos do gênero: brincar e rir de si mesmo. Sem os clichês, o jogo passaria totalmente despercebido!
E é por isso que me diverti tanto jogando-o! Certamente o jogo não impactará a todos pelo apelo emocional: é um game de NICHO. Apenas quem teve a oportunidade de vivenciar as evoluções dos RPGs poderá experimentar, em sua totalidade, o sentimento de nostalgia que Evoland proporciona.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Como tratar seu notebook
kursch
bicho, to fazendo
download de uns mil jogos
pro steam
aqui no notebook
mas nao vou ficar aqui olhando a velocidade subir e descer
se eu baixar a tampa, os downloads continuam?
ou serao cancelados?
pv
nao sei dizer
deixa aberto a tampa
kursch
pensei que voce era o rei dos notebooks!!!
pv
eu sou
eu deixo ele aberto
tenho frescura nao
kursch
eu tenho, nem vou usar o bicho
uhauhauha
pv
UGEAYUEFUYGFEAUGFEAGFEAHAFE
kursch
gastar mais energia sem necessidade
pv
por favor boe
ainda ha tempo pra deixar de ser assim
eu nao fecho o meu bixo
deixo ele tomando vento, umidade, poeira, tudo
deixo ele o tempo todo ligado na tomada fudendo a bateria
como enquanto eu mexo nele, na moral
fuhfiuhfaeiuhfaeiuhfeauhfeahufae
e o bixo ta la, firme e forte e viril
kursch
uhauhauhauhaahua
ok então, farei isso
~
P.S. Valeu, Talis!!! Por me dizer A VERDADE!
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