quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

17:27

Há muito tempo atrás assisti um documentário chamando "The King of Kong" que retratava a rivalidade de dois jogadores profissionais de Donkey Kong. O do Arcade. Daquelas maquininhas, sabe? FLIPERAMA. Antigamente os jogos de videogame se baseavam mais no PLACAR MÁXIMO do que em propriamente finalizar o jogo.

Esses dois players competiam ferozmente pelo maior placar e cada vez que um deles era superado, o outro ficava mais motivado para melhorar e recuperar o recorde. Numa das cenas do filme foi citada uma passagem bíblica do livro de Provérbios (título do post!): "assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro." E essa frase é muito verdade, na minha interpretação.


Entendo ela da seguinte maneira: quanto mais pessoas "boas" ao seu redor, mais você se aprimora. Se tiver amigos estudiosos, tenderá a estudar mais para acompanhar o ritmo; se tiver bons exemplos de ética, moral e conduta na família, imitará este comportamento; e assim por diante. O OUTRO na qual será o exemplo precisa ser tão bom quanto você para que cause algum impacto.

(Lembrando que considero essa questão de ruins e bons exemplos BASTANTE subjetivas. São sempre baseados na sua visão de mundo e não algo absoluto).

Ao pesquisar sobre as interpretações da passagem bíblica, vi um termo que chamou atenção: pedagogia do atrito. Diz o seguinte:
Há pessoas que fogem do atrito por passividade (se auto-anulam); por egoísmo (não desejam enriquecer o outro apresentando um pensamento contraditório); por conforto (não desejam se desgastar emocionalmente) e por outras razões de acordo com sua criatividade. (...)
Esse provérbio ficou na minha cabeça porque, de certo modo, é assim que tento levar a vida, tentando me cercar de pessoas que possam me acrescentar algo e evitando aquelas que desmerecem suas conquistas e desmotivam seus projetos.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Chaves e o Lumpemproletariado

Entre as páginas 32 a 37 do texto “Estado, Classe e Movimento Social” (MONTAÑO e DARIGUETTO) que leio para uma disciplina que estou pagando na universidade, os autores falam sobre as classes sociais. 

Além de, primeiramente, distinguir classes sociais das econômicas (aquelas conhecidas por classe média, classe alta, classe baixa), também explicam e exemplificam algumas destas classes sociais baseadas nas ideias de Marx e Engels. As duas mais marcantes, claro, são a do Burguesia e a do Proletariado, mas havia uma cuja existência nunca tinha ouvido falar: o lumpemproletariado.



Segundo o texto, a grosso modo, as definições são as seguintes:

Burguesia: “a classes dos capitalistas modernos, proprietários dos meios de produção social, que empregam o trabalho assalariado (...) proprietários de terras (...), dos meios de produção (...), dos meios de consumo (...) e as instituições de intermediação financeira.”

O proletariado (classe trabalhadora): “privados de meios de produção, se veem obrigados a vender sua força de trabalho para existir (...) o trabalhador pode ser produtivo ou improdutivo (sem produzir mais-valia)”

Lumpemproletariado: “uma massa indefinida e desintegrada (...) maleável pela elite dirigente (...) composta por indivíduos arruinados, vagabundos, presidiários libertos, chantagistas, punguistas, trapaceiros, mendigos”

E do que adianta sabermos dessas coisas se não conseguimos contextualizar/estabelecer relações com nosso mundo? Nada, né? Pois é. Um dos papeis do historiador/professor de história é mostrar aos outros esse sentido. E quando você descobre um exemplo simples e que todo mundo conhece torna as coisas ainda mais fáceis.

Estava eu assistindo televisão dia destes (quando a OI/VELOX simplesmente desistiu de prover serviços de internet para minha pessoa) e quando vi uma das repetitivas cenas do Chaves onde o Seu Barriga foi cobrar o aluguel do Seu Madruga, TUDO FEZ SENTIDO. Bem, pelo menos esse texto fez sentido.

O Seu Barriga é indiscutivelmente o burguês do qual o texto fala: detêm o monopólio da terra, numa analogia as casas da vila, sendo o arrendatário. Lucra com o trabalho dos outros e certamente, quando morrer, seu filho Nhonho receberá através de uma herança todos os seus bens, repetindo o ciclo vicioso.

O restante da vila, incluindo aí também o Seu Madruga, fazem parte do proletariado, aqueles que vendem ou tentam vender sua força de trabalho. Mesmo Seu Madruga sendo desempregado, isso não o exclui da categoria dos trabalhadores, tendo em vista que estar empregado não entra no mérito da questão (uma coisa que eu não sabia, mas o texto esclarece!).

E, por fim, temos o Chaves, protagonista do seriado que leva seu nome, o mendigo da vila, não detêm nenhum meio de produção, não trabalha, e baseado no que NÃO SABE na escola, não há nenhuma perspectiva de melhoria. Vale lembrar que o Chaves é, por diversas vezes, trapaceiro com o Quico, uma pessoa da classe média/alta, porem um proletário como outro qualquer.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Divagando

Olho para meu blog e vejo que a última atualização foi em 16 de Janeiro com um vídeo de uma formiga levando um peteleco e penso: "poxa, eu pelo menos poderia ter escrito alguma coisa". Sempre penso isso, que deveria ter falado algo a mais. As vezes alguns posts não saem por causa disso: "se for pra escrever um paragrafo, é melhor nem postar". Tanta gente por aí se utilizando de 140 caracteres e eu preocupado com isso. Vai entender, né?

Então resolvi mudar e é pra agora. Alguns pensamentos aleatórios dos últimos tempos. Vamos a eles.

Tem muita gente que, quando em determinados eventos sociais, sente aquela vontade de ir embora mais cedo que o horário padrão, mas que por diversos motivos, geralmente para não desapontar o ANFITRIÃO, acaba sentado numa mesa bebericando um chopp sem álcool e quando sai, de fininho, evita os cumprimentos e o papo do "mas já vai?! tão cedo!".

Sempre me perguntam (mentira, ninguém nunca o fez) se alguma coisa mudou após eu ter apagado o Facebook e a resposta é: sim, meus contatos estão praticamente restritos a minha agenda telefônica, whatsapp e o Steam (esse mal conta). Não me sinto mais compelido a forçar conversas com semi-desconhecidos. Digo isso porque tenho essa ideia de que se a pessoa está adicionada como AMIG@ no meu perfil (do FEICE), então deveria conhecer um pouco dela, correto? Só que é meio inviável porque a) são muitas pessoas b) nem todos podem conversar c) nem todos querem.

O maior problema do whatsapp são aquelas pessoas que utilizam-o em tablets. Essas nunca te respondem quando preciso (lembrando: o mundo gira sim ao seu (meu) redor). Não que eu realmente PRECISE, mas tento espalhar, através de ações, o significado do TOKA KOKA
A noção de que para recebermos algo, temos de dar algo do mesmo valor. O que é tido no anime, como o principio base da alquimia, é por outro lado, uma noção idealista da nossa realidade. A ideia de que temos de amar para ser amados, de respeitar para ser respeitados, e assim por diante. (Fonte)
Ela é uma lei real da alquimia criada por Antoine Lavoisier [LEI DA CONSERVAÇÃO DE MASSAS], mas que tornou-se mesmo conhecida após o sucesso do anime Fullmetal Alchemist (que aborda bem o assunto e foi muito elogiado por isso), onde os dois irmãos protagonistas aprendem no mínimo duas coisas básicas: que tudo na vida depende de esforço e sacrifícios para conquistar o que queremos, e que apesar de teoricamente haver um equilíbrio entre isso, ele pode pender mais pra um lado de acordo com a nossa vontade. (Fonte)
Só que na maioria dos casos, NA VIDA, as pessoas não ligam muito para as coisas com que você se importa (e vice-versa). Tô no caminho errado.

E quando pensava que não iria encontrar nenhuma imagem para ilustrar essa publicação, eis que me deparo com este CAPTCHA:

Curto muito esses captchas ESPIRITUOSOS!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A história da formiga que levou um peteleco

Neolimpíadas



kursch (16:29)
http://pt.wikipedia.org/wiki/100_metros_livres
na natação
a evolução
é enorme

PV (16:29)
tipo, o que serah ke ta acontecendo pra existir essa evolucao?

kursch (16:30)
ITS EVOLUTION, BABY
e um monte de treinamento intensivo
e os maiôs
galera nadava antes so de sunga, hoje cobre o corpo todo praticamente
por causa do atrito
eu vou tentar bater o recorde olimpico
de 1905
eu, gordinho.
se eu bater... ITS EVOLUTION, BABY
tem tambem a ver com a dieta né
a alimentação

PV (16:33)
eashveasieuhasehsaueiuaseasea
eh
mas vai chegar um momento que vai topar, neh
essa evolution baby
eu fico imaginando quando chegar a era dos nano robos
e dos ciborgues
como eh que vai ficar esse lance de olimpiadas

kursch (16:35)
vai ser tipo novas olimpiadas ne
tipo
paraolimpiadas, olimpiadas, neolimpiadas.

PV (16:35)
vai ficar tipo formula 1
quem tiver mais tecnologia ganha
eauhsveiasheiuhasiehasuhesa
eh
soh que tipo
eu digo quando chegar a um nivel em que for "obrigatorio" ser ciborgue
digamos, por exemplo, que inventem uma perna
que oc ara substitui a perna normal
e essa perna nova ela nao cansa, se movimenta a uma taxa de 40km por hora e ela se mexe com energia do corpo do cara
aih tipo
se surgir uma perna dessa
a um rpeco acessivel
a tendencia serah a galera parar de comprar carro
e passar a implantar essas pernas
serah um item essencial do dia a dia
aih tipo
numa realidade dessa
ninguem vai ter perna normal
pq ter perna normal vai implicar em nao poder ir trabalhar, em nao poder fazer um monte de coisas
entao serah meio que obrigatorio ter

kursch (16:38)
ai um hacker vai e
POTOF!
fode as pernas de todos

PV (16:38)
eushaeuahvseiuaseas

kursch (16:38)
e ninguem mais consegue andar
DARIA UM FILMAÇO

PV (16:38)
soh se elas forem lgiadas em rede
UHAEISUVEHOAISHEOASIUSHA EH
EAIUSHEVIOASUHEIASHEASHEIAHUSEAS

kursch (16:39)
tipo um plano de dominação global aos poucos
o cara ia esperar chegar ate 90% da população ter perna bionica
ia lá e fodia geral
e os 10% que nao botaram nada iriam tentar dar um jeito
de salvar o resto
mesmo esses 10% restante tendo uma RIXA com os quase-ciborgues
uma historia de amor e superação.