quarta-feira, 9 de julho de 2014

Castle of Illusion


Mais um da série dos jogos que comprei com aquele super desconto do Steam. Dessa vez, como chamo, Mickey no Castelo da Ilusão.

Primeiro vou apontar os dois defeitos TÉCNICOS que tive.

O primeiro é referente ao uso do joystick/controle. A página da loja diz que há compatibilidade parcial/total, mas comigo isso não deu certo. Pluguei meu controle, calibrei-o pelo painel de controle e mesmo assim o jogo não me deu a opção de utilizá-lo. Sequer o reconheceu.

O outro problema é o FPS/frame rate BAIXÍSSIMO. Parecia que estava jogando em slow motion. NÃO HÁ UMA SOLUÇÃO OFICIAL para isso feita pelos produtores do jogo. Procurei na internet e encontrei um FIX/reparo feito por fãs para resolver o problema. Deu certo, UFA!, mas é um absurdo que isso não tenha sido consertado por meios oficiais. Até porque paguei pelo jogo, né? Se fosse pra baixar um pirata, pelo menos saberia que poderia enfrentar PERCALÇOS.




A enredo é o mesmo da versão clássica: a bruxa Mizrabel sequestra Minnie para roubar sua juventude. Cabe a Mickey resgatar a ratinha.


Agora vamos falar das coisas boas: o jogo é ótimo! As imagens mostram a beleza e fluidez dos gráficos. Apesar de não considerar tanto isso na hora de comprar um jogo, há de se parabenizar o trabalho visual realizado.


A dublagem do Mickey, em inglês, é muito boa! Lembro apenas de ter ouvido a voz do rato nas dublagens brasileiras. São bem semelhantes (óbvio, esse é o trabalho da dublagem). Há também um narrador ONIPRESENTE, contando a história do jogo a medida que ele avança, como se fosse mesmo um desenho animado.


Os desafios do jogo são moderados. Por ser um jogo de plataforma em 3D, não há uma muita ALEATORIEDADE nos eventos, então fica fácil vencer os CHEFÕES de cada mundo. Ainda assim, penei para resolver certos puzzle (quebra-cabeça). Alguns ainda estão pendentes!


O Steam oferece doze conquistas (achievements). Posso dizer que pra conseguir pelo menos três VAI TER QUE REBOLAR: encontrar todos os diamantes, as cartas e as estatuas. Isso, de certo modo, aumenta a vida útil do jogo, já que será necessário voltar nas fases para encontrar aquele item e fechar o jogo em 100%.


Caso você não dê bola para as conquistas, acredito que seja rápido ZERAR (ainda não terminei). Como encaro isso como um desafio, certamente passarei mais tempo que o normal.


Em suma: é um jogo que VALE A PENA comprar se estiver em PROMOÇÃO. Na duvida, lembre-se do conselho do Pato Donald sobre aventuras: nunca embarque em uma.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Alice: Madness Returns

Saiba de antemão: nunca li nada de Lewis Caroll,  nunca consegui assistir até o final o desenho da Disney de Alice por achar super chato e lento. Vi o filme do Tim Burton e minha opinião não mudou muito. Parece desconexo demais. Minha principal referência a mitologia de Alice é o seriado Once Upon a Time in Wonderland que é o que mais se assemelha a história de Madness Returns, com uma Alice sendo considerada LOUCA por JURAR DE PÉ JUNTO que fala com coelhos e que visitou o País das Maravilhas



O grande barato (ou não) desse jogo de Alice é que você, SER HUMANO, está tão perdido na história quanto a protagonista. A medida que a personagem recupera os fragmentos de memória, o enredo começa a ser compreendido.

O jogo É MUITO BONITO, o visual de Alice se modifica a medida que ela descobre novos mundos e isso é percebido logo no começo do jogo: desde a roupa clássica azul e branca ao entrar no País das Maravilhas para logo ser trocado pelo vestido steampunk no reino do Chapeleiro Maluco.





Todavia preciso dizer a verdade: A JOGABILIDADE É HORRÍVEL E ISSO DESTRÓI A EXPERIÊNCIA DO JOGO:

- Alguns personagens te atacam e os únicos modos de esquivar são VIRANDO BORBOLETINHA ou encolhendo, mas demorei para me acostumar a realizar a ação. Levando em consideração que os atalhos para atacar e defender estão TODOS do mesmo lado (ctrl, shift, caps lock, tab), o jogo peca na INTUITIVIDADE dos comandos;
- Outra coisa que pode causar contrariedade são os saltos duplos: tem muito disso no jogo e nem sempre consegui cair onde queria. Isso acontece porque a movimentação com o mouse é ruim. Quando joguei, tive que soltá-lo e mirar o personagem em uma direção para obter sucesso;
- Há um bug que torna IMPOSSÍVEL usar a vorpal blade através do clique do mouse. Acontece quando se está usando a arma de pimenta. Depois de ter muita RAIVA, fui atrás de resolver esse problema e a solução é a seguinte: quando acontecer o erro, desligue o caps lock e aperte o número 1.
- Os puzzles são repetitivos.



Comprei Alice: Madness Returns na promoção de férias do Steam do ano passado. Custou R$8,74. Minha dica é: ECONOMIZE SEU DINHEIRO!

domingo, 6 de julho de 2014

Links do Domingo #3

Fios de um dos postes da rua caíram. Telefone ficou mudo e internet disse adeus. Só voltou há pouco tempo. Triste fim.

E abaixo os links do domingão.

Imagens

A evolução da linguagem escrita: desde a cuneiforme, passando pelos hieroglifos e o alfabeto latino, até chegar aos emoticons :) Encontrei no Truth Facts.



Textos

O direito de ser deixado em paz: um artigo jurídico salientando a legitimidade de ser deixado em paz depois de cumprir alguma pena ou ter sido injustamente acusado perante a sociedade. Discute também o caso de intimidade de pessoas expostas na internet e como esse "fantasma" pode aparecer no futuro para perseguir a vitima. Essas também teriam o direito ao esquecimento.

As origens elitistas e racistas do futebol, por Mário Rodrigues (o irmão de Nelson): texto marcado por diversas sugestões de leituras para tentar compreender melhor o racismo no futebol (brasileiro, especificamente), desde sua chegada ao nosso país.

Há umas semanas li A Falha Simbólica do Brasil, do Impedimento, ressaltando a falta de NERVOS DE AÇO do capitão da seleção masculina brasileira de futebol, Thiago Silva. Desde então a imagem dele em campo só faz com que um único pensamento surja na minha cabeça: "Ih, vai chorar!". Nessa semana, por acaso do destino, estava lendo um post despretensioso sobre, supostamente, alunos que ficam mendigando que professores remarquem provas e abonem faltas quando, DE REPENTE, uma reviravolta textual e uma conexão inusitada, mas pertinente, com o chororô dos jogadores da seleção. Recomendo lerem o Chora aí! (o bom é um dos comentários: chorar pode, mas tem que ENCARAR).

Em O outro saldo da copa aprendemos que há 8,9 feridos por vidraça quebrada. Substituir objeto é fácil. Ainda aponta as irregularidades ocorridas antes e durante a copa do mundo (prisões sem sentido, desapropriações, etc).

Vídeos

Motoboy tenta chutar o espelho do carro e... não deu certo. O que será que o carro fez pra o motociclista ficar tão puto?

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Moisés e a Ambulância

Uma pequena historinha: ao deixar minha prima no colégio ontem, ficamos ENGARRAFADOS devido a um acidente de carro. Uma sirene de ambulância faz barulho atrás dos carros e todos abriram passagem para a mesma passar.

Então lembrei do LENDÁRIO Moisés, um rapaz da bíblia que deu um CHEGA PRA LÁ e fez o mar abrir-se para que ele e seus coleguinhas pudessem passar pro outro lado.

Fui procurar uma imagem para ilustrar esse post e encontrei essa abaixo do site Profetirando:


Igualzinho ao que imaginei.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Sleeping Dogs

Tentando diminuir um pouco o meu vício em League of Legends, resolvi tomar uma ATITUDE: só o jogaria se estivesse em uma equipe completa, para evitar o estresse de contar com pessoas aleatórias. Nada mais de partidas ranqueadas SoloQ, exceto quando fosse absolutamente necessário (a cada 28 dias, acho, para evitar perder Pontos de Liga). Caso não apareça um time, jogo uma partida contra os bots e ganho a primeira vitória do dia.

Essa BRECHA em meu HORÁRIO permitiu que eu finalmente tomasse vergonha na cara e arranjasse um emprego usufruísse das DEZENAS de jogos que comprei nas promoções do Steam.


Por qualquer motivo inexplicável escolhi Blessing Gods Sleeping Dogs. Catei uma tradução qualquer do jogo e fui me aventurar.

Pra quem não conhece, Sleeping Dogs é um jogo do gênero ESTILO GTA: mundo aberto, matança desenfreada de pessoas (se você assim desejar), roubo de carros ininterruptos (se você assim desejar), espancamento de transeuntes (se você assim desejar), missões aleatórias que mesclam ASSASSINATOS com PEGUE O BOLO DE CASAMENTO NA CONFEITARIA.

Um jogo igual nossa vida real: cheio de caos.


E o que ele tem de diferente em relação aos GTA da vida? NÃO SEI! Não tenho muito conhecimento sobre GTA e afins :( Mas posso contar algumas coisas que me chamaram atenção.

A história, por exemplo, NÃO SE PASSA NOS EUA. Isso, por si, já é um choque. O personagem caminha na rua, os pedestres falam e não é possível entender nada (pra quem tem noção de inglês, nem dá pra ouvir AS FOFOCAS). Isso porque os eventos ocorrem em Hong Kong!

Quando dirigir, lembre-se da INGLATERRA: o volante é do lado direito e a direção na mão esquerda!

Wei Shen, o protagonista, é um policial infiltrado com o objetivo de desmontar uma organização criminosa. Sendo um AGENTE DA LEI, matar pessoas ou destruir patrimônio público faz com que seu placar diminua.


Wei também pode saltar de uma moto em movimento para outro carro em uma perseguição: coisa de cinema! Soltei um "QUE MENTIRA!" quando executei tal PERFORMANCE.

O que mais me chamou a atenção foram as lutas: as sequências de combo, a PLASTICIDADE e a possibilidade de agarrar o adversário e arremessá-lo no cenário. É muito bonito! Principalmente quando as cenas ficam em slow motion.






No geral estou curtindo bastante o jogo. A história não é de muita originalidade, mas ainda assim é bem contada. Como sou bem metódico em relação a games, estou focando nas missões secundárias para, só então, desfrutar da principal, zerando o jogo e desbloqueando todas as conquistas. 

Sem estresse e com calma. Diferente do League of Legends.