terça-feira, 2 de junho de 2015
Dilema
Um dos maiores dilemas da humanidade envolve a hora de dormir.
A questão é a seguinte: quando é necessário acordar cedo, o que é preferível? tentar dormir, mesmo sem sono, e passar as próximas duas horas rolando prum lado e pro outro da cama pensando na vida OU ficar acordado realizando alguma atividade e correr o risco do bocejo só vir quando o sol raiar?
domingo, 31 de maio de 2015
Links do Domingo #50
Jihadistas acusam alto escalão do Estado Islâmico de fazer nepotismo em lista de suicidas
Entenda por que os Estados Unidos foram responsáveis pela prisão de dirigentes da Fifa
Greve na Universidade Pública – Objeções Frequentes, Respostas Incômodas
Elogio à liberdade de expressão
Avanti cobra ingresso de Maria Eduarda. Ela tem seis meses
Funcionários usam número de celular das clientes para assediá-las via WhatsApp
Leitoras compartilham mais casos de assédio pelo WhatsApp
Pessoas intrusivas
Meninas abandonam estudos e tentam suicídio após entrar para lista das "mais vadias"
Como se absolve um policial
sábado, 30 de maio de 2015
Não julgue o jogo pela capa
júlio
acho que ja falei
mas vou repetir
sou muito puto com esses jogos
de capa bonitinhas
animescas
e ai quando tu clica
é aquele jogos de dialogos infinitos
com meninas seminuas
PV
sim
efaiuefhaiuhaefouiahefouihaefoiuhaefoiugafjúliooihfuaheafe
e tem MUITOS
júlio
sim
todo dia tem pelo menos um la
na capa
e o pior é que ainda são muito caros
PV
eh
efiheafoheafiuhea
fico indignado
serah que tem publico?
júlio
deve ter né
e eu sempre clico
pra aparecer um e desconfirmar que não é o que eu penso
PV
deaifuihaefueaf
taqui mais um exemplo
http://store.steampowered.com/app/375200/
fiuaehfiuaehuhfea
júlio
era esse que apareceu hoje aqui
tava vendo hoje
PV
tem o da doidinha ciclope tb
feaiuheafiufeaiuiefaoifeaohfeaiufeaoiuhoiuefafea
júlio
tenho medo de comprar um desses jogos desse estilo
mas sem querer posso comprar um jogo de estupro
e quero isso pra amim naoPV
jogo de bater em mulheres e deixa-las nua quando sao derrotadas
feiauhioufeahiugfeaoiugfeaoiugfeaoiuhfeaoiugofieauhfae
júlio
sim
UAHUAHUAHAUHAH
PV
soh podia ser jogo de japones
tudo doente
júlio
muito medo desses jogos niponicos
domingo, 24 de maio de 2015
Links do Domingo #49
Jovem que perdeu carro no mar busca conserto: 'Na próxima pago o motel'
Camisas das escuderias de F-1 caso elas fossem times de futebol
Seis motivos pelos quais Game of Thrones é uma série misógina e opressora
Quatro mitos sobre a crítica de Marx ao Capitalismo (ou “o que a crítica marxiana ao capitalismo não é”)
Politicamente correto, uma defesa
O machismo que está em nós
Conquistadores ou estupradores? Descobridores ou genocidas? A língua como instrumento de poder
Respondendo comentários
24 livros que previram o futuro e estavam certos
O que os ouvidos ouvem, o cérebro imagina
A melhor sequência de reportagem de todas
terça-feira, 19 de maio de 2015
Joshua
Joshua estava em casa tranquilo vendo TV com sua família quando ouviu um barulho de um carro entrando na sua rua sem saída em alta velocidade. A freagem brusca contaminou o ar com o cheiro de borracha queimada. Os vizinhos da casa da frente, em suas cadeiras de rodas elétricas, fecharam as portas e as janelas.
Os homens que saíram do Sedan prateado estavam armados e iam em direção a residência de Joshua.
Vazio.
A única coisa que Joshua se lembra é de desarmar um dos homens, porém isso não foi suficiente: havia um comparsa com a arma apontada para sua nuca. Era o fim da linha para o garoto e ele nem ao menos sabia porque.
BANG!
Sangue por todo lado. Joshua não era mais nada além de um corpo estendido no chão.
Vazio.
Joshua corria esbaforido para o quintal enquanto os homens invadiam sua casa. A adrenalina traz força inimagináveis ao corpo. Acima do peso, Joshua deu um salto em direção ao muro vizinho e de lá para o teto da sua casa. Ninguém procuraria por ele ali e sua previsão se confirmou. Antes de adormecer ao luar, ouviu o barulho de uma arma e o baque surdo de um objeto e ficou temerário pela sua família, mas "antes eles do que eu", pensou e apagou.
Acordado e refeito do susto, desceu para a sala. Havia policiais e um corpo de um homem desconhecido. Quem era ele? Certamente não eram os invasores. Ninguém reconhecia o corpo.
Apesar de todo o interrogatório, Joshua não sabia dizer a razão da sua família haver sido poupada. Sabia que estavam atrás dele, mas não o motivo. O que ele teria feito?
O investigador responsável sugeriu o seguinte: Joshua deveria sumir. O corpo encontrado seria dado como o dele e ninguém voltaria para terminar o trabalho. Ele teria que criar uma nova identidade, deixando família e amigos para trás, cortando todo tipo de comunicação de forma perene.
O rapaz achou que valeria a pena. Não queria ver sua família morta, apesar de suas intenções egoístas anteriores de salve-se quem puder. Entretanto havia alguém que ele não queria deixar para trás. Sua namorada. Investiu tempo, dinheiro e saúde mental que não teria paciência para fazer tudo de novo com outra pessoa. Queria recomeçar uma vida nova com uma velha pessoa.
Apesar de ir contra todo o raciocínio logico e recomendações policiais, Joshua foi ao aeroporto encontrá-la. Contra todos os indícios, ela não era uma aeromoça. Trabalhava no balcão mesmo.
Ela não deu cabimento algum a Joshua com essa história infundada.
Joshua partiu num ônibus lotado na rodoviária mais próxima.
Os homens que saíram do Sedan prateado estavam armados e iam em direção a residência de Joshua.
Vazio.
A única coisa que Joshua se lembra é de desarmar um dos homens, porém isso não foi suficiente: havia um comparsa com a arma apontada para sua nuca. Era o fim da linha para o garoto e ele nem ao menos sabia porque.
BANG!
Sangue por todo lado. Joshua não era mais nada além de um corpo estendido no chão.
Vazio.
Joshua corria esbaforido para o quintal enquanto os homens invadiam sua casa. A adrenalina traz força inimagináveis ao corpo. Acima do peso, Joshua deu um salto em direção ao muro vizinho e de lá para o teto da sua casa. Ninguém procuraria por ele ali e sua previsão se confirmou. Antes de adormecer ao luar, ouviu o barulho de uma arma e o baque surdo de um objeto e ficou temerário pela sua família, mas "antes eles do que eu", pensou e apagou.
Acordado e refeito do susto, desceu para a sala. Havia policiais e um corpo de um homem desconhecido. Quem era ele? Certamente não eram os invasores. Ninguém reconhecia o corpo.
Apesar de todo o interrogatório, Joshua não sabia dizer a razão da sua família haver sido poupada. Sabia que estavam atrás dele, mas não o motivo. O que ele teria feito?
O investigador responsável sugeriu o seguinte: Joshua deveria sumir. O corpo encontrado seria dado como o dele e ninguém voltaria para terminar o trabalho. Ele teria que criar uma nova identidade, deixando família e amigos para trás, cortando todo tipo de comunicação de forma perene.
O rapaz achou que valeria a pena. Não queria ver sua família morta, apesar de suas intenções egoístas anteriores de salve-se quem puder. Entretanto havia alguém que ele não queria deixar para trás. Sua namorada. Investiu tempo, dinheiro e saúde mental que não teria paciência para fazer tudo de novo com outra pessoa. Queria recomeçar uma vida nova com uma velha pessoa.
Apesar de ir contra todo o raciocínio logico e recomendações policiais, Joshua foi ao aeroporto encontrá-la. Contra todos os indícios, ela não era uma aeromoça. Trabalhava no balcão mesmo.
Ela não deu cabimento algum a Joshua com essa história infundada.
Joshua partiu num ônibus lotado na rodoviária mais próxima.
Assinar:
Postagens (Atom)











