segunda-feira, 13 de outubro de 2025

A pobreza impede de sonhar

A pobreza não limita o sonho, mas a dignidade de quem sonha
Propaganda vende sonhos democraticamente, mas quem não tem riqueza não pode comprar 

sábado, 11 de outubro de 2025

Monogamia no barbeiro (a fidelidade ao seu cabelereiro)

Quando pequeno cortava meu cabelo no Pequeno Príncipe, um salão no centro da cidade. Sempre ia na mesma pessoa e, como era criança, ao final do corte ganhava um pirulito. Infelizmente a pessoa que cortava saiu do estabelecimento e deixei de cortar lá.

Nesse ínterim cortei cabelo em cantos aleatórios, MAS NÃO ME ADAPTEI. Havia uma pessoa que fidelizei próximo de casa, mas este também mudou-se. 

Decidi então comprar uma máquina e cortar meu próprio cabelo e assim o fiz por anos, décadas e assim cortava meu bebêlo a cada 6 meses. "Cortava" é forma de falar: raspava mesmo. Sempre. Até que Isabel apareceu e mostrou a importância de cortar o cabelo. Show!

Procurei o canto com melhor custo-benefício próximo de casa e encontrei o Salão Black. Gostei de um dos barbeiros e por lá cortei nos últimos 4 anos aproximadamente. Só que um dia em 2025 minha tia, na cidade de Parnamirim falou para eu cortar o cabelo em um local próximo a loja dela e, de graça, aceitei. Gostei muito do corte e a pessoa também fez a minha barba: no antigo não fazia por não achar necessário. 

Traí o salão Black e estou cortando nesse outro local, mas nesse exato momento estou na fila de espera e o MEU barbeiro ainda não chegou e vou acabar tendo que cortar com outro (são dois)

E é isso. 

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Todo dia

 Todo dia, desde o dia que decidi escrever, abro o blog para pensar. Da mesma maneira que abro a geladeira. Só que não escrevo. Fica aqui a minha tentativa de escrever sem dizer nada.

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Fome de Braços

 Chegou determinado cliente no comércio e, por ele ter uma camisa de banda de heavy metal, supus que era uma boa pessoa, elogiei a vestimenta e começamos uma conversa. É antropologo, descobri ser doutor, e em algum momento citou artigo que escreveu para Anpuh. Fiz a leitura e observei a expressão "fome de braços". Essa é a graça da História: quanto mais você estuda, até sem querer, mais você se toca que pouco sabe. 



Descobri que o termo "Fome de braços" era utilizado pelos grandes fazendeiros no Brasil para manifestar a suposta carência de trabalhadores livres no campo, antes e após o fim da escravidão.

Quando você é obrigado a ficar sem internet

Das vezes que realizei concursos públicos, sempre fico bastante pensativo sobre a vida no espaço de tempo em que acabo a prova até o horário que é permitido sair de sala com o caderno de questões (quando possível). Sou daqueles que sabe ou não sabe do assunto (não tenho sabido muito), então sempre, SEMPRE, SEM EXAGERO, termino a prova objetiva rapidamente. É nesse momento que anoto meus pensamentos para ver se consigo realizá-los na vida mundana (quase nunca ocorre). Preciso descobrir as razões disso. 

(uma versão desse texto escrevi na prova da CPNU)