quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Análise leiga e curta sobre Pro Evolution 2012 (PES 2012)


Baixei o PES2012 porque todo começo de ano tenho que zerar a MASTER LEAGUE formando um timaço para me achar o imbatível. Até que eu enfrento qualquer amigo meu, sofro pra vencer - quando venço - e vejo que não era tão fácil.

Sobre esse novo jogo... não muda muita coisa em relação aos anteriores. Continua rápido, dinâmico e fácil. Diferente do FIFA que é rápido, dinâmico e difícil. No PES você não precisa elaborar muito uma jogada até chegar ao gol.


Apenas joguei uma partida por enquanto e minha análise é tão rasa quanto um pires, mas uma coisa legal que inseriram nessa versão foi uma nova câmera. Dá pra ver quase o campo de futebol inteiro. Nem precisa do minimapa.

Outro ponto interessante é a torcida. Quando seu time está atacando, ela vai se levantando aos poucos a medida que você chega perto do gol.

Sobre os gráficos: não ligo pra isso. Acho bonito. Não acho que um jogo de futebol necessite de gráficos super realistas. Eu o trato como um game somente para diversão. Não é um RPG da vida que tem história e tudo o mais e você precise se relacionar com os personagens. São só uns bonequinhos andando num fundo verde.

Ah, e tem o técnico a beira do gramado. Ele fica imóvel, mas já é alguma coisa. Breve acho que será possível transformar o bandeirinha num cachorro. Aguardemos.


Lembrando que o PES 2011 que joguei foi no Playstation 2. Se essas mudanças já haviam no XBOX ou no PS3, sou ignorante.


Venci meu primeiro jogo por 2x0. Eu era a Inglaterra e enfrentava o Brasil (que continua com essa camisa verde pirata).

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Parábola, Hipérbole e Elipse

A Parábola, Hipérbole e Elipse surgiram primeiro como conceito matemático ou como figura de estilo em português/gramática? Você sabe, Cíntia?

sábado, 24 de setembro de 2011

Mimos

Júlio . diz (13:56)
http://diascomuns.tumblr.com/post/10602227561/ela-ta-lendo-freakonomics

Túlio Camara diz (13:57)
que seriado é esse?

Júlio . diz (13:58)
modern family
o melhor

Túlio Camara diz (13:59)
se você diz eu acredito, mas baixar series a 70 kb/s é um saco
aehuahue

Júlio . diz (14:00)
nossa, 10 anos atrás
era o auge da internet
triste quando voce tem que baixar em RMVB o que pode baixar em FULLHD porque a velocidade não contribui

Túlio Camara diz (14:01)
pois é
virei uma pessoa MIMADA

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A ideologia de Marx


Você sabe o que é ideologia? Acho que todo mundo conhece basicamente como um sistema de idéias que orientam o individuo em suas ações. Bom, tem aquele rapaz chamado Karl Marx que desenvolveu outro conceito para ideologia. Um conceito negativo. Ele dizia que a ideologia serve para mascarar a realidade. De esconder as desigualdades sociais. De fazer com que as outras classes se identifiquem com os valores da classe dominante. Não que isso seja maquiavelicamente pensado. É tipo os religiosos convertendo os índios no Brasil no período colonial. Eles realmente acreditavam que estavam fazendo algo certo.

Fiquei feliz com esse conhecimento adquirido. Daí um rapaz da sala foi citar um exemplo desse tipo de ideologia. Diz ele que pagou uma disciplina em uma turma de ecologia e que foram analisar aquela frase de "cada um deve fazer sua parte". Todo aquele lance de sustentabilidade, salvar o planeta. E ele disse que não fazia diferença se você jogar ou não lixo na rua. Mas não no sentido de não fazer diferença e sim no sentido de que mesmo que todos façam sua parte, o montante de lixo evitado não vai chegar ao pés do que uma indústria química polui o ambiente. E, nesses casos, faz total sentido o conceito de Marx. Porque se essa frase, que aparentemente é correta, cai no gosto popular, todos vão acreditar. E então o problema - a sustentabilidade - que É uma questão pública, vai se individualizar. E nós vamos nos sentir responsáveis, porem impotentes, porque não conseguiremos fazer nada muito grandioso de fato.

Óbvio, ninguém deve jogar lixo na rua, mas dizer que cada um estará fazendo sua parte é uma frase ideologica porque nao adianta muita coisa no sentido geral e esconde toda uma problemática por trás dos assuntos (as indústrias que poluem, no caso). Questões amplas se reduzem a problemas individuais. E não dá pra ser assim, né?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A mediocridade nas salas de aula

Não sei se foi algum pedagogo ou alguém ligado ao ensino que inventou, mas algumas máximas atuais presentes em salas de aula (principalmente ensino médio e fundamental) são meio non sense.

Uma que eu acho bem estupida foi quando começaram a dizer que "uma nota boa ou ruim não quer dizer que você seja mais ou menos inteligente que seu coleguinha". Por favor, alguém me mostre qual a outra forma de avaliação sem notas. Eu sou ignorante e não conheço. Se você aprende mais, você é mais inteligente. Não importa se você decorou tudo de última hora ou se você estudou regularmente. De uma forma ou de outra você se deu melhor que outra pessoa. E se for o primeiro caso, você ainda tem uma ÓTIMA memória!

(Infelizmente não conheço uma outra forma popular para medir o aprendizado sem ser atribuindo valores. Se você conhece, me conte. E isso é para medir inteligencia, não a CAPACIDADE da pessoa)

Outra coisa que particularmente é irritante é professor que diz "esse é um processo conjunto, nós aprendemos juntos". Você, professor que diz isso, está, no mínimo, desprezando toda sua formação acadêmica. Você TEM que saber tudo da sua disciplina, ainda mais para alunos de ensino fundamental e médio. Talvez você não precise saber uma resposta exata, mas você tem uma NOÇÃO para dar uma resposta vaga e trazer algo mais aprofundado em uma próxima aula. O aluno vê no professor uma figura acima da média, não o deixe sem resposta.

(Mas, por favor, não ensine nada errado. Melhor ser vago)

Prezando pelo politicamente correto, as escolas, em seus jogos internos, estão DANDO medalhas de participação. Qual é a graça disso? A vida não premia os derrotados. Talvez os esforçados, os persistentes, mas como alguém vai ser isso se sempre recebe um PRÊMIO de consolação? É até estranha essa expressão. Por que você merece um prêmio para ser CONSOLADO? Se você não é um bom esportista e souber isso o mais cedo possível, o colégio pode dar atenção naquilo que você se sobressai. Por que insistir em atletismo se o que você gosta mesmo é de misturas químicas?

(As escolas deveriam investir no potencial do aluno! Mas para isso é preciso uma mudança de mentalidade...)

E os pais que vão tomar SATISFAÇÃO por seus filhos terem tirado nota baixa? Como se a culpa toda fosse do professor. Essas atitudes nivelam por baixo. Crianças vão sendo passadas de uma série para outra sem terem aprendido o básico. Chega lá na frente e se dá mal. Porque ninguém as reprova de ano. "Ah, elas pagam dependência". Eu acho bacana você pagar uma ou duas matérias de um ano anterior no ano corrente, mas quando é mais que isso o aluno fica sufocado com a quantidade de matérias. Aí não dá, né?

(Reprovar alguém não é errado. Mas também não é certo fingir que tá tudo bem!)