sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A história do UFC, os especialistas e a CALOI


Assista ao vídeo para entender o post. São apenas dois minutinhos!


BCO
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
é bem assim mesmo

Júlio
yuuahuahuahuahaha
quando eu vi a luta la na festa de nachos, junto com o povo, todo mundo parecia entender tanto e davam tantos palpites...

BCO
kkkkkkkkkkkk
eu fico indignado bixo
é porque eu gosto mesmo
e assistido desde meados de 2000
sempre treinei, estou treinando
sempre acmopanhei
aí eu saio de casa para ver uma luta dessas

Júlio
FACEBOOKEARAM O UFC ne

BCO
e tenho que ouvir dezenas de pessoas falando merda
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Júlio
uahuahuahuahuah
sei como é

BCO
na real o UFC é um lixo
o UFC é uma empresa de entretenimento, nada mais
o UFC comprou o melhor evento que já existiu, que era o PRIDE
e ACABOU com o MMA
imagine que a Ford compra a GM, Nissan, BMW, etc.
aí fica uma empresa, detendora de 90% do mercado internacional

Júlio
ah
faz sentido
to por fora, nao gosto e nunca pesquisei sobre o assunto
é... desse jeito ai que tu falou, nao tem como NAO assistir ufc
ja que aparentemente é a única realizadora dos eventos

BCO
enquanto a Cherry e Jac motors ficam como concorrentes.. Assim como Caloi, fabricantes de patinetes e veículos com motor de cortador de grama
foi o que fizeram

Júlio
UHAUHAUHAUHUAHAUHA
pqp CALOI

BCO
heaiouhaeieiuo
seriam os eventos pequenos, como os que existem aqui no estado
é um monopólio de mercado
ela comprou o PRIDE, que era o maior e seu principal concorrente
era de uma empresa Japonesa
aí acabou com o Pride
a uns anos surgiu o Strikeforce, que começou a ganhar notoriedade
a Zuffa (empresa dona do UFC) comprou o Strikeforce também
jajá o Strikeforce vai acabar.. ou vai ficar como evento meia boca de segunda opção que é
vários lutadores do Strikeforce já estão migrando para o UFC
os melhores, claro
Tem um que está criando nome na europa, acho que é inglês, que se chama Bellator.. Jajá a Zuffa compra também, se começar a incomodar seu mercado

Júlio
e não tem
leis antitruste?

BCO
não sei como funciona
os meios legais exatos que eles utilizaram
não sei detalhes
fato é que o que aconteceu foi o Tio San endiabrado no mercado de MMA
talvez por se tratar de transmissão esportiva.. não sei
devem ter achado a brecha do monopólio

Bíblia de Seda



Júlio: *discurso motivador e sincero*

Natasha: owmm que lindooo, acho lindo isso em vc ;*

Júlio: o que?

Natasha:  vc bota fé em mim, e fica falando coisas legais q dxa a pessoa p cima .

Júlio: so falo a verdade
sou jesus.
sou a verdade e a vida

Natasha: Minha gerente faz o contrario. Aquela michael scott da vida.
Hahauah sou a verdade e a vida aquele q cre em mim viverá mesmo q morto. Sei la uma coisa assim. Neh?

Júlio: nao sei
so sei a parte do a verdade e a vida

Natasha: Parece q é assim.
Mas eu acho bonito quem manja da biblía.

Júlio: bíblia. mas eu não manjo :B

Natasha: Eu nunca tive paciência. Umas folhas tão finiiinhas q arr maria. Umas letra miuda, e é meio complicado de entender. Era p ter a biblía new generation.
Hahaha é bíblia. Ta vendo c é um anjo do céu na minha vida.
E eu =x ja fiz blasfemia ca bíblia.

Júlio: a bíblia new generation é a do marco aurelio

Natasha:  Na época que eu fumava maconha. Eu e os meninos estavamos sem seda. Dai =~ a gnte pegou aquelas últimas folhas da bíblia umas em branco e usamos =x. Mas a gnte fez uma reunião p saber se iamos usar ou n. Até q decidimos usar.

Júlio: UAHUAHUAHUAHUAHUAUHUAHUAHUA pqp reunião pra discutir isso

Natasha: Foi sério po kkkk. Mó debate a gnte e ae? É certo? Quem é a favor. Até que a gnte: ohm vamo usar. Pq uns foram contra as q tinham coisas escritas. So podia as em branco e pá.

Júlio: existia pagina em branco na biblia?
duvido.

Natasha: Minha bíblia que minha tia me deu o novo testamento. Tem umas 3 folhinhas no final q creio eu q seja p rascunho pq elas saõ em branco.

Júlio: ah ta

Natasha: Mas elas n + existem pq eu as fumei
:(

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Jô Soares - As Esganadas

Ninguém se importa com o sofrimento ou com a humilhação da gorda. Acham que ela é gorda porque quer.
Aparentemente Jô Soares tem uma queda por assassinos. Em "O Xangô de Baker Street", "Quem matou Getulio Vargas?" e "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras" todas as histórias giram em torno de mortes e suas investigações posteriores.

Quem achou que em "As Esganadas" iria ser diferente, se enganou! Mas veja pelo lado positivo: em comparação com o Xangô, onde as pistas sobre o assassino são deixadas ao longo da narrativa, o assassino serial de "As Esganadas" é apresentado logo no primeiro capítulo. Se, por um lado, a história perde um pouco do mistério de encontre-o-assassino, ganha no desenvolvimento da personalidade dos personagens e na agilidade da narrativa, mostrando o jogo de gato-e-rato entre a policia e o criminoso.


Contextualizando: A história se passa no Rio de Janeiro, no ano de 1938. A cidade nesta época ainda era a capital do Brasil, um lugar efervescente, local de difusão de ideias e modas. Era também ano de época de Copa do Mundo, realizada na França, onde a seleção de futebol masculino viria a se destacar graças a Leônidas da Silva, THE BLACK DIAMOND (O Diamante Negro). No Brasil, Getúlio Vargas deu o GOLPE de estado, instaurando o Estado Novo e mantinha-se no poder mesmo sofrendo atentados comandado por seu EX-AMIGO Plínio Salgado.
- O senhor é evangélico? – pergunta o curioso Calixto.
- Não, sou agnóstico.
- Agnóstico? O que é agnóstico?
- É um ateu cagão – define Mello Noronha, à sua maneira.
O assassino da história chama-se Caronte. Igual o da mitologia grega. O barqueiro que transporta os mortos recebendo em troca uma moeda. O nome não é por acaso: seu pais eram donos de uma funerária chamada Estige, o mesmo nome do rio pelo qual o barqueiro mitológico navega. Num curioso senso de humor mórbido, talvez até pensando nos negócios, batizaram seu filho assim.
Deus nos deu dois ouvidos, dois olhos e uma boca só. Uma boca com dentes pra morder a língua.
A motivação dos seus assassinatos é sua mãe. Uma GORDA. Que não queria que o filho seguisse o mesmo caminho. Então o privava de comer. Mesmo tendo herdado o biotipo do pai, um MAGRO, sua mãe não estava nem aí. Dava de ombros mesmo. Salada todo dia. Então ele matou a mãe, mas não satisfeito, direcionou todo seu ódio as outras mulheres gordas, pois elas lembravam sua mãe. Não distinguia credo, etnia, aspecto financeiro, nada... sendo gorda, ele esganava. Detalhe: com comida!

Le déjeuner sur l'herbe (Monet). Cena semelhante ao primeiro caso.

No ENCALÇO de Caronte estão quatro personagens:

1. O ex-inspetor português, agora confeiteiro no Brasil, Tobias Esteves. Apesar de demonstrar um forte raciocínio logico (Lembra um pouco Sherlock Holmes nas suas deduções. Nem todas certas, que fique claro), as vezes demonstra ser um pouco tapado socialmente. É o que possui mais "conhecimento de mundo" da turma, deixando constantemente seus colegas sem respostas. Costuma sempre citar o principio de Ockham como forma de resolver casos difíceis.

2. Mello Noronha é o delegado responsável pelas investigações do caso d'As Esganadas. Gosta de resolver as coisas logo e não aceita enrolações. Odeia quando sua mulher, Yolanda, o convida a ir ao teatro. Acha bastante sonolento. Tem um mau humor crônico.
As pessoas evitam se aproximar dos furgões funerários, por uma associação inconsciente com a sua própria morte.
Casa de Chopin em Żelazowa Wola (Polônia). Local de nascimento de uma das esganadas.

3. O assistente de Mello Noronha chama-se Valdir Calixto. É um homem que desejava apenas uma vida como guarda de trânsito, mas acabou parando na seção de homicídios. Não é muito afeito cadáveres e morre de medo de histórias de terror. Meio ignorante, faz muitos questionamentos estapafúrdios durante a história.


4. Por fim temos a participação feminina. Trata-se da jornalista Diana de Souza. Foi correspondente na guerra civil espanhola. Obstinada, faz de tudo para ter acesso ao caso dAs Esganadas. Com o passar do tempo, e devido a sua insistência, torna-se colega da equipe, conseguindo assim vários furos de reportagem. Gosta de automobilismo e disputou uma corrida de carros no no circuito da Gavea.

Nosso ponta-esquerda sofre foul! O bandeirinha assinala mas o juiz não consigna! Para mim a Suíça deixou de ser neutra!
Curiosidade: músicas citadas no livro: As quatro estações de VivaldiPolonaise op. 53 de ChopinHeroica de ChopinSe la face ay Pale de Guillaume DufayO Anel de Nibelungo deSonata em Si Bemol de WagnerMessa da Requiem de Verdi. Os crimes a seguir também foram mencionados: Crime da Mala (1928), O caso Scheffer, além de outros que não encontrei referência. O Grand Guignol referido no livro tem sua origem em um teatro francês cujo tema principal era show de horrores.

Um dos Anões do pintor Diego Velázquez. Há um anão no livro e sua história é tragicômica.

Sobre o livro: no geral, eu gostei. O que mais me chamou atenção foram os personagens, gostei da construção deles: mesmo seguindo certos esteriótipos, eles tiveram espaço para se desenvolver, tanto o vilão como os mocinhos e a mocinha; A motivação para a matança de Caronte, complexo de Édipo, é bastante rasa, mas e daí? Não ligo para clichês; Gostei também das dezenas de piadinhas; Também lembrei muito de Dexter e Six Feet Under. Será que Jô Soares é fã de Michael C. Hall? Caronte é a junção do serial killer com  dono de funerária!; Não sei se é querendo mostrar que merece ser um IMORTAL, fazendo parte da Academia Brasileira de Letras, mas há muitas palavras na história das quais eu não conhecia (mas fui atrás depois) o significado. Acho que palavras estranhas não te tornam melhor escritor, Jô!; Por fim, um outro ponto interessante da história é o merchandising feito já naquela época pelo radialista Rodolpho d'Alencastro:
“Por mais que me esforce, como profissional dedicado, é difícil transmitir a emoção que me embarga em momentos de tamanha intensidade. Só não enrouqueço porque faço uso permanente do Xarope São João, que evita graves afecções da garganta e do peito. O Xarope São João é um remédio científico apresentado sob a forma de saboroso licor. Não ataca o estômago nem os rins e facilita a respiração, tornando-a mais ampla. O Xarope São João fortalece os brônquios e protege os pulmões da invasão de perigosos micróbios."

Revolution S01E01-02


E aí, vocês tão vendo Revolution? Assistam! Já saiu o episódio 2... EU RECOMENDO. Tenho tantas expectativas sobre essa série que começarei a resenhar semanalmente ela aqui. O que escrevo a seguir se refere aos dois primeiros episódios da série.

A história se passa 15 anos depois do presente (da série) num futuro pós-apocalíptico. Alguma coisa aconteceu no mundo, não se sabe o que, e todas as formas de energia elétrica foram extintas. Nada funciona. Não temos eletricidade. O QUE HOUVE? FOI OBRA HUMANA? SE SIM, QUEM FEZ ISSO? QUAIS INTERESSES? Esse é um dos motes da série.


Nesse mundo, acompanharemos como uma família "comum" se portará sem todos os apetrechos da vida moderna. Como arranjar comida, onde tomar banho, qual água podemos beber, como lidar com estranhos... só que a família não é comum. Aparentemente o pai, Ben, esconde algum segredo sobre o apagão/blecaute global. A mãe, Rachel, também aparenta saber do que se trata, mas nada fala.

Um aspecto curioso é a forma de criar as crianças. Tenho essa impressão que Danny e Charlie são criados por Ben na expectativa da energia voltar... porem se passaram 15 anos e até agora nada, né? Mas tente se por no lugar do pai: deve ser difícil educar seus filhos em um mundo cujo você nunca foi preparado para lidar. Ele não nasceu num mundo sem energia e mesmo com as capacidades adaptativas dos seres humanos, Ben sempre vai se lembrar de como era mais simples antes. Talvez seja isso que mantenha sua sanidade (e de toda sua família). Por isso acredito que caso ele realmente esconda alguma coisa referente a maneira de trazer a energia de volta, deve ter vivido com essa esperança, não querendo que seus filhos se tornassem bárbaros (matar pessoas, chantagear, sequestrar, ameaçar, etc). Uma questão de valores. Para Ben, pelo menos.

(Pensei até em comparar com The Walking Dead, onde as crianças são ensinadas a se defender de zumbis desde pequeno, mas seria uma comparação estapafúrdia: se defender de zumbis é muito diferente de se proteger de outros seres humanos.)


A falta de energia elétrica também trouxe um colapso governamental. O governo dos Estados Unidos caiu e as regiões são controladas por milicias. Elas que detêm o poderio armamentístico. A região em que a família se localiza pertence a República Monroe. Monroe é nome do general e, 15 anos atrás, era amigo de Miles, irmão de Ben (o pai da família).


A história começa a ANDAR, por assim dizer, quando a milicia encontra Ben e quer levá-lo para um interrogatório a respeito da energia (sim, suspeitam que ele saiba de algo. POR QUE SUSPEITAM? NÃO SEI). Danny, o filho e irmão da protagonista (Charlie), tenta se interpor no caminho, porem isso só gera um caos: o vilarejo ataca a milicia que responde com FOGO e Ben acaba morrendo. Danny é capturado.


Veremos então os esforços realizados por Charlie para tentar resgatar seu irmão. Para isso ela precisará encontrar e solicitar auxílio do seu tio, Miles, o qual não vê há mais de uma década. Junto dela nessa QUEST (aventura) estarão sua madrasta, Maggie (Esqueci de dizer, a mãe dela estaria supostamente morta. Veja o PS ao fim do texto) e um nerd chamado Aaron (ele trabalhou no Google!).

(A série tem muito disso. De fazer referências aos produtos tecnológicos do nosso presente. No primeiro episódio, lembro dessa menção ao Google, enquanto no segundo é o iPhone).


Os cenários pós-apocalípticos são bonitos demais. Parecem aqueles documentários, mostrando a terra sem os seres humanos. Pra você ver como interferimos radicalmente em nosso meio ambiente...

Acho a protagonista muito meia boca. Não sei se é o roteiro ou é ela que não sabe demonstrar as emoções... infelizmente associo ela com Katniss de Jogos Vorazes, ai fodeu (porque acho Katniss infinitamente superior, mesmo que a comparação não seja valida, são situações semelhantes, porem diferentes. Em Jogos Vorazes há energia). Torço pra que a personagem evolua.


(E tenho grandes esperanças que isso ocorra! O background da história dela, sendo ameaçada desde criança, vendo sua mãe matar um estranho a sangue frio... ela só APARENTA ser mosca morta, mas estou aguardando grandes ações dela)

Outro ponto interessante do segundo episódio foi a loirinha, Maggie (a madrasta), que carregava o iphone pra todo canto, pois era o único lugar que guardava as imagens de seus filhos. Ela não as tinha no suporte usual (o papel). Uma bela crítica, né? Imagine hoje, nós guardando tudo aqui na internet e se rola um apocalipse por falta de energia não teríamos como acessar tais informações (ver fotos, ler livros, etc)

(E eu estou vendendo meus livros, migrando gradativamente para o formato digital. Se uma coisa dessas acontecer, não vou ter mais o que ler. Estaria lascado :P)


Sobre o capitão da milicia, o Tom (o espelho mágico de Once Upon a Time): creio que, de algum modo, sua família esteja sendo mantida em cativeiro. Por isso que ele faz o que faz. Mas é só uma teoria, talvez ele seja um psicopata, só que não quero acreditar nisso. Quando eles vão enterrar o miliciano, tive a sensação de que a série quer mostrar que não existe isso de pessoas boas de um lado e pessoas ruins de outro (maniqueísmo). A galera está apenas fazendo o necessário pra sobreviver naquela situação. Não dá pra julgar sem conhecer.


E por fim, voltando a Charlie (a protagonista), é legal ver que ela se choca com as coisas que os outros acham comum/normal. O lance dos escravos transportando o helicóptero foi um bom exemplo (lembrei daquelas figuras dos livros de História do colégio, onde mostram escravos egípcios carregando blocos imensos para construir pirâmides). Miles e Nora viram o mesmo que ela, mas nenhum dos dois tocou no assunto. Não se importavam com a situação, só com o seu umbigo. Ok, provavelmente estou ROMANTIZANDO a situação, mas não acho que devamos ser indiferentes aos problemas dos outros.

Traçando um paralelo com o hoje, vemos que é a mesma coisa: observamos impassivos as imagens na TV (ou em qualquer mídia) sobre um monte de desgraça e pensamos "é, é isso aí, o mundo é assim mesmo" e mudamos de canal. Conformismo. Não são muitos que se dispõem a mudar uma situação ou mesmo se importar com ela.

P.S.: Pelo menos descobrimos, no fim do segundo episódio, que "Juliet" está viva.


Semana que vem escreverei a resenha do terceiro episódio. A série sai as segundas-feiras nos EUA.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

FDP

É possível se contar nos dedos (das mãos e dos pés) bons filmes com a temática esportiva. Tem Gol (só o primeiro, tratando o Futebol sob a perspectiva de um jogador), Invictus (Rugby), Karatê Kid (Artes Marciais), O Resgate de um Campeão (Boxe), Jamaica Abaixo de Zero (Bobsled), Space Jam (Basquete), Speed Racer (Automobilismo), Maldito Futebol Clube (Futebol)... ok, vou parar de listar, porque não tenho polidactilia e percebi que não sei até onde essa lista pode ir.

Mas seriados... bem, seriados eu não conheço nenhum que foque na temática esportiva. Ok, tem Friday Night Lights e Blue Mountain State, mas elas falam de Futebol Americano. Nem sei jogar isso! Só gosto mesmo de futebol (do Corinthians) e de automobilismo (F1). Queria um seriado nesses moldes. E saiu um recentemente sobre futebol. Produção totalmente brasileira.



FDP é o nome da série. A sigla fala exatamente dele, do alvo de todas as vaias da torcida em um estádio de futebol: O juiz.
A série pretende mostrar que, muito além da mítica figura do juiz de futebol há um homem que sofre tantas pressões quanto qualquer outro, seja como pai, como marido ou como filho… Filho da… (Fonte)

O protagonista chama-se Juarez e seu sonho é apitar a final de uma copa do mundo. Aparentemente a série irá mostrar a evolução da carreira de Juarez, apitando primeiro os campeonatos estaduais, depois competições internacionais, como a Libertadores da América, até chegar a Copa do Mundo. Se chegar.  Sérgio e Carvalhosa são os seus auxiliares (bandeirinhas) e completam o trio de arbitragem. Uma curiosidade que percebi é que Juarez só é arbitro. Ele não tem uma profissão paralela, como é comum ocorrer na VIDA REAL.


Ao mesmo tempo em que luta para realizar seu sonho, Juarez trava uma batalha judicial contra sua ex-mulher, Manuela, pela guarda do filho, Vinny. Juarez TRAIU a mulher e, pior, ainda passou uma doença venérea. Não é a toa que ela quer a separação, né?


Juarez até tenta recuperar o afeto de Manuela, mas não vai ser tão fácil assim. Isso porque o advogado responsável pelo processo de custodia, Rui, tem uma queda pela cliente. Não sei se isso algum envolve dilema ético (bacharéis de direito, me respondam), mas a história segue esse caminho. Eu até pensei em escrever "triângulo amoroso", mas até onde vi (terceiro episódio) Manuela não dá nenhum indicio de querer reatar a relação. 


Outros personagens recorrentes da série são Rosali, a mãe de Juarez, e Guzman, seu namorado. Após a separação, Juarez acaba voltando pra casa da mãe (que não gosta nada disso!). Juarez não sabe lidar com a ideia da sua mãe tendo uma vida sexual ativa. Guzman é um argentino, nacionalidade escolhida provavelmente pelos produtores para exaltar a rivalidade futebolística. Em um dos episódios Juarez apita o jogo do time para o qual seu padrasto torcer... só vendo!


Fácil perceber após assistir: ao final de cada episódio, um dos personagens chama Juarez pelo título da série. E os motivos nem sempre são futebolísticos! A primeira temporada terá 13 episódios (o primeiro pode ser assistido online diretamente do site da HBO) de 30 minutos cada um. No site oficial há a sinopse de cada episódio da série, bem como a descrição de cada um dos personagens.