sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Gyo



Gyo é um mangá de terror criado por Junji Ito e publicado entre os anos 2001 e 2002. A tradução da palavra japonesa Gyo significa peixe.

A história conta sobre um fenômeno de peixes andantes que surgem misteriosamente. É contada através da perspectiva do casal principal: Tadashi (o garoto) e Kaori (a menina). Eles estavam passando o verão em uma praia em Okinawa, mas as coisas não estavam indo muito bem entre eles. A menina era muito neurótica em relação a beijar o namorado: obrigava-o a sempre escovar os dentes antes de beijá-la. E o pobre garoto assim o fazia.

Após mais uma briga de casal, Kaori foi ESPAIRECER, caminhando na praia. Tadashi foi atrás dela logo depois. De repente ouviu um grito: Kaori disse ter visto algo estranho. Voltaram para casa e, assim que entraram, sentiram um enorme fedor. Ela, SUPER MANDONA, disse para Tadashi comprar algo (um desinfetante, talvez?) de modo a remover o cheiro.

Enquanto isso, Kaori foi tomar banho. Só que percebeu algo no banheiro e acabou desmaiando. Tadashi chegou e foi socorrê-la. E o que foi que ele viu? Um peixe! Mas não era um peixe comum... esse tinha pernas!


Enquanto isso, no resto do Japão, milhões de peixes começam a invadir as cidades costeiras. A história segue com o casal tentando encontrar um lugar que não esteja "infectado".

Infelizmente a história é muito curta, mas considero ela ótima. Tem todos os ingredientes que uma boa ficção deve ter. A ideia de dar pernas para os peixes traria uma reviravolta no mundo. Imagina se isso acontecesse de verdade?

Outro ponto interessante é se questionar como foi que os peixes adquiriram patas: sofreram alguma mutação? Foi uma obra humana? Como eles podiam viver fora d´água? Por que só agora isso aconteceu? Por que fediam tanto?

Não leia enquanto come. Torna-se nojento da metade para o fim da história.

É possível ler o mangá completo neste link (em português do Brasil). Há também um O.V.A (episódio único) baseado no mangá, porem com algumas adaptações em relação a história original. Recomendo ambos! Abaixo o trailer do O.V.A.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O poder de uma marca




Red Bull é uma bebida que eu gosto bastante. Pena que é muito cara para os meus bolsos furados, mas sempre que possível compro uma ou duas latinhas.

Um dos meus sonhos é fazer o que Jim Carrey realizou no filme Yes Man: uma OVERDOSE de Red Bull, só para ver se ficarei tão ligadão como ele ficou (acho que é mais coerente eu sofrer um ataque cardíaco).


Dia desses eu já tinha acumulado umas 6 latinhas na geladeira e, sem nada melhor para fazer, tomei uma atrás da outra. E pensei "por que não tirar uma foto delas e expor para todo mundo o quanto eu gosto de Red Bull?"

Nesse meio tempo entre ir atrás da câmera fotográfica, encontrar as pilhas e tirar a foto, fiquei pensando sobre o poder que uma marca exerce nas pessoas. O caso do Red Bull, por exemplo. É apenas um energético. Existem vários outros no mercado. Por que com esse é diferente? O que as pessoas vão pensar de mim ao saberem que eu tomo essa bebida? Isso me torna alguém melhor? 

E aí eu fico pensando nessas marcas poderosas, tipo Red Bull, Apple, Adidas, Pizza Hut... marcas que as pessoas gostam de ostentar que as utilizam. Por que elas fazem isso? 

Penso, óbvio, que é uma forma de se diferenciar das demais pessoas, de se sentir superior. Só não entendo como, de fato, isto acontece. O que acham?

P.S.: Depois de refletir tudo isso, não tirei a foto. Achei brega.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Y: The Last Man (Y: O Último Homem)


A história em quadrinhos que terminei de ler recentemente chama-se Y: The last man (no Brasil: "Y: O último homem). Criada por Brian K. Vaughan, conta da história de um rapaz, Yorick. Após uma epidemia que dizimou instantânea e subitamente TODOS OS MAMÍFEROS MASCULINOS DO MUNDO, Yorick e seu macaco de estimação (Ampersand) são os únicos machos remanescentes no planeta. O Y do título não é a toa: além de, claro, ser referência ao nome do protagonista, também se relaciona com o cromossomo Y, o responsável pela determinação do sexo do homem.

E o macaco, né? Afinal, o ser humano evoluiu de um ancestral comum ao macaco.


Diferente do que as propagandas da Axe nos fizeram acreditar, esse mundo não é tão maravilhoso como você possa imaginar. Nem todas querem dar para ele, pelo contrário: boa parte o caçam por diversos motivos (que você descobrirá ao longo da leitura).

No verão de 2002, uma praga de origem desconhecida destruiu até o último esperma, feto e mamífero completamente desenvolvido com um cromossomo Y (com exceção de um rapaz e seu bichinho de estimação).

Esse "generocídio" exterminou instantaneamente 48% da população global, ou aproximadamente 2,9 bilhões de homens. 495 dos 500 CEOs listados pela revista Fortune estão mortos agora, bem como 99% dos proprietários de terras do mundo. Só nos Estados Unidos, mais de 95% de todos os pilotos comerciais, motoristas de caminhão e capitães de navio morreram... assim como 92% dos presidiários condenados por crimes hediondos.

Internacionalmente, 99% de todos os trabalhadores nas indústrias mecânica, elétrica e de construção estão mortos agora... embora 51% da força de trabalho agrícola do planeta ainda esteja viva.

14 nações, incluindo Espanha e Alemanha, têm soldados do sexo feminino que serviram em unidades de combate terrestre. Nenhuma das quase 200 mil militares dos Estados Unidos participou de combate terrestre. Austrália, Noruega e Suécia são os únicos países que têm mulheres servindo a bordo de submarinos.

Em Israel, todas as mulheres entre as idades de 18 e 26 anos cumpriram serviço militar obrigatório nas Forças de Defesa de Israel pelo tempo mínimo de um ano e nove meses. Antes da praga, houve pelo menos três "mulheres-bombas" suicidas palestinas.

No mundo inteiro, 85% de todos os representantes governamentais estão mortos... assim como 100% dos padres católicos, imãs muçulmanos e rabinos judeus ortodoxos.

Esse tipo de história (distopia) é o gênero que mais gosto. Geralmente envolve tirar algo que está presente em abundância ou acrescentar algo que é escasso (o segredo das ficções). O fato de todos quase todos os homens terem sido extintos não torna a terra um local cor-de-rosa. É um cenário totalmente novo, onde certas nações emergem para deter o domínio global.

Bem, mas e aí? O que é contado na história de Yorick? Bem, antes da praga, o rapaz estava namorando uma garota chamada Beth. Durante a epidemia, essa menina estava na Austrália. O objetivo de Yorick, após perceber a catástrofe, é ir atrás de sua namorada. Só que ele não pode sair na rua sem um disfarce... vai saber, né?

Grupos extremistas começam a surgir, como as Amazonas, mulheres que odeiam homens (e mulheres que sentem falta dos mesmos). São um dos primeiros grupos que, ao ouvir o boato de que existe ainda um homem vivo, vão a sua caça.


Baseado na cadeia de comando (e da falta de mulheres em cargos mais altos), a mãe de Yorick, uma política comum, é alçada ao posto de presidente dos Estados Unidos nesse período de caos; Hero é a irmã do protagonista. Ela guarda alguns ressentimentos do irmão; Alisson Mann é uma renomada geneticista que guarda um segredo importante e pretende descobrir o que causou a epidemia e, se possível, com ajuda de Yorick, fazer vários clonezinhos do rapaz; 355 é o codinome de uma agente secreto pertencente a uma antiga organização (que existiu de verdade!) chamada Culper Ring, responsável por proteger Yorick (mas não sabemos os motivos que levaram essa proteção).


A história tem vários temas e curiosidades, tanto sobre o mundo (do quadrinho), como referências a cultura popular. Listei algumas abaixo.

- Ter um pênis não te torna invencível;

- A oposição entre mulheres e homens após a praga. Certos grupos viam os homens como oponentes (as Amazonas, por exemplo);

- A obrigação de repovoar o mundo;

- O idealismo amoroso de Yorick em tentar manter sua fidelidade com uma mulher, durante anos, que ele não sabe se está viva ou morta, evitando (ou tentando) fazer sexo com outras;

- Clonagem;

- Destruição de banco de espermas para evitar inseminações artificiais (isso se funcionasse, pois ninguém sabia lidar o motivo da epidemia);

- A ideia de que sem um problema externo (certas nações caçando Yorick), as pessoas entrarão em guerra por problemas internos. Ou seja, é necessário uma distração global para evitar que as pessoas olhem para seus próprios umbigos. (Lembrei do anime Gundam 00, cuja história mostra um planeta Terra dividido em três facções que são inimigas, mas se unem contra um objetivo em comum, derrotar a organização Celestial Being, dona dos Gundam);


- Nas origens do jogo de Xadrez, havia uma peça chamada Vizir. Esta foi, posteriormente, substituída pela DAMA.

- Mutas menções a Houdini, uma espécie de mágico famoso em promover escapadas. Yorick quer se tornar um mágico;

- Sindrome do sobrevivente: Esta Síndrome foi descrita pela primeira vez em 1976 por Lifton e Olson que distinguiram vários componentes característicos: a) impressão e ansiedade elevada para a morte (imagens e lembranças recorrentes sobre o desastre, pesadelos e pensamentos negativos); 2) culpa pela morte de outros e busca de culpado (sentimento de culpa pela sobrevivência e de auto-condenação por ter sobrevivido); 3) embotamento emocional e sentimento de degradação; 4) entorpecimento psíquico, apatia, isolamento, deterioração das relações sociais; luta interna para encontrar algum significado do desastre (religiosa, racional, metafísica); 5) irritabilidade, ira, agressão (similar a psicopatia); sentimento de culpa, agressão e 6) problemas físicos, como hipertensão, dor de cabeça e transtornos gastrintestinais. Por outro lado, é claro que existem nessa Síndrome casos mais ou menos graves, mas muitos se perguntam: Por que eu que me salvei? Enfim, precisam encontrar ou reencontrar razões para viver, pois, isso é que o salvarão plenamente ao descobrirem seu verdadeiro destino (Fonte);

- A expressão "Vitória Pirrica" utilizada para expressar uma vitória obtida a alto preço, potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis;

- O escritor Yevgeny Zamyatin, criador do romance distópico Nós, que influenciou escritores como Aldous Huxley e George Orwell;

- A Batalha de Azincourt citada na HQ se refere ao Dia de São Crispim. É uma versão moderna da luta das Termópilas: em grande inferioridade numérica, os ingleses contavam com, aproximadamente, 15 mil soldados para se opor aos 50 milhares de franceses (os números são imprecisos). Numa excelente estratégia, os arqueiros ingleses - e galeses - praticamente liquidaram os franceses no atoleiro. A derrota foi assombrosa;


- A história de Lizzie Borden;

- Os Asilos de Madalena: Jovens mulheres confinadas em asilos administrados por freiras cruéis e submetidas a tortura psicológica, trabalho escravo e abuso sexual (Fonte. De certa forma lembrei da segunda temporada do seriado American Horror Story);

- A levitação Balducci (veja como fazer);

- Tabletes de purificação, pastilhas que se bota na água para torná-la potável;

- A história de Rosalind Franklin, cuja importância foi descobrir a forma helicoidal do DNA, mas que não recebeu a devida atenção, sequer ganhando o nobel pelo seu trabalho (que precisou ser confirmado por homens);

- Sabia que 0,5% da população do planeta descende de Genghis Khan? (Fonte);

- Já ouviu falar na teoria da ressonância mórfica?

- Por fim, a história do flautista de Hamelin.


Você pode encontrar os quadrinhos (completo, em inglês) na Baia Pirata (via torrent).

E, caso você não goste de ler, guarde suas esperanças; talvez haja um filme. Espero que seja uma trilogia, no mínimo. Ou então torne-se um seriado (estilo The Walking Dead).

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Binbougami Ga!


Era uma vez uma menina sortuda. Muito sortuda. Sortuda até demais. Ela era tão sortuda, mas tão sortuda, que não bastasse toda a sorte que possui, ainda realizava, involuntariamente, uma drenagem da sorte dos outros ao seu redor, roubando tudo para si e tornando-o os outros mais azarados e propensos a acidentes. Essa menina chama-se Sakura Ichiko.


Para restaurar a igualdade entre a sorte e o azar surge uma deusa na vida de Ichiko, Momiji Binboda. A tarefa de Momiji é retirar boa parte da sorte que Ichiko tem e devolver as pessoas. Mas como ela vai fazer isso?


Com essa agulha enorme onde só podemos imaginar onde ela vai enfiar.

Parece uma sinopse simplória, mas a história é assim mesmo. Uma brincadeira de caça do gato ao rato. Só que, ao longo do anime, vamos conhecendo mais sobre as protagonistas. Os motivos que levam a ser Ichiko tão egoísta e como é ser uma deusa da pobreza. 

E por que estou escrevendo isso? Porque é um dos desenhos mais engraçados que já vi. Muito mesmo. E é curtinho, possui apenas 13 episódios (provavelmente haverá uma segunda temporada, pelo que deu a entender no episódio final). 

O anime abusa muito da metalinguagem. Em todas as cenas de ação, tanto a Momiji quanto a Ichiko param para a "câmera" e oferecem os produtos que estão usando no anime!


Ocorre também muitas menções a outras animes e mangás japonesas. Recuperei essas três imagens no meu tumblr que fazem referência a Dragon Ball, Death Note e Inuyasha, mas tem bem mais! (Eu é que não assisto tanta coisa nova ultimamente para perceber) as menções.




E para você não pensar que a história se resume apenas a duas protagonistas, o ELENCO DE APOIO é fantástico também. O ajudante da Momiji é um bicho que parece um boneco de pelúcia chamado Kumagai. Ele lembra muito o Kon de Bleach. 


Tem também o Momoo Inugami, um deus-cachorro, que é totalmente sadomasoquista. Faz tudo pela Momiji, desde que ela o recompense causando dor. Muita dor. 


Bobby Statice é um monge pervertido, tarado por peitos grandes, que tem como função exterminar espíritos e deuses malignos e por isso que ajuda a Ichiko, dando a ela um bastão (Soumin Shourai) para lutar contra a Momiji.


Reitero: uma das melhores comédias que já vi. Neste link você descobre quais fansubs legendaram (em português do Brasil) a série. Bom download e se prepare para rir muito!

Abaixo a abertura, daquelas tão animadinhas que é difícil pular e ir direto para o desenho. Idem para o encerramento.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Morte, O preço da vida



"Morte, o preço da vida" é uma minissérie roteirizada por Neil Gaiman, o criador da série Sandman. Como não conheço ABSOLUTAMENTE NADA desse universo (o que provavelmente me fez perder muitas referências sobre a história), não posso falar muito. Escreverei apenas uma sinopse sobre os quadrinhos e as indagações que tive.

Sexton Furnival é um garoto de 16 anos com tendências suicidas. Mora com a mãe, tem problemas não resolvidos com o pai e não vê sentido ou razão em querer viver. Não tem nenhuma aspiração, não quer nada com nada. Por isso almeja a morte.

Certo dia Sexton está passeando pelo lixão da cidade quando sofre um acidente e acaba soterrado por uma geladeira. Desesperado, pede ajuda. Quem aparece para auxiliá-lo é uma garota branquinha (pálida), roupas pretas, cabelo preto e um colar com o simbolo Ankh. É o que nós chamaríamos, estereotipadamente, de gótica. 

Percebendo os machucados provenientes da queda de Sexton, a garota o chama para sua casa para passar um BAND-AID cuidar dos ferimentos. Na frente do pequeno apartamento da garota, que agora descobrimos chamar-se Didi, há uma feirante. Ela conta para Sexton que a menina perdeu toda a família e agora vive sozinha por lá. Sexton começa a ter pena dela, mas a coisa logo muda de figura quando a garota diz ser A MORTE.

Acreditando estar lidando com uma PERTURBADA, Sexton entra em uma discussão com Didi e sai do apartamento. Na saída encontra uma velha, chamada Mad Hettie, que o mantem como refém e ameaça matá-lo caso a Morte não realize um pedido delas. "DUAS LOUCAS" pensa Sexton. Qual é o pedido da tal Mad Hettie? Encontrar seu coração. QUE?! Pois é.

E essa é a linha que a história segue. Didi (ou A MORTE) e Sexton saem em busca de encontrar o coração da velha chamada Mad Hettie.


"Uma vez, a cada cem anos,
a Morte prova o amargo sabor da
mortalidade para compreender
melhor sua missão.
Este é o preço por ser a divisora
entre todos os vivos que já foram e os
que ainda irão." 


Mas quem é Mad Hettie? A Morte só aparece para quem tá com problemas? Como ela escolhe para quem vai aparecer? Que coração é este que precisa ser encontrado? Por que alguém esconderia um coração? O que ele possuí? Por que as pessoas fazem tudo de graça para a Morte? Por que ninguém acredita quando alguém diz ser um ser sobrenatural? Qual é o preço da vida?

Você pode encontrar os quadrinhos em torrent no The Pirate Bay. Clique aqui.



Três coisas aprendi na leitura:

A expressão ""L'esprit de l'escalier" (O Espírito da Escada):

Ela representa pensar em uma resposta esperta quando já é tarde demais. A frase pode ser usada para descrever uma resposta à um insulto, argumento ou comentário inteligente ou esperto do interlocutor que chega tarde demais para ter alguma utilidade. Depois de ir embora, (descendo a escada da tribuna - daí a origem da expressão), encerrar o encontro (tarde de mais) a pessoa encontra a frase justa que teria sido a resposta necessária para seu oponente. O fenômeno é geralmente acompanhado por um sentimento de arrependimento por não ter pensado na resposta quando ela mais era necessária ou adequada. 
O espírito da escada também poderia ser uma frase que poderia ter decidido a discussão se não fosse pelo fato de já ser tarde demais.
Contração Mioclônica:
O termo Mioclonia descreve um sintoma e geralmente não constitui um diagnóstico de uma doença, referindo-se a contrações repentinas, incontroláveis e involuntárias de um músculo ou grupo de músculos. Os puxões mioclônicos geralmente resultam de contrações musculares repentinas chamadas mioclonia positiva ou de um relaxamento muscular chamado mioclonia negativa. 
As sacudidas mioclônicas podem ocorrer sozinhas ou em seqüência, com ou sem padrão determinado. O soluço, por exemplo, é uma contração seguida de um relaxamento do músculo. Outro exemplo é a mioclonia noturna, que são sobressaltos que pessoas têm enquanto estão dormindo. Em casos mais extremos, a mioclonia pode distorcer o movimento e limitar a capacidade de comer, falar e caminhar. Este tipo de mioclonia indicaria um transtorno relacionado ao cérebro ou nervos.
Estertor da Morte:
O estertor da morte é um termo comum usado em hospitais para descrever o som arrepiante feito por um indivíduo. Ele ocorre após a perda do reflexo de tosse e a perda da capacidade de engolir. Isto provoca um acúmulo excessivo de saliva na garganta e pulmões. Embora raramente cause dor ao paciente, os familiares relatam, muitas vezes, um som inquietante e perturbador.