segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Sonhei com o fim do mundo


Tive um sonho com o fim do mundo. Era o dia que os Maias tinham previsto. Estava em Búzios com o pessoal e todos na rua estavam na expectativa do mundo acabar. Olhavam apreensivos para o relógio, esperando a meia noite para confirmar (ou não) o apocalipse. Se passasse da zero hora, seria tudo balela, um dia como outro qualquer.

Meia noite e um. As pessoas urravam de felicidade. "Os Maias estavam errados!". Alguns soltavam fogos, tamanha a felicidade (ou era apenas um pretexto para fazer uma festa? Não soube identificar). Só que depois de um tempo algo aconteceu. Uma chuva de meteoros cobriu o céu. As dunas deram espaços para o magma. Vulcões em búzios, sim! Na praia! Rolou um desespero geral. Alarmes sonaram por toda a praia.

Um contador enorme de 30 minutos começou uma contagem regressiva. As pessoas entraram em pânico. Abraços, beijos, roubos, assassinatos e estupros. "Vamos todos morrer mesmo!" pensavam. A coisa continuou um caos por um tempo indeterminado, mas acabou de repente. Eram apenas uns efeitos especiais de Wolf Maya, o mago da tecnologia da rede globo.

Quando as pessoas que cometeram atos criminosos começaram a ser presas, acordei.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Amo odiar



[17:24:37] <@Magron> odeio computador e suas atualizaçoes de merda
[17:25:54] <@Tchevas> eu odeio tudo
[17:28:24] <@Uengas> haieuhaiuehaiuehaiue
[17:28:25] <@Uengas> é
[17:28:32] <@Uengas> eu só amo odiar
[17:28:33] <@Uengas> aheiuaheiuahieuah
[17:28:52] <@Tchevas> efauhiaefhefaufefa
[17:29:26] <@Tchevas> o clipe nas ruinas do parque aquatico
[17:29:31] <@Tchevas> a musica poderia falar de tipo
[17:29:36] <@Tchevas> o cara perguntando onde foi todo mundo
[17:29:40] <@Tchevas> onde foram os amigos,
[17:29:45] <@Tchevas> ele queria brincar e todo mundo foi embora
[17:29:59] <@Tchevas> e agora soh resta ele nas ruinas do parque aquatico
[17:30:00] <@Tchevas> faeuihfaeiuhfiauhhfeaufaeuhfaehfea
[17:30:43] <@Uengas> heiuhieuhiuehuie
[17:32:20] <@Tchevas> e o cara puto, prometendo vingança
[17:32:22] <@Tchevas> fiueahiufaehiafehifaehifhaeifahahufea
[17:34:32] <@Magron> hauiehaiuehauheuiheahuihuiaheiuhuiehiuehaiuhieuhaiuehauheuiheiaeah
[17:34:43] <@Uengas> aheiaheiuahieuhaeiuhaiuehaieuhaiueha
[17:34:43] <@Uengas> massa
[17:34:44] <@Magron> boy
[17:34:49] <@Magron> ehaehaiuehaiueehauiheuheuiheuhauheuihehuehuiehuihuihiuheiaheiua
[17:34:59] <@Magron> carái, a gente tá muito amargo
[17:35:01] <@Tchevas> faiuhifahoifaehaifhafiehfioaehfiaeuhifaeufafea
[17:35:01] <@Magron> eahuiehiuehiuehuehiuheuaiheiuah

Pelada na praia

Foto meramente ilustrativa.


Dia desses joguei bola na praia com um grupo de italianos. Para um observador qualquer seria apenas uma SIMPLÓRIA pelada, mas não para mim. Com o peso da HISTÓRIA em meus ombros, rememorei que carregava um grande ESTEREÓTIPO na visão deles: de que todo brasileiro sabia sambar e era bom de bola. Sambar eu não sabia, mas futebol eu gostava e jogava até com certa freqüência. Não podia fazer feio.

Lembrei dos cinco campeonatos mundiais de futebol  masculinos em contraponto a TRAGÉDIA DE SARRIÁ. Percebi nos olhos dos italianos uma expectativa imensa. "o que esse GORDINHO brasileiro que pediu para jogar conosco pode fazer?" Temi ante a resposta! Dois eram adultos, um era da minha idade e os outros mais novos. Todos cheios de gás, enquanto eu não praticava uma atividade física há algum tempo.

Percebi que não podia fazer nada que tinha feito em jogos com meus amigos: não podia demonstrar cansaço, muito menos por as mãos nos joelhos aparentando fatiga; devia ir atras de  cada lance e correr sempre mais um pouco; não temer uma dividida; falar menos e jogar mais.

Demonstrando altivez, fibra, determinação, ginga, raça e técnica, joguei um partidaço: dois gols, uma assistência e um carrinho para interceptar uma bola que faria Dunga vibrar.

Venci e ganhei o respeito imaginário dos italianos (que não aguentaram mais e pediram para "dar um tempo"!).

Ciao.

Fantasy Defense


Releia apenas o primeiro paragrafo do meu texto sobre Dungeon Hunter 3.
Entenda o contexto: praia, sem internet, sem computador e um tablet sem jogos. Na primeira oportunidade que voltei para a CIDADE GRANDE aproveitei o ensejo e baixei MILHARES de jogos free para o aparelho (é o da Apple e não, não fiz jailbreak). Por dezenas de motivos - uns eram ruins mesmo, outros precisavam de acesso a internet e alguns eram FPS, gênero que não gosto - desses montante de jogos só me sobraram dois. Esse é um deles (o outro vou comentar posteriormente).
Releu? Entendeu  meu contexto? Pois é. Fantasy Defense foi o OUTRO jogo que me entreteu.


Queria saber qual é o ponto certo em que um jogo simplório como Fantasy Defense torna-se viciante. A mecânica do jogo é simples (mas não é nenhuma novidade!), do tipo "por que não pensei nisso antes?": Há um caminho a percorrer; os monstros se dirigem do ponto x ao ponto y; o jogador posiciona suas unidades ao longo do percurso de modo que os monstros não alcancem o fim da fase; a cada vez que um deles chega ao fim, o portal (que tem 20 de LIFE) perde sua forca e desaba quando chega a zero.

Bem bestinha,  porem deveras viciante!


Meu objetivo, alem de zerar o jogo, foi terminar todas as fases com PERFECT. Não foi difícil vencer as fases, então a graça era tentar ser perfeito. Tarefa que alcancei satisfatoriamente ao longo de 50 fases e 5 mundos. Após concluí-lo, um novo objetivo criei: obter uma alta pontuação em cada fase, mas o jogo já tinha perdido um pouco da diversão.



As unidades que o jogo oferece são divididas em três classes: guerreiro, arqueiro e mago. Há uma unidade simples de cada classe, que pode ser evoluída em duas classes distintas; Existe outro espécie de personagem que não pode evoluir para outra classe, mas inicia a "partida" com status maior em relação a unidade básica (simples), além de possuir uma habilidade especial (o guerreiro possui STUN, o arqueiro DAMAGE OVER TIME e o mago SLOW); Por último temos a unidade heroína. Ela pode evoluir ate 5 vezes (as unidades anteriores podem evoluir apenas 3 vezes) e possui um golpe especial cujo requisito para utilizá-la é a existência de MANA.

Todas as unidades do jogo.

As unidades heroínas são adquiridas com MANA, enquanto GOLD é a moeda necessária para as outras unidades. Ganha-se ambos (MANA e GOLD) ao matar inimigos.

As principais decisões do jogo envolvem o posicionamento dos seus personagens e a possibilidade de evoluir um existente ou adicionar uma nova unidade ao cenário (se houver espaço).


Fantasy Defense é um ÓTIMO passatempo. Recomendo a BEÇA!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Dungeon Hunter 3

Entenda o contexto: praia, sem internet, sem computador e um tablet sem jogos. Na primeira oportunidade que voltei para a CIDADE GRANDE aproveitei o ensejo e baixei MILHARES de jogos free para o aparelho (é o da Apple e não, não fiz jailbreak). Por dezenas de motivos - uns eram ruins mesmo, outros precisavam de acesso a internet e alguns eram FPS, gênero que não gosto - desses montante de jogos só me sobraram dois. Esse é um deles (o outro vou comentar posteriormente).

Dungeon Hunter 3 é um rpg hack and slash. É possível jogá-lo online, mas minha experiencia baseia-se somente no modo offline, individual, single player, forever alonismo.


O jogo consiste no seguinte: existem 4 classes (Guerreiro, Astromancer, Trickster, Xamã). Cada personagem tem atributos diferentes. Optei pelo guerreiro, que ataca de perto. É mais fácil ficar em cima do adversário esmagando-os com seu machado do que sou eu bola de fogo e o calor ta de matar mirar e soltar bola de fogo nos inimigos. Ainda não estou completamente adaptado a controlar um boneco tocando na tela. Desculpe a falta de coordenação motora.


Após criar o personagem e selecionar o modo individual, sou levado a uma tela que mostra apenas um mundo - num total de quatro - habilitado. Nele ha dezenas de dungeons a serem exploradas e elas são desbloqueadas a medida que progrido no jogo. Cada uma tem três objetivos  geralmente consistindo em matar inimigos usando habilidade x, matar outros usando y, destruir partes do cenário, etc. Ao finalizar a dungeon, recebo uma nota baseada no meu desempenho, variando de AAA (maior) a F (menor). Não é necessário completar os objetivos da dungeon para desbloquear a seguinte, mas é bastante recomendável que o faca para ganhar uma recompensa em forma de experiência (que permite subir de level e desbloquear novos itens) e gold (para comprar os itens disponíveis).



O jogo começou a ficar difícil  para mim, na décima dungeon do primeiro mundo. Apareceram uns magos curandeiros que faziam miséria com meu VIRIL guerreiro. Foi nessa hora que resolvi parar e escrever sobre Dungeon Hunter 3.

Vou dar umas dicas a seguir, misturados com comentários sobre o jogo em si.

- Tenha sempre 3 poções estocadas. eles recuperam seu life e mana ao mesmo tempo. A mana serve para usar a habilidade especial, que não é tão usada pelo guerreiro, exceto quando uma faz parte de um dos objetivos da missão.

- Quando uma missão pede para matar o inimigo com o golpe especial significa LAST HIT, ou seja, apenas o ultimo golpe desferido TEM que ser o especial. Não adianta bater no ESCRAVISTA (um dos inimigos) o tempo todo com especial e no final utilizar o dano físico normal.


- Um problema do jogo é que não é dito o nome do personagem inimigo. Quando um dos objetivos solicita que mate GOBLINS e CAÇADORES GOBLINS, fica difícil saber qual é um e qual é outro. Os únicos nomes de inimigos que aparecem são os chefes e subchefes de cada dungeon.

- É necessário, na maioria das dungeons, refazê-las mais de uma vez para completar todos os objetivos. As vezes um inimigo só aparece uma vez e é preciso matá-lo três. Aproveite estas oportunidade para subir de nível.


- Destrua tudo que for possível do cenário. Barris dão moeda. Qualquer ESMOLINHA no inicio do jogo é benéfico.

- Assim que possível compre os novos itens desbloqueados. Armas, dorsos, capacete, pés, TUDO. Infelizmente, sem acesso a internet, não é possível fazer a melhoria dos equipamentos, mas como joguei apenas para passar o tempo, isso não me preocupou muito.

- Use as poções adquiridas nas recompensas antes de adentrar as dungeons. O efeito é de curto prazo, mas vai ajudar a evitar sua morte, alem de tornar a tarefa mais fácil  levando assim a notas melhores.


- Mm ponto negativo é que caso você crie outro personagem, o dinheiro e os cristais são compartilhados. Minha tia experimentou o jogo no meu tablet com um personagem distinto e acabou com meus cristais pra comprar alguma coisa. Isso é um ponto bastante negativo, tendo em vista que eram MEUS cristais!!! Esse item é bastante raro no inicio do jogo.

- O progresso da missão deveria aparecer na tela do jogo. As vezes eu esquecia quais eram os objetivos da missão.


No balanco geral, Dungeon Hunter 3 é um ótimo passatempo. As dungeons são completadas em pouco mais que 5 minutos (as iniciais pelo menos), então não toma muito tempo. Mais rápido que empacotar produtos no supermercado. Se sua meta pessoal for igual a minha, terminar todas as dungeons com a nota AAA, então a diversão é prolongada.